Exercite seu cérebro a favor de sua dieta

Pesquisas recentes apontam vários mecanismos pelos quais o cérebro tenta sabotar os esforços para emagrecer. Por isso, a cada situação que o cérebro entende como uma ameaça ao estoque energético do organismo, a resposta é a mesma: uma ordem para guardar mais calorias. Instintivamente, o indivíduo vai procurar consumir as opções com maior teor calórico, ou seja, alimentos com mais gordura e açúcar, e haverá reações cerebrais para reduzir o ritmo metabólico.

“Até pequenos períodos sem comer podem levar a escolhas em que são privilegiados os alimentos calóricos em detrimento dos saudáveis, por isso, a melhor coisa a fazer é não pular refeições.”

As pessoas devem fazer um café da manhã saudável e equilibrado o mais cedo possível e depois diminuir a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia, foi constatado que pessoas habituadas a comer mais tarde perdem menos peso.

Ao longo da evolução, o cérebro também foi sendo condicionado a interpretar a comida como fonte de prazer. Isso quer dizer que o órgão estimula o consumo de alternativas associadas a alto conteúdo calórico e também a maior sensação de bem-estar.

Uma das armas que podem ser usadas é a memória, somente a lembrança de ter saboreado uma farta refeição pode ser suficiente para deixar as pessoas com menos fome, mesmo horas depois de tê-las ingerido.

Pequenas porções proporcionam satisfação similar à promovida pelas grandes, intensificando a mastigação e se tiver um aroma mais forte, melhor ainda. Segundo experiência divulgada na revista científica “Flavour”, quanto mais intenso o cheiro do alimento, menor o tamanho das mordidas. “E as pessoas comem menos se a mordida for pequena”.

O cérebro pode ser condicionado a fazer boas escolhas, você deve determinar isso a ele, essa deve ser uma prática rotineira, a criação de novos hábitos vem da persistência acumulada ao longo dos dias.

Fonte: adaptado: www.istoe.combr

Jaqueline dos Anjos de Abreu – CRN 4632

Emagrecer, pra quê?

 

                                         

Geralmente, quando se aproxima o verão, várias pessoas querem emagrecer para colocar aquele tão sonhado biquíni na praia, ou usar aquele short maravilhoso que comprou.

Mas, você realmente já parou para pensar nos benefícios que o emagrecimento traz?

Emagrecer traz inúmeros benefícios que vão muito além de ficar mais bonita e colocar aquele sonhado biquíni …

Uma perguntinha: Você consegue se lembrar do que comeu ontem no almoço? E naquela festa do seu sobrinho na semana passada? Não se lembra se foram dez ou quinze salgadinhos que você comeu?

Se a resposta é “não me lembro”, fique atento que estão aí dois motivos para fechar a boca. O primeiro é que, dez ou quinze salgadinhos, você anda comendo demais.

O segundo é que seu cérebro vai agradecer. Sabia que emagrecer ajuda também a melhorar sua memória?  Estudos realizados mostram que perder peso ajuda ( e muito) na memória.

A explicação é simples: estar acima do peso vem acompanhado de vários  outros fatores , como a pressão alta e o diabetes, por exemplo –que prejudicam o desempenho do cérebro.

Se você emagrece e se livra desses problemas, ele funciona melhor.

Sem contar que a hipertensão arterial  traz possibilidades e riscos de complicações como acidente vascular cerebral (derrame), doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, insuficiência renal crônica, doença vascular de extremidades , dentre outras.

O diabetes (doença que anda lado -a- lado com a obesidade) se não tratado devidamente, traz consequências como: problemas com a coagulação sanguínea e na cicatrização, problemas na visão, doenças cardiovasculares, dentre outros.

Em qual corpo você prefere viver? Em um corpo doente ou saudável? O  emagrecimento pode te tornar livre da hipertensão, do diabetes,e outras doenças relacionadas.

Sem contar na autoestima que será recobrada, nos benefícios de escolher suas roupas e se olhar no espelho sem traumas.

Os benefícios do emagrecimento são muito maiores que o sacrifício.

Coloque-os na frente de seu objetivo e vá adiante, você viverá melhor em todos os sentidos!

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP: 35.330

Fome á noite? Isto é um problema de saúde

A fome noturna foi descrita na década de 50 como uma síndrome, tendo como principal característica o excesso de fome noturna que se inicia normalmente no fim do dia; levando a um alto consumo de calorias neste período e acarretando uma dificuldade para dormir e um sono mais agitado.

Acredita-se que os fatores que desencadeiam a Síndrome da fome noturna estão relacionados com um desequilibrio de alguns fatores de regulação neuroendócrina relacionados ao ritmo circadiano.

O ritmo circadiano nada mais é  que o equilíbrio que ocorre no nosso organismo durante a noite e o dia, ou durante o sono e a vigília e todos os ajustes que se fazem necessários em nosso corpo para que isto ocorra.

E justamente aí está o problema: um descompasso entre a melatonina e a serotonina faz com que as pessoas com a Síndrome da fome noturna acabem tendo fome á noite, perda do apetite de dia e problemas com o sono.

A ausência de fome pela manhã e ao longo do dia normalmente ocasiona uma ausência de ingestão – períodos de jejum prolongado, superior a 3horas ou ausência de alguma refeição.

Por isso muitas pessoas quando iniciam uma reeducação alimentar com o desejo de emagrecer queixam-se da dificuldade de controlar a alimentação no período noturno.

Ao longo do dia, as atividades de rotina do trabalho e os compromissos as envolvem a atenção e não as fazem se interessar pelo ato de se alimentar.

Ai quando a noite se aproxima, os ânimos se acalmam e a imagem dos alimentos vem à mente e torna-se quase impossível evitá-los, devido ao fato de seus níveis hormonais estarem elevados.
Segue algumas dicas que podem minimizar este problema:

Evite saltar refeições – Algumas pessoas acham que omitindo refeições estarão emagrecendo mais rápido. É uma ideia falsa e as repercussões geralmente aparecem à noite. Fracione bem a alimentação durante o dia.

Hábitos regulares – Tenha horários para se alimentar, evite ficar mudando muito os horários de comer;

Mantenha alimentos leves em casa – Isso é primordial: se só estocar em casa alimentos pouco calóricos, ao sentir vontade de comer você só terá acesso a este tipo de alimento.

Faça alguma atividade física no final da tarde – Para alguns, a vontade de comer durante a noite é consequência da ansiedade e do estresse acumulado ao longo do dia. Realizar exercícios físicos no final da tarde é uma excelente maneira de controlar o estresse, além de proporcionar uma sensação de bem-estar que durará até a hora de dormir.

Não se esqueça das proteínas e fibras – Entre todos os nutrientes dos alimentos, as proteínas são as que proporcionam maior sensação de saciedade. Prefira alimentos com baixo índice glicêmico (produtos integrais) durante todo o dia e principalmente à noite. Ao trocar o jantar por um lanche, muitas vezes as pessoas esquecem-se das proteínas e comem praticamente só carboidrato. Cuidado!

Evite ficar beliscando – É preferível fazer uma refeição mais completa a comer pequenos lanchinhos a noite toda. Leve para a mesa somente a quantidade que for comer e guarde o restante.

Cuidado com excesso de cafezinhos – Evite qualquer fator que possa influenciar no sono noturno, como a ingestão de cafeína após as 18h, por exemplo, ou atividade física logo antes de deitar.

Regularidade com o sono – Tente ter regularidade de sono, evitando trabalho em turnos, e dormir pelo menos 6 horas por noite;

Ambiente tranquilo para se alimentar – Coma lentamente e sem fatores de distração, como a televisão, principalmente no período noturno;

Programe algo prazeroso para fazer – Grande parte do hábito de comer à noite pode estar relacionada apenas ao fato de estar ocioso. Tente programar o que irá fazer para se alimentar antes mesmo de chegar em casa.

E, para relaxar: que tal preparar uma xícara de um bom chá e degustá-la lentamente? Isso auxiliará na liberação dos hormônios que influenciam no sono.

 

Lembre-se: controlar a alimentação noturna é muito importante para o sucesso do seu objetivo.

 

 

Alcimara Macieira

CRN 4824

Nutricionista – Clinlife

Brincar é arte, emagrecer faz parte!

Vamos brincar !!!

Você lembra quando brincava? Jogava peteca e pulava corda só pelo simples prazer da brincadeira? Tem ideia de que praticava horas de brincadeiras sem nem parar para reclamar de dores ou incômodos, aliás, nem imaginava que era exercício físico!
Pois é, brincar é realmente muito bom, e na vida adulta além de fazer muito bem à saúde é rejuvenescedor. Certas brincadeiras do universo infantil  podem virar exercícios físicos que proporcionam um gasto calórico de até 400 calorias por hora, o que pode ajudar no emagrecimento, claro aliado a uma boa prescrição alimentar feita pelo seu nutricionista.
Aí vão algumas dicas de brincadeiras que podem ser úteis no seu processo de emagrecimento. Juntamos 6 brincadeiras que assim como os esportes, funcionam como exercícios físicos para que seu filho se divirta do jeito mais saudável junto com você.

São elas:

Pique-bandeira
O objetivo é capturar a bandeira do time adversário depois de atravessar o campo do inimigo sem ser pego. A atividade estimula a criatividade e o trabalho em equipe. O pique-bandeira gasta 190 calorias a cada 30 minutos.
Barra-manteiga
A brincadeira desenvolve noções de estratégia, melhora a capacidade cardiovascular e promove a explosão muscular, já que há corrida de curta distância. Cerca de 30 minutos representam um gasto calórico de 190 calorias.
Pega-pega
A tradicional brincadeira de correr atrás do inimigo para pegá-lo ajuda a desenvolver a velocidade, agilidade e equilíbrio. A atividade também gasta 190 calorias em 30 minutos.
Queimada
Conhecida entre as crianças principalmente nas aulas de Educação Física do colégio, o jogo ajuda a desenvolver a coordenação motora, força noção espaço-temporal e equilíbrio. O gasto calórico para 30 minutos é de 140 calorias.
Bambolê
Rodopiar o arco com o corpo gasta cerca de 110 calorias a cada 30 minutos. A atividade é benéfica porque ajuda a promover o equilíbrio, a concentração e a noção de espaço.
Amarelinha
Pular amarelinha ajuda a estimular o raciocínio lógico, além de promover o equilíbrio. 30 minutos da brincadeira gastam 105 calorias.

 

Jorge Maciel

Educador Físico Clinlife

CREF 016511

Quem mais além de mim faz dieta?

Estamos vivendo tempos em que todos afirmam que estão de dieta, porque precisam emagrecer. Este é um discurso típico principalmente das mulheres atuais que vivem em busca de um corpo pelo menos dois quilos mais leve, indiferente de quanto pesem.

 As mudanças na maneira de viver nos dias de hoje vem re-moldando drasticamente os hábitos das pessoas, inclusive os alimentares.

 Pensando neste contexto se faz eminente a pergunta: Mas será que só quem está acima do peso é que faz dieta? E que isso seria um castigo pelos hábitos não saudáveis, mas que são tão prazerosos? Será que temos de viver sobre punição para ser saudáveis? Ou melhor, onde punição e vida saudável viraram sinônimos?

 Refletindo sobre estes questionamentos a possibilidade de conceituar de forma clara e objetiva o significado da palavra dieta é base para qualquer reflexão.

 Afinal de contas as mudanças não foram só na alimentação, então será que dieta é apenas o que se come? E mais do que isso, dieta sempre é para redução de peso?

 Uma dieta é o conjunto das substâncias alimentares que constitui o comportamento nutricional dos seres vivos. O conceito provém do grego díaita, que significa “modo de vida”. A dieta é portanto um hábito e representa uma forma de viver.

 Por vezes, o termo é usado para fazer referência aos regimes alimentares especiais para perder peso ou para combater determinadas doenças, ainda que estes casos representem alterações da dieta e não propriamente a dieta em si.

 A alimentação humana não é determinada unicamente por questões biológicas, uma vez que também tem em conta os fatores sociais, econômicos e culturais.

 Muitas das vezes, a dieta é condicionada pela disponibilidade dos alimentos, que depende das condições climáticas e da localização geográfica de cada região.

 Também não nos esqueçamos dos fatores pessoais, que determinam uma dieta, como o gosto, a influência da publicidade de certos produtos alimentares, as preferências estéticas e outras questões.

 A facilidade de obter determinados alimentos, as condições climatéricas os hábitos sociais fazem com que cada país e região tenha a sua própria dieta.

 Argentina, por exemplo, apresenta um dos índices mais elevados do mundo no que diz respeito ao consumo de carne de bovino. Já, os Estados Unidos tendem mais a ingerir grandes quantidades de comida de “plástico” (do inglês junk food), isto é, alimentos com baixo valor nutritivo e altos níveis de gorduras ou açúcares, como é o caso dos hambúrgueres. Esta dieta tem causado uma epidemia de obesidade no seio da população norte-americana.

 Diante destas constatações fica pelo menos uma certeza: TODOS NÓS ESTAMOS EM UMA DIETA. O que difere de uma pessoa para a outra é o objetivo que vai atingir com a sua!

  Então será que precisamos continuar vendo o processo de educação alimentar como algo que diz de um erro e que esta seria a medida corretiva!

 Ter uma dieta saudável antes de qualquer coisa é ter uma vida saudável.

 Como você anda se relacionando com sua dieta? Será que ela precisa de ajustes??

Thais Martins

Psicóloga Clinlife

CRP 04/24638

Mês dos pais o presente é para os filhos: seu bom exemplo!

O hábito alimentar se forma desde os primeiros anos de vida. Após o desmame inicia-se a introdução de novos alimentos na rotina alimentar da criança.

A grande maioria das pessoas se esquece de que as crianças nascem sem saber qual é a exata diferença entre esses alimentos. Deveria haver estímulos e esforços dos pais no sentido de oferecer aos seus filhos alimentos saudáveis. Vale ressaltar que, o primeiro contato com alguns alimentos pode não ser uma boa experiência. Os alimentos, uma vez rejeitados, devem ser novamente oferecidos, ao longo de um tempo e em preparações diferentes, por até mais 10 vezes à criança.

As crianças aprendem a respeito do alimento não somente por suas experiências, mas também observando os outros. Dessa forma, a família fornece amplo campo de aprendizagem, no qual a alimentação se torna um dos principais focos de interação entre pais e filhos. O que se observa hoje é um excesso na oferta de alimentos altamente calóricos e pobres em nutrientes. Frutas, legumes e verduras quase nunca estão presentes nos cardápios.

A adequada introdução de novos alimentos com uma correta socialização alimentar, bem como a disponibilidade variada de alimentos saudáveis, permite a promoção do comportamento alimentar nessa fase, que poderá permanecer ao longo da vida. Fazer escolhas alimentares é um processo complexo e tem consequências a curto e longo prazo para a saúde.

Aprendendo desde cedo o conceito de saúde e nutrição a criança cresce com maior consciência, aumentando o interesse pelo alimento e sua aceitação.

Outra estratégia também usada pelos pais é o controle exercido em relação ao consumo durante as refeições, impedindo que a criança aprenda sobre a sensação da fome e saciedade. Isso afeta o seu próprio controle de ingestão, podendo alterar o grau de controle interno da criança e resultando em alterações de peso. Por exemplo, quando a criança fala que não quer mais comer porque está satisfeita, e os pais dizem “termine o que está no prato”, a mensagem fica clara para a criança de que a sua sensação de saciedade não é relevante para a quantidade de comida que ela precisa consumir.

Como colocar tudo em prática? Abaixo seguem algumas dicas:

Cardápios coloridos: As cores dos alimentos são ótimas para atrair a atenção e o apetite da criança. Lembre-se: primeiro comemos com os olhos e isso não é diferente nas crianças.

Montagem do prato:As preparações devem ser sempre diversificadas, assim como seus acompanhamentos. É interessante, montar o prato de diferentes maneiras, com os alimentos em posições contrárias aos dias anteriores, principalmente quando se trata de arroz e feijão. Varie os tipos desses alimentos, como: feijão carioca, feijão preto, feijão branco como salada, arroz branco, arroz com açafrão e arroz com brócolis. Use sua criatividade! Faça desenhos e carinhas.

Alimentos preferidos: Sempre que possível, inclua nas refeições da criança os alimentos de maior preferência juntamente com novas preparações e/ou alimentos previamente rejeitados.

Importância da alimentação: Na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos, a importância de cada grupo alimentar , o por que a dieta deve ser tão variada e não conter apenas biscoitos ou chocolates. Introduza na hora da refeição assuntos ligados a uma boa nutrição.

Modo de preparo do alimento: A família não precisa ter cardápios diferentes ou preparações separadas. Os alimentos usados habitualmente pelos adultos devem ser também consumidos pela criança. Recomenda-se, neste caso, adaptar a preparação de acordo com a faixa etária do seu filho. Uma nova elaboração no preparo dos alimentos faz com que as crianças aceitem, com mais facilidade, o que lhe for oferecido. Cozinhe ou desfie as carnes ao invés de assar ou grelhar, prefira legumes cozidos e frutas macias na sobremesa.

Refeição em Família: Completando a questão anterior, é interessante que os pais façam o consumo dos mesmos alimentos que seus filhos. Coloque no seu prato e no da criança todas as opções do cardápio oferecido no dia, mesmo que esse contenha algum alimento que a criança rejeita. Uma das maneiras, se não a mais importante, de aprendizagem da criança é o espelhamento em seus pais. A criança copia e observa tudo que os pais estão fazendo. Não adianta fazer a criança comer algo que você mesmo não come.

Insistir com as novidades: Nem sempre a criança concorda em comer uma preparação que lhe é oferecida pela primeira vez. Algumas precisam provar o mesmo alimento de 8 a 10 vezes antes de aceitá-lo e incluí-lo nos seus hábitos alimentares.

Participação Culinária: Envolver a criança na escolhas e no preparo dos alimentos. Exemplo: Leve-a ao sacolão para ajudar nas escolhas de frutas, verduras e legumes, permitindo que ela leve uma de sua preferência ou mesmo uma novidade. Ensinar a criança a fazer uma salada de frutas, assistirem uma preparação de bolo e mexer nos alimentos.

Autonomia: Deixar a criança controlar o quanto comer. Não forçar! Respeite a sensação de saciedade da criança. Já o número das refeições ao dia pode ser imposto pela família. Deixar a criança comer sozinha, oferecendo ajuda ocasionalmente. Preparar os alimentos de forma que a alimentação seja fácil para ela.

Respeito: Não forçar a criança e nem castigá-la no caso de recusar se alimentar. É melhor deixar que ela não coma do que tornar a ocasião um momento de desentendimento e insatisfação para filho e pais. Respeite a decisão da criança, mais tarde ela irá  procurar procurar você para se alimentar. Nessa hora ofereça sempre refeições saudáveis.

Conheça o processo de formação de hábitos:

1 – Sabor-sabor: Neste tipo de aprendizagem, o sabor está associado ao prazer. A percepção dos sabores compreende a sensação do doce, salgado, azedo e amargo e alguns outros associados a aminoácidos (estruturas básicas das proteínas). A sensibilidade ao sabor doce já aparece na fase pré-natal, possivelmente sendo estimulada pelas substâncias do líquido amniótico durante a gestação, tornando-a uma preferência natural.

2 – Nutriente-sabor: Ocorre num padrão similar a anterior. Uma substância nutritiva com mais calorias promove uma saciedade, e associada ao sabor aumenta a aceitação do alimento desconhecido. Os alimentos com alta taxa de gordura geralmente fazem parte do grupo de alimentos mais consumidos (e são os mais calóricos). Esses alimentos também são os mais palatáveis, e a gordura dá uma textura cremosa e fofa ao alimento, o que provavelmente conquista a preferência da criança.

3 – Exposição repetida e mera exposição: São processos de familiarização com alimentos que se iniciam com o desmame e a introdução dos alimentos sólidos durante o primeiro ano de vida. Embora as qualidades sensoriais do leite materno permitam à criança o primeiro contato com os sabores e cheiros variados, possibilitando o aumento da aceitação dos novos alimentos durante o desmame, é a aprendizagem pela exposição repetida aos alimentos que proporciona a familiaridade necessária para a criança estabelecer um padrão de aceitação.

Em uma criança, a obesidade atrapalha o crescimento e pode provocar a má formação das articulações e dos quadris. O médio e longo prazo poderá surgir hipertensão, colesterol elevado, diabetes e problemas cardíacos. Estimativas médicas mostram que oito de cada dez crianças obesas se tornam adultos gordos.

Atenção aos sinais de alerta

As crianças, em geral, começam a recusar determinados alimentos no início da vida escolar, quando experimentam uma fase de maior autonomia. O momento da refeição acaba sendo usado como uma maneira de chamar a atenção, de mostrar capacidade de decidir por si e até mesmo negociar com os pais. Até aí, nada de anormal. Acontece com a maioria das crianças.

No entanto, reações como chorar, cuspir ou até vomitar diante de novos alimentos, lapsos de atenção e concentração, variações de peso e apatia são sinais de alerta.

- O tratamento deve incluir orientações nutricionais, comportamentais e psicológicas, não só para a criança, mas também para os pais e irmãos. As divergências na hora da comida causam ruídos no relacionamento entre pais e filhos e podem até interferir na relação do casal. Neste ponto cogita-se a possibilidade do uso de suplemento nutricional a ser indicado até que se solucione o problema.

Recomendável ainda que se estipule um tempo para as refeições. Crianças tidas como “difíceis para comer” gastam em média 23 minutos para completar a refeição, enquanto as demais levam cerca de 19 minutos.

Nunca é cedo demais para falarmos de saúde. São atitudes e hábitos adquiridos na infância, os maiores responsáveis pela formação de adultos saudáveis. O acompanhamento nutricional é recomendado para qualquer idade, e quanto mais cedo ele se inicia, maiores são as chances de desenvolvermos adultos sadios que buscam qualidade de vida. Vocês não concordam que é mais fácil EDUCAR do que REEDUCAR?

Déborah Pessoa de Mendonça Camargos

Nutricionista Clinlife

CRN: 6854

Exercício Físico – A cultura preventiva que a maioria não tem

São diversos os motivos que levam as pessoas a não praticarem exercício físico regular. Falta de tempo, indisposição, cansaço, stress, dores articulares e até mesmo, falas do tipo ‘eu não preciso’, são usadas pelas pessoas para justificarem a falta de hábitos de fazer exercícios físicos.

O nosso corpo esta sofrendo impactos físicos, metabólicos e mentais a todo instante. Com isso, em diversos momentos temos queixas de que o corpo não esta bem ou que tem alguma coisa errada em nosso organismo. Mas infelizmente, a maioria das pessoas tem o hábito de somente cuidar do corpo quando ele ‘reclama’, sendo que, deveríamos cuidar do corpo de forma preventiva.

Nosso corpo é uma ‘máquina muito complexa’, que devemos cuidar não somente quando percebemos que não há algo certo com ele. É preciso cuidar do corpo a todo o momento.  Os exercícios físicos bem orientados são uma maneira muito boa de prevenirmos muitas coisas. Dores articulares, desvios posturais, doenças circulatórias, são exemplos de prejuízos que poderiam ser prevenidas ou pelo menos adiado.

Vale ressaltar, que os exercícios físicos bem orientados periodicamente, já são cientificamente comprovados que previnem não somente, dores e doenças, mas também, colaboram para que nossa vida fique muito mais saudável, ativa e feliz. Ele é eficaz não apenas em sua vida, mas na vida das pessoas que você convive. Tenha sempre a cultura preventiva do exercício em sua vida e passe isso de geração para geração. Você só tem a ganhar com essa atitude.

Richardson Siqueira

Educador Físico Clinlife

CREF 018387

A Importância de Pertencer a um Grupo Social

Quando estamos rodeados de pessoas que compartilham valores ou objetivos comuns, é mais fácil nos sentirmos bem a nosso próprio respeito. E essa sensação é uma das mais importantes que há.

Quando estamos entre pares como esses, nos sentimos vistos e valorizados. Essa é a sensação básica de referência para um ser humano, de acordo com o que acredito. Sermos válidos e vistos significa que somos amados.

Ao estarmos em um ambiente de aceitação, podemos relaxar e sermos quem somos. Podemos ter defeitos, exercer nossas opiniões e sermos escutados. E é geralmente quando mais aprendemos e nos desenvolvemos.

Gostaria então de propor Três etapas para você aprimorar seus contatos sociais;

1 ª etapa:

  • Como você está de turma?
  • Onde você trabalha, sente-se acolhido em suas idéias ou é um estranho no ninho?
  • Onde ou em quais situações você mais se sentiu acolhido?
  • Com quem você se sente confortável para ser quem é? E para aprender o que gosta?
  • Onde mais pode ter esse tipo de pessoa? Liste precisamente cursos, escolas, eventos, locais de trabalho, projetos, etc.

2ª etapa:

Tente agrupar os traços comuns dessas pessoas, tipo: De que idades são? De que nacionalidades? Quais ocupações têm? De que culturas vêm? (São da sua cidade, por exemplo, ou de outra? Outro país, talvez?)

3ª etapa:

Se você já descobriu onde está sua turma (ou turmas), ótimo. O que você pode fazer para fortalecer e talvez até aumentar essa rede?

Ter uma rede forte é muito importante para seguir pela vida com segurança de que não há nada de errado conosco. Vá em frente e Procure sua turma!

 

Paula Oliveira

CRP 04/34982

Psicóloga Clinlife

Água: um elemento vital

A água é a substância mais abundante do corpo humano. Ela é um componente essencial de todos os tecidos do organismo. Apesar de não conter nenhuma caloria ou outros nutrientes, sem a água o corpo humano só continuaria funcionando por poucos dias. A perda de 20% de água corpórea pode causar a morte e uma perda de apenas 10% causa distúrbios graves.

A água desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para a digestão, para a absorção e para o transporte de nutrientes; serve de meio para uma série de processos químicos; assume o papel de solvente para os resíduos do corpo e também os dilui para reduzir sua toxicidade, ajudando no processo de excreção do corpo. Ajuda ainda a manter a temperatura do corpo estável. Além disso, a água proporciona uma camada protetora para as células do corpo e, sob a forma de líquido amniótico, protege o feto em desenvolvimento.

Muitos seguem uma alimentação balanceada, suam nas academias contudo, grande parte das pessoas acaba se esquecendo de ingerir em quantidades adequadas de água .

É muito comum observar pessoas que saem pela manhã para trabalhar e ao voltarem para casa à noite se dão conta que não ingeriram ao menos 1 copo de água durante todo dia. Existem aqueles que não sentem tanta sede e por isso, acreditam que não há problema algum ingerir uma quantidade mínima durante o dia. O que essas pessoas não sabem é que a deficiência constante desse líquido precioso no nosso corpo pode causar sérios problemas no futuro e por nossa saúde em risco.

Muitas pessoas não associam a água a uma boa alimentação, mas ela é, depois do oxigênio, a substância mais importante para a manutenção da vida. Nos próximos meses, quando a média de temperatura deverá ultrapassar os 30ºC, as necessidades serão ainda maiores e todos nós deveremos ficar atentos para repor as perdas que ocorrem nesse período.

O corpo humano perde água de várias formas. Através dos rins em forma de urina, como parte das fezes, através do processo de respiração e através da transpiração (suor). Podemos verificar que a ingestão de água está insuficiente simplesmente observando nossa urina. Quando isso ocorre, os rins tentam compensar conservando a água e, portanto excretam uma urina mais concentrada, com coloração amarelo mais acentuado. Um baixo consumo crônico de água aumenta o risco de cálculos (pedras) renais ou cálculos na bexiga

É necessário consumir mais água quando está calor, durante exercícios físicos, no caso de febres, resfriados e outras doenças. É necessário ingerir maior quantidade de água também durante a gravidez, tendo em vista a formação do líquido amniótico e o aumento no volume de sangue, e também para atender as necessidades do feto em desenvolvimento. Da mesma forma, mães com filhos que mamam no peito precisam aumentar a ingestão de líquidos para produzir leite, que contém 87% de água.

É bom lembrar também que alguns componentes da dieta aumentam a necessidade de água, como é o caso dos alimentos muito salgados. O uso de diuréticos ou outros medicamentos que aumentam o fluxo urinário requer uma ingestão adicional de líquidos.

 Uma dica é: tenha sempre uma garrafa de água ao alcance das mãos, pois a reposição de líquidos deve ser frequente e independente da sensação de sede. Além disso, se dois litros de água lhe parecem demais, saiba que parte da ingestão diária pode ser suprida com outras fontes, como sucos, água de coco, leite, frutas, chás e sopas.

 Junia Rodrigues

Nutricionista Clinlife

CRN 3683

Saia de sua zona de conforto!

As zonas de conforto são áreas no mundo exterior ou interior em onde nos sentimos tranqüilos e á vontade, enfim, confiantes nas nossas capacidades, bem, são aquelas sensações boas que todos nós desejamos sentir a todo o momento. Sempre ao nos encontramos indecisos, ansiosos ou depressivos, significa que acabamos de sair da nossa zona de conforto, seja por motivos de conhecimento ou negligencia, que representam dois grandes entraves ao desenvolvimento pessoal; mas também por bons motivos como o desafio pessoal, que significa o desejo de crescer e buscar os nossos próprios sonhos, que nos fazem enfrentar medos, lidar com fracassos.

É importante ter abertura suficiente para pensar que deveríamos estar a vontade com “tudo” e se não o estamos é porque não temos tempo para tal pois somos seres finitos com necessidades básicas e prioridades. Eu não sei falar chinês nem quero aprender agora, pois não é a minha prioridade, mas era excelente aprender um dia, pois gostava de ir á china e fazer amigos por lá falando chinês.

Devemos ter humildade para ver que muito daquilo que desejamos e não possuímos se encontra fora da nossa zona de conforto. E para o obtermos vamos necessitar sentir, intuir, pensar, planear e sem duvida agir para conseguirmos vencer os desafios, e uma vez alcançados estes são nossos, é um pouco como aprender a ler, uma vez feito muito dificilmente voltamos a esquecer.

De cada vez que traçamos uma meta, seja esta de fundo material, social, físico, psicológico, emocional ou espiritual e a alcançamos, sairemos pessoas mais alegres e realizadas. Quando começamos a sair, primeiro das nossas tocas como toupeiras, depois das nossas casas como homens e por fim dos nossos palácios como reis para ver o que há de novo a aprender, estamos no caminho certo para o Amor, Liberdade e Verdade.

 

Adrielle Ferreira

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/38423.