CURTA O FRIO E VÁ TREINAR

Está chegando o inverno, mas as baixas temperaturas já têm chegado com força total! Portanto o nosso corpo pede mais calorias para manter-se aquecido, uma vez que há a produção de calor na quebra dos alimentos, o chamado efeito termogênico dos alimentos.

Para completar surge aquela leve preguiça de treinar! Por isso esse período requer maior cuidado com a disciplina aos treinos para eliminarmos os prováveis excessos. O que não sabemos muitos de nós são os benefícios específicos de treinar nessa época do ano:

1-    Com a temperatura ambiente mais baixa o corpo vai precisar de mais calorias para se aquecer aumentando assim o metabolismo, portanto temos mais facilidade para emagrecer.

2-    A atividade física aumenta a imunidade, mas não vale começar treinar no inverno para obter esse benefício contra os resfriados visto que o corpo precisa de um tempo de adaptação.

3-    Menos correria para perder peso para o verão e os estudo comprovam que perder 2kg por mês diminui a possibilidade de recuperá-los.

4-    Produz hormônios que promovem o bem estar diminuindo o estado depressivo que ronda os dias frios.

5-    As academias ficam mais vazias e isso quer dizer mais atenção dos profissionais e um treino com menos interrupção.

Então vença a preguiça e bons treinos!

Natália Francisca Louredo

Profissional de Educação Física – CREF 026778-G/MG

DEIXE IR O QUE NÃO TE FAZ BEM!

Desapega. Deixa fluir. Joga na lixeira o que não te faz bem: os amores mal resolvidos, a mensagem não respondidas, os colegas que não sabem o  significado da palavra gratidão… vai abrindo mão aos poucos e deixa as coisas melhorarem conforme o tempo passa. Acredite: elas vão melhorar.

A sensação que nos toma quando o apego é forte, pode ser avassaladora. Pode tirar a paz, se manifestar como estresse e desencadear ondas de ansiedade e tristeza. Será que você precisa disso? De maneira nenhuma, você não precisa e nem  merece passar por este tipo de situação! Dá pra viver mais leve e com sossego, a qual merecemos.

Não é fácil abrir não dessas coisas, sejam elas coisa materiais ou mesmo sentimentos, uma vez que acreditamos precisar por algum motivo nos manter desta forma. Mas podemos tentar iniciar a mudança, e o primeiro passo é se questionar e verificar a veracidade das preocupações e culpas que estamos  vivenciando. Mas para isso é necessário realizar uma faxina emocional e botar todas essas questões pra fora, mesmo que com medo. .

A culpa é a primeira esfera que deve ser avaliada e redimensionada, será que você realmente é responsável por todos esses problemas?  Você pode ter saído da dieta ou ter burlado a atividade física da semana e nem por  isso não significa que você é uma pessoa que nunca vai conseguir ter bons hábitos de vida. Nem pense que você não é legal porque não conseguiu agradar a todos que estavam ao seu redor. Pense na qualidade das relações e expectativas que você gostaria de ter em cada uma delas. Lembre-se não podemos abraçar o mundo, mas ás vezes, podemos abraçar os que fazem  diferença no nosso cotidiano de uma forma ou de outra. Se tá difícil conseguir um emprego, não é ficar se depreciando e punindo que vai resolver o problema. Vá à luta e crie, você pode superar os obstáculos se acreditar e se esforçar.  Lembre-se o mundo não para e a única coisa que temos verdadeiramente de nossa é o momento presente.  Aproveite cada momento em sua melhor porção!

Índice Glicêmico O que é e qual a vantagem de alimentos de baixo índice glicêmico

                                                  

O índice glicêmico (IG) é a capacidade que um alimento tem em aumentar a quantidade de açúcar no sangue (glicemia), após sua ingestão, medido pela quantidade fixa da ingestão de 50g de carboidrato deste alimento.

Sempre que ingerimos carboidratos, esses entram na corrente sanguínea com diferentes velocidades, aqueles que entram mais rápido são classificados como os de maior índice glicêmico, e os que demoram mais tempo são os que chamamos de menor índice glicêmico.

Um dos fatores que interferem no valor do índice glicêmico de um alimento é o teor de fibras que ele apresenta. Levando isso em consideração percebe-se que um mesmo grupo de alimentos pode apresentar índices glicêmicos diversos. O processamento do alimento também irá interferir no seu IG. Por exemplo, alimentos cozidos apresentam IG maior que quando crus.

 

A elevação da glicose provoca um aumento da insulina, que é responsável por jogar glicose para o interior da célula e gerar energia. Insulina em excesso baixa rapidamente a taxa de glicemia, provocando hipoglicemia e fome.

 

O índice glicêmico usa uma escala que vai de 0 a 100. Sendo que alimentos que apresentam baixo IG são aqueles com valores menores que 55; médios entre 55 e 70 e acima desse valor, alto IG.

 

Um outro indicador recente (1997) que possibilita um melhor controle sobre o aumento da glicemia sanguínea é a Carga Glicêmica (CG). Enquanto o IG mede a velocidade com que o alimento eleva a glicose sanguínea, a CG nos dá a quantidade de carboidrato disponível em uma porção do alimento. O cálculo para determinar a CG é feito utilizando o índice glicêmico (CG = IG x Teor CHO disponível na porção do alimento/ 100).

Se o número final for menor ou igual a 10, o alimento tem baixa CG; de 11 a 19, ela é moderada; acima de 20, alta.

Para entender melhor a relação entre IG e CG veja um exemplo concreto. A melancia tem alto IG (igual a 72). Mas para se obter 50g de carboidratos disponíveis na melancia, fruta rica em água e fibras é necessária mais de quatro porções normais. Em ½ copo, sua porção normal, encontra-se apenas 5,75g de carboidratos. Ao fazer a equação (5,75 x 72 / 100), o resultado de 4,14 mostra uma CG baixa. Algo que pode perfeitamente ser consumido sem afetar uma dieta que visa o equilíbrio do açúcar no sangue. A CG mostra que é possível incluir alimentos com IG alto nas refeições. Inclusive porque eliminar alimentos como frutas, cereais, verduras e legumes com IG alto podem levar à carência de vitaminas, sais minerais e outros nutrientes importantes para o organismo.

Você tem defendido ou atacado o seu Sistema Imune?

Já parou para observar se você tem ficado doente com muita facilidade. Se, sim cuidado isso pode ser sua imunidade que está baixa; pois gripes freqüentes, resfriados, infecções recorrentes e infecções que se agravam a coisa mais sérias não é normal.

O nosso sistema imunológico é um complexo de sistemas diferentes que funciona de maneira coordenada para defender o organismo de infecções, através de múltiplos órgãos como: gânglios linfáticos, medula óssea, glóbulos brancos, fígado, baço e outros onde existem representantes locais do sistema imune, como o cérebro.  Em cada órgão existem células com funções de reconhecer os patógenos (bactérias, fungos e vírus, por exemplo) e outras para responder contra os mesmos.

Acreditamos que estas infecções ocorrem devido à mudança climática devido às estações do ano como o inverno. Momento em que ficamos mais suscetíveis devido há falta de preocupação com a imunidade e também pela alteração entre baixas e altas temperaturas.

Mas é a nossa resposta imunológica que determina a aquisição ou não de uma determinada doença, e a duração da mesma. Daí a importância de estarmos com o nosso sistema preparado e resistente para combatê-los, mas se não pensamos nisso antes esse é um bom motivo para aprendermos como iremos fortalecer mais os soldados do seu sistema.

A alimentação é primordial para um sistema imune intacto, pois as reações de defesa, proteção e expulsão dos invasores também necessitam de energia e de vários nutrientes para a formação das células e da barreira anatômica. A alimentação tem poder de turbinar, mas desde que se tenha um hábito regular e constante e não apenas quando sentimos que algo não vai bem.

Para garantir o bom funcionamento do sistema imunológico não é complicado, é mais fácil do que se imagina. Pois os alimentos contêm substâncias bioativas que podem estimular o sistema, aumentando a resistência contra bactérias e vírus.

Mas devemos nos atentar há alguns cuidados, pois alimentação rica em açucares, principalmente o refinado, interfere diretamente na capacidade das células brancas (células de defesa) do sangue para destruir as bactérias.

Já o consumo de álcool também compromete a resposta imunológica, por se ligar a certas infecções e em casos mais graves em até algumas formas de câncer. E, as gorduras negativas não deixam de reduzir a atividade das células protetoras.

Agora se acrescentar no seu plano alimentar vitamina C (acerola, laranja, abacaxi, couve, brócolis, dentre outros) que aumenta a produção das células de defesa iremos aumentar a resistência a infecções.

Com a vitamina E (arroz integral, abacate, gema de ovo) em conjunto com a vitamina A (abóbora, fígado, espinafre, damasco); e com o mineral selênio (castanha do pará, ovo, alho e gengibre), iremos ter um potente antioxidante, imunoestimulante, desintoxicante e antiinflamatório que favoreceram ao retardo do envelhecimento.

E, já a vitamina B6 (semente de girassol, banana, cenoura, nozes) aumentará a imunidade geral do organismo, por ter ação protetora contra o câncer e ajuda a controlar alguns tipos de diabetes.  Enquanto o mineral zinco (semente de girassol, soja, banana, cenoura) atua na reparação dos tecidos e na cicatrização de ferimentos.

Pronto! Com estes nutrientes você já pode montar um prato bem colorido e saudável, pois quanto mais colorido maior é a diversidade de vitaminas e minerais.  E não se esqueça: A DEFESA É SEMPRE O MELHOR ATAQUE!

Alcimara Macieira

Nutricionista – Equipe Clinlife

CRN9-4284

Gorduras boas e ruins

 

Tem aumentado muito o interesse e preocupação das pessoas em relação à alimentação e as propriedades dos alimentos consumidos. Elas geralmente buscam as informações nos rótulos dos alimentos, mas será que sabem interpretar as diferenças?

Em se tratando de gorduras temos três classificações principais, são elas:

Gorduras trans: é obtida a partir de um processo de industrialização denominado hidrogenação, feito a partir da gordura hidrogenada. Esse processo foi desenvolvido com a intenção de deixar os alimentos mais saborosos, crocantes e ainda aumentar a validade dos produtos.  O problema é que o corpo não reconhece a gordura trans e acaba armazenando-a. Isso pode levar futuramente ao surgimento de doenças crônicas como dislipidemias, diabetes e cardiopatias.

Gordura saturada: em temperatura ambiente, encontra-se na forma sólida ou semi-sólida e geralmente é de origem animal (leite e derivados, por exemplo) e algumas fontes vegetais (óleo de palma e de coco). Deve ser consumida sim, porém, com moderação para não gerar desequilíbrio na relação entre o colesterol HDL e o LDL, respectivamente, o colesterol “bom” e o “ruim”.

Gordura insaturada: é mais saudável e benéfica. É classificada em monoinsaturada (MUFA), como o azeite de oliva e poli-insaturada (PUFA) como o óleo de peixe – ômega 3. Geralmente é encontrada na forma líquida em temperatura ambiente.

As gorduras insaturadas desenvolvem importante função de proteção cardiovascular e cerebral.

Alguns alimentos de origem vegetal como óleo de linhaça, chia e nozes são fontes vegetais de gordura poli-insaturadas.  Já os peixes de águas salgadas como salmão, sardinha e arenque são ótimas fontes animais de gorduras insaturadas, em especial o EPA e DHA (constituintes do ômega 3). Os alimentos fontes de gorduras monoinsaturadas são azeitonas, sementes oleaginosas (castanhas, nozes, abóbora, chia) e abacate.

O consumo regular das gorduras insaturadas é essencial ao bom funcionamento do organismo. O ideal é incluir diariamente alimentos fontes de gorduras insaturadas e evitar o consumo de alimentos que contenham gorduras trans. A suplementação com EPA e DHA também é muito importante, converse com seu nutricionista para saber qual é o mais indicado para você!

 

Fernanda R. Andrade

Nutricionista Clinlife

CRN 11.100

 

 

 

As competências necessárias para o emagrecimento

Efeito sanfona, boicote à dieta, assalto noturno à geladeira, preguiça de ir à academia.  Tudo isso pode ser culpa do inconsciente. “O corpo é o reflexo do que existe dentro da pessoa e essa imagem está atrelada às emoções. As pessoas são bombardeada diária com informações sobre  o que devem ou não comer para não engordar, mas o inconsciente grava emoções que levam a ingerir gordura, mesmo sem querer ou precisar.

Esse boicote acontece por conta de um efeito chamado sincronismo. Quando o inconsciente detecta que o corpo está diferente do registrado por ele, ou seja, com mais gordura, libera os impulsos que fazem abrir mão da dieta por qualquer motivo. Para se ter uma ideia, a velocidade de processamento do nosso racional é de 40 impulsos neurais por segundo. Já o nosso inconsciente processa 40 milhões de impulsos neurais por segundo. Ou seja, na hora que dá o play, a informação que chega primeiro é a de que o corpo precisa de gordura. Por isso que, por mais dietas que se faça, é sempre mais delicado  alcançar o objetivo final e acabar com o efeito sanfona.

O processo de reeducação alimentar vai além de uma boa orientação nutricional e atividades físicas, faz-se necessário desenvolver algumas competências que irão fortalecer as escolha por um estilo de vida mais saudável e equilibrado tais como:

• Força de Vontade
• Planejamento
• Disciplina
• Autocontrole
• Autoconfiança
• Autoestima elevada
• E outras que muda conforme a necessidade individual

O desenvolvimento de competências está relacionado a treinamento e inteligência emocional. Não é tão fácil quanto dizem seguir as regras da dieta, ter força de vontade pra treinar todos os dias e sem pular nenhum exercício, não quebrar na corrida… e por aí vai.

O grande problema é que a maioria das pessoas ainda pensa apenas na parte física e biológica do processo de emagrecimento e esquecem que existe toda uma parte interna e psíquica que interfere MUITO nos resultados.

Existem crenças em nossa cabeça que nos fazem agir como agimos. Por isso as pessoas falam tanto de hábitos alimentares, na verdade, eles contêm hábitos afetivo-emocionais por trás (inconsciente ou consciente), alguns exemplos são: você come chocolate porque isso te remete à sua infância na casa da vó, você come fritura porque sua mãe cozinhava para a família nos finais de semana, você não consegue abrir mão da carne vermelha porque te lembra de seu pai, você não tem autocontrole para recusar um sorvete após o almoço porque sempre ouviu que só um pouquinho pode e tantas regras mais que regem nossa vida sem que percebamos.

Por isso, se você está decidindo reeducar seu corpo para uma estética mais saudável, lembre-se de reeducar sua mente. Nosso corpo e comportamento são consequência do que pensamos e se você não ajustar a psiquê, o efeito sanfona vem com tudo e forma uma música bem triste na sua cabeça.

Eu sei que ninguém quer isso viver de vai e vem, mas a oportunidade de mudança está em suas mãos. Se previna da autossabotagem e procure um psicólogo que pode te auxiliar a desenvolver essas competências fundamentais para o seu processo de emagrecimento e muito, além disso, para uma vida mais harmônica e equilibrada.

Thais Martins Santos

Psicóloga Clinlife

CRP 04-24638

O que são alimentos funcionais e para que servem?

 

 

Alimentos funcionais são alimentos ou ingredientes que oferecem benefícios à saúde, além de suas funções nutricionais básicas. Eles podem, por exemplo, reduzir o risco de doenças crônicas degenerativas, como câncer e diabetes, entre outras.
Mas os alimentos funcionais não atuam como medicamentos. Então, para que seus benefícios sejam alcançados, é preciso consumi-los de maneira regular, incluindo principalmente vegetais, frutas cereais integrais na rotina alimentar. Afinal, grande parte dos componentes ativos estudados se encontra nesses alimentos.
Um detalhe fundamental para o consumo eficaz dos alimentos funcionais, eles só trazem benefícios quando combinados a uma dieta equilibrada e balanceada. Não adianta utilizar um alimento para controlar o colesterol, por exemplo, se o consumo não for combinado a uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol.

Conheça alguns compostos funcionais e para que servem e em quais alimentos são encontrados:

-Isoflavonas
Para que servem: Ação estrogênica (reduz sintomas da menopausa) e anti-câncer. Onde encontrar: Soja e derivados.

- Proteínas de soja

Para que servem: Redução dos níveis de colesterol. Onde encontrar: Soja e derivados.
- Ácidos graxos ômega-3

Para que servem: Redução do LDL – colesterol; ação antiinflamatória; indispensável para o desenvolvimento do cérebro e da retina de recém nascidos. Onde encontrar: Peixes marinhos como sardinha, salmão, atum, anchova, arenque, etc.
- Ácido a – linolênico

Para que serve: Estimula o sistema imunológico e tem ação antiinflamatória.
Onde encontrar: Óleos de linhaça, soja, nozes e amêndoas.
- Catequinas

Para que servem: Reduzem a incidência de certos tipos de câncer, reduzem o colesterol e estimulam o sistema imunológico. Onde encontrar: Chá verde, cerejas, amoras, framboesas, mirtilo, uva roxa, vinho tinto.

-Licopeno
Para que serve: Antioxidante, reduz níveis de colesterol e o risco de certos tipos de câncer, como de próstata. Onde encontrar: Tomate e derivados, goiaba vermelha, pimentão vermelho, melancia.

-Luteína e Zeaxantina

Para que servem: São Antioxidantes; protegem contra degeneração macular.
Onde encontrar: Folhas verdes (luteína). Pequi e milho (zeaxantina).

- Flavonóides

Para que servem: Atividade anti-câncer, vasodilatadora, antiinflamatória e antioxidante. Onde encontrar: Soja, frutas cítricas, tomate, pimentão, alcachofra, cereja.

- Fibras solúveis e insolúveis

Para que servem: Reduzem o risco de câncer de cólon; melhoram o funcionamento intestinal. As solúveis podem ajudar no controle da glicemia e no tratamento da obesidade, pois dão maior saciedade. Onde encontrar: Cereais integrais como aveia, centeio, cevada, farelo de trigo, etc; leguminosas como a soja, feijão, ervilha, etc;  hortaliças com talos e frutas com casca.

- Prebióticos – frutooligossacarídeos, inulina

Para que servem: Ativam a microflora intestinal, favorecendo o bom funcionamento do intestino. Onde encontrar: Extraídos de vegetais como raiz de chicória e batata yacon.

- Probióticos – Bífidobacterias e Lactobacilos

Para que servem: Favorecem as funções gastrointestinais, reduzindo o risco de constipação e câncer de cólon. Onde encontrar: Leites fermentados, Iogurtes e outros produtos lácteos fermentados.

                                                                                            Luana Gomes de Melo

Nutricionista Clinlife

CRN – 5963

Treinamento Intervalado Emagrece?

Muito se fala sobre os benefícios do exercício físico sobre a saúde. Sabe-se que o excesso de peso aumenta a probabilidade de se desenvolver doenças como: hipertensão, diabetes, problemas articulares e ósseos, etc. Entretanto, algumas pessoas têm dificuldade de aderir a um programa de treinamento ou até mesmo de continuar treinando de forma frequente.

O treinamento intervalado seja de leve, moderada ou alta intensidade é caracterizado pela alternância entre o tempo de estímulo e de recuperação, sendo que tanto o estímulo quanto a recuperação (passiva ou ativa) variam de acordo com o condicionamento físico de cada aluno. Ou seja, todas as pessoas podem realizar esse tipo de treinamento, pois quem vai determinar como ele será realizado é o treinador baseado em testes e avaliações que garantirão a segurança e a eficácia do treinamento.

Dentre os resultados principais do treinamento intervalado o que se observa é uma melhora do condicionamento físico, da composição corporal (redução do percentual de gordura), do peso na balança e a melhora da taxa metabólica de repouso (ou seja, essa pessoa vai utilizar mais “energia” para realizar as mesmas atividades cotidianas).

Por proporcionar períodos de recuperação, esse tipo de treinamento pode ser prescrito tanto para os indivíduos treinados quanto para os iniciantes, e tem apresentado excelente adesão por parte dos alunos iniciantes por causar menores níveis de fadiga após os treinos. O mais importante é o profissional identificar o nível de condicionamento físico do aluno e evoluir de forma progressiva, e o que se verifica é que o nível de fadiga ocasionado pelo treinamento intervalado é menor e atribui-se isso ao fato do aluno conseguir realizar de forma intermitente quantidades de trabalho e de intensidade semelhantes ao treinamento contínuo. Além disso, existe uma facilitação da musculatura para suportar exercícios de maior intensidade de forma gradativa.

Portanto, se você tem dificuldade de aderir a um programa de treinamento ou quer melhorar a performance, experimente o treinamento intervalado e surpreenda-se com os resultados. Treinamento intervalado contribui para auxiliar no processo de emagrecimento sim!!!

Isabel Cristina

Profissional de Educação Física Clinlife

CREF.: G/MG 19.364

O inverno e nosso estado emocional!

No inverno é comum algumas pessoas relatarem que ficam mais introspectivas, mais centradas em si e até um pouco mais tristes…  Isso pode acontecer porque com o frio tendemos a nos isolar mais sociamente.

Existe uma ligação também com a maior produção de melatonina no frio. A melatonina é um hormônio secretado pela glândula pineal. A glândula pineal é a responsável por secretar substâncias que controlem a regulação endócrina, o ciclo de sono e vigília, do sistema imunológico, entre outros.

Esse hormônio passa a ser liberado na ausência de luz. No inverno, existe menos luz, pois escurece mais rápido, assim sendo produzimos mais melatonina. Como a melatonina é o regulador natural do sono, automaticamente passamos a sentir mais sono, a ficar mais caseiros e um pouco mais isolados.

Precisamos prestar atenção para que continuemos a ter nossa vida social pois, devido a termos mais sono, não deixarmos que isso influencie de forma negativa em nossa vida. Ao acordarmos, ao invés de reclamar que queríamos ficar mais na cama, no quentinho dos cobertores, no soninho bom que ainda não se foi, pense que aquele será um grande dia e que você teve a oportunidade de acordar para vivenciá-lo. Salte da cama com pensamentos positivos, tome um banho bem quentinho, uma xícara de café e imagine que aquele será um dia de novas oportunidades. Os pensamentos positivos sempre nos ajudam há termos um dia melhor.

Lembre-se também que, no inverno, nosso corpo gasta mais energia para se manter aquecido, sendo assim, passamos a sentir mais fome.Abuse dos chás quentes, sopas leves de legumes e não se esqueça que continuar as atividades físicas é de suma importância. Não somente para evitar que engordemos (como sentimos mais fome, passamos há comer um pouco mais). Mas, sobretudo, para continuar liberando endorfina, que é o hormônio do bem estar liberado durante as práticas de atividades físicas. Considerada um analgésico natural, a endorfina ajuda na redução do estresse e ansiedade, aliviando as nossas tensões.

Precisamos usar o frio a nosso favor, não deixando que o desânimo tome conta, que a vontade de não sair da cama prevaleça. Redobrar ainda mais a atenção e cuidado conosco, para que fiquemos ainda mais elegantes, mais saudáveis e mais animados durante esta estação do ano.

Convide os amigos para uma boa sessão de cinema, em casa mesmo, com edredons, brincadeiras e diversão.

Lembremos sempre que a estação passa, virão outras, então saibamos aproveitar muito bem a beleza que cada estação do ano trás!

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP: 35.330

RISCOS DA ALIMENTAÇÃO MODERNA

Você já parou para ver como a maioria das pessoas come mal?

 

Muito trabalho, pouco tempo, alimentos excessivamente industrializados cheios de calorias vazias que não nutrem o corpo, mas entopem as artérias com colesterol e adicionam alguns milímetros a mais de gordura aos nossos quadris e cintura a cada dia. Some isso ao sedentarismo e então temos a fórmula perfeita para deteriorar o nosso corpo e o mais importante, nossa saúde.

Num mundo acelerado como o nosso, qualquer coisa que nos ofereça comodidade e conveniência a baixo custo, tem futuro garantido. É por ir ao encontro dessas nossas, chamemos-lhes necessidades, que a indústria do “fast food”, delivery, self-service e rodízios tem conseguido enraizar nas nossas vidas.

Existem restaurantes de fast-food e de entregas por todo o Brasil, até mesmo em universidades, livrarias e hospitais. Alguns críticos culpam a dependência cada vez maior desse tipo de alimentação, com alto teor de calorias e gorduras e as porções gigantescas como fator responsável por 40% dos brasileiros adultos estarem acima do peso.

A maior parte dos alimentos de fast-foods tem alta concentração de gordura saturada. Alimentos fritos – sobretudo batatas fritas – também costumam ter níveis significativos de gorduras trans, as gorduras artificiais que são criadas quando o hidrogênio é adicionado ao óleo vegetal para torná-lo mais sólido e estável. As gorduras trans são tão prejudiciais à saúde – ou mais – do que as gorduras saturadas. Os açúcares não ficam de fora como os sorvetes, milkshakes, tortas entre outros.

Para lutar contra a falta de tempo sem apelar para a facilidade dos fast food, os restaurantes self service podem tornar uma boa opção. O motivo é simples: aliam a variedade no menu à rapidez que você procura.
Mas uma das vantagens pode esconder um grande problema: como montar um prato que obedeça às necessidades nutricionais e não extrapole as calorias da dieta, diante de tantas opções?

Cara-a-cara com tantas bandejas apetitosas no buffet, que costuma ir de saladas até macarrão ao molho branco, a fome pode se transformar em isca para tentações que transbordam calorias.

Quem não tem tempo para preparar refeições incrementadas não precisa viver de fast food, pode optar por restaurantes self service com opções mais saudáveis. Já para quem tem esse tempo disponível, faça receitas mais leves e fáceis de preparar. Sua nutricionista pode te ajudar!

Juliana Castilho
Nutricionista Clinlife
CRN 4524