Será que preciso ser tão perfeito?

Perdoe suas próprias limitações. Ninguém é perfeito, e todos temos forças e fraquezas. Isso não quer dizer que você não deve tentar se superar; você pode sempre melhorar ou aprender algo novo, mas há momentos em que você vai ter que se contentar com o que você já sabe e o que pode fazer com isto. Não perca muito tempo se preocupando com o que você não pode (ainda) fazer.

Pense no que é realmente importante no momento.  Será que o seu objetivo  é ser perfeito e ter um resultado perfeito, ou será terminar algo?

O perfeccionismo normalmente é visto como o oposto de um resultado no tempo certo devido à incerteza que vem com ele, que leva a atrasos.

Defina o seu objetivo. Saber o  alcançar não só orienta  a  direção certa, mas ajuda também a identificar quando alcançou sua meta.

Comece. Mesmo se não tiver certeza que vai dar certo, tente. Você pode se sair melhor do que esperava, ou a tarefa pode ser mais fácil do que imaginou. Mesmo se a sua primeira tentativa não lhe levar a lugar algum, talvez você saiba onde ou a quem perguntar. Ou então, você pode descobrir por conta própria. Na maioria das vezes, você vai descobrir que as barreiras que imaginou só parecem maiores do que realmente são.

Planeje-se para um  determinado limite de tempo.

Ao trabalhar em um projeto mais longo ou detalhado, um prazo, preferencialmente auto-imposto, pode fazer com que você inicie e continue a trabalhar sem se preocupar demais com os detalhes. Divida uma tarefa grande em partes menores ou em objetivos intermediários.

Ensaiar não é algo exclusivo dos artistas.

Crie oportunidaes para que você  possa  aprender levando em conta que os  erros  podem até acontcer. . Ensaie. Pratique. Experimente.  Durante estes processos, mande seu crítico interior sair para passear, deixando-o livre para aprender e experimentar sem a preocupação de que você pode errar.

Admita que, para muitas atividades, especialmente as que exigem um elemento criativo, não existe uma maneira certa, uma resposta certa. Se você for avaliado, será em um nível subjetivo. Você não vai conseguir agradar todos que lerem seu texto ou verem sua pintura, por exemplo.

Reconheça a beleza e os benefícios das coisas imperfeitas. Harmonias dissonantes em uma música podem criar um clima de tensão ou drama. Folhas deixadas no chão separam as raízes das plantas e se decompõem para nutrir o solo.

Reflita sobre seus insucessos  . Falhar é relativo. Talvez você tenha achado que os biscoitos ficaram meio passados, mas todos comeram. Como a pessoa que os fez, você sabe mais sobre o que aconteceu do que todos os outros. Quem se beneficia do seu trabalho se importa mais com o resultado e pode nem perceber o processo que levou a tal. Pense no que você aprendeu com suas falhas e como isto pode lhe ajudar a fazer melhor da próxima vez.

Reflita sobre o seu sucesso. Pense em algo que você tenha feito que foi bem sucedido. Pode não ter sido perfeito, mas ainda alcançou um objetivo. Provavelmente, você experimentou alguma incerteza no processo. Suas preocupações podem lhe manter longe de problemas, mas não deixe que isto lhe impeça de agir. Ao invés de fazer as coisas com perfeição, faça as coisas de forma bem sucedida.

 

Mudanças!

Você se considera uma pessoa aberta às mudanças, ao novo? Ou acha que o novo traz medo e insegurança, então prefere ficar na chamada “zona de conforto”, mesmo que não esteja tão confortável assim?

De acordo com o Dicionário Aurélio, mudança significa o ato de mudar, alteração. Modificação, transformação.

Sabemos que mudanças nem sempre são fáceis, pois abraçar o novo significa abandonar o familiar, a rotina confortável, buscar algo até então desconhecido. E o desconhecido pode causar medo.

Cada pessoa comporta-se de uma maneira quando o assunto é mudança. Até mesmo porque isso depende da história pessoal de cada um, das suas experiências, das memórias formadas… Enfim, o valor dado ao que se está deixando para trás é individual.

Para uns, deixar para trás um emprego onde se está insatisfeito e buscar  um que se considera melhor pode ser um alívio; já outros podem achar que nunca conseguirão algo melhor, que o ideal é se contentar com aquilo que se  tem.
A resposta ao novo pode depender da história de cada um, mas também depende de uma outra estrutura: a maneira automática como o cérebro reage ao novo e desconhecido.

Nosso cérebro responde de uma forma ao que é novo e de outra ao que é desconhecido.

Isso porque a amígdala ( pequena estrutura em forma de amêndoa, situada dentro da região Antero-inferior do lobo temporal) é fundamental para a auto-preservação, por ser o centro identificador do perigo, organiza uma reação de ansiedade e temor frente ao desconhecido.

Porém, a região do estriado ventral (localizada na área primitiva do cérebro), gera, ao contrário, desejo, motivação e expectativas positivas sobre o que é novo.

Em algumas pessoas, o sistema que gera angústia frente ao desconhecido é mais forte do que em outras – e também mais forte do que o outro sistema que simultaneamente nos atrai ao desconhecido.

Por tudo isso, é possível ter sentimentos aparentemente contraditórios em relação a uma mudança: sentir-se ao mesmo tempo angustiado, empolgado e aliviado, ou destemido, mas saudoso.

Se você se identifica com a situação acima, saiba que isso é comum e bem normal de acontecer. Porém podemos e devemos sempre procurar mudar nossa maneira de enxergar a situação.

Nem sempre teremos controle das situações, mas podemos e devemos ter o controle de como reagiremos frente a elas: abraçar a mudança,  olhar a questão de forma realista, encontrando os pontos positivos que aquilo pode trazer e ir em busca da realização deles.

Buscar sempre enxergar o melhor e transformar limões azedos em limonadas refrescantes! Pense que as mudanças podem causar medo, porém podem ser a chave daquela porta que você tanto deseja entrar!

Aqueles  que têm tendências naturalmente pessimistas podem praticar atitudes positivas e buscar conscientemente enxergar as vantagens do novo.

O primeiro requisito é tornar-se ciente dos seus sentimentos, para então poder agir sobre eles.

Não tenha medo das mudanças….tenha medo da falta delas!

 

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP: 35.330

 

Dieta Desintoxicante

Para quem exagerou em um final de semana e adquiriu um quilinho extra no organismo, as frutas podem ser uma excelente opção no outro dia, e dá sim para perder de forma saudável, 1 quilo em apenas 1 dia. É o que chamamos de dieta desintoxicante.

Por serem alimentos saudáveis, naturais e ricos em fibras, as frutas contribuem verdadeiramente para fazer uma limpeza no organismo. É inevitável que no dia-a-dia comamos alimentos muito intoxicados, ou ricos em gorduras ou ainda pior carregado de microorganismos prejudiciais. As frutas ajudam bastante para a eliminação rápida desses agentes indesejáveis, sem contar que elas também impedem a retenção de líquidos, o que proporciona de maneira rápida uma aparência de desinchaço na região abdominal.

Comer apenas frutas durante todo o dia, e ter um almoço normal, sem exageros, a pessoa perderá facilmente um quilo. Mas isso serve apenas para um dia, no outro já não é mais garantida essa perda de peso. Entretanto, isso já prova a eficácia das frutas para a manutenção do peso. Portanto, não se restrinja nunca de comer qualquer tipo de fruta, as tropicais, as cítricas, as doces, as ácidas, todas são de extrema importância para o corpo. Elas possuem muitas vitaminas, dentre elas aquelas que são essenciais para deixar cabelos, unhas e peles mais bonitas.

As frutas possuem muitas fibras, e ao ingeri-las a pessoa sente uma sensação mais rápida de saciedade, o que impede que ela venha a comer outros alimentos que até poderiam levar ao ganho de mais peso. Portanto abuse desses produtos naturais tão disponíveis e variados no mercado, substitua algumas refeições diárias por eles. E nunca se esqueça de procurar por um médico e ou nutricionista, antes de se iniciar qualquer tipo de dieta ou regime.

Nutricionista: Junia Rodrigues

CRN 3683

 

Você bebe suco ou açúcar?

Você sabe a diferença entre suco, néctar e refresco? Acha que os sucos de caixinha são mais saudáveis que os refrigerantes?
A diferença entre esses produtos está na concentração da fruta e nos ingredientes de adição contidos em cada um deles. Desde 2009 a legislação obriga os fabricantes a destacar no rótulo o que é néctar, suco e refresco, mas nem sempre essas informações aparecem de forma clara para os consumidores.

Veja o que diz a legislação:
Refresco: Deve conter mínimo de 5% de suco de fruta. Possuem como aditivos: Corantes e conservadores.  Açúcar: qualquer quantidade.
Uma pesquisa publicada pelo IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do consumidor) em fevereiro de 2014 mostrou que nos refrescos em pó há 19 vezes mais açúcar do que fruta.
Néctar: Deve conter mínimo de 20% de suco de fruta. Possuem como aditivos: Corantes e conservadores.  Açúcar: Não há limite máximo.
A partir de janeiro desse ano, os néctares de laranja e uva deverão conter o mínimo de 40% de suco de fruta e a partir de 2016 passará para mínimo de 60%.
Suco: 100% suco de fruta. Não contem conservadores. Se for adoçado, deve vir escrito na embalagem “com adição de açúcar”, sendo o máximo de 10%.

Para garantir maior qualidade nutricional para você, seguem algumas dicas:
*Prefira sucos feitos da fruta in natura. Se possível, não coe para não perder as fibras.
*Evite o açúcar de adição. A maioria das frutas dispensa seu uso. Se necessário, opte entre mel ou xarope de agave – substitutos naturais do açúcar.
*Para os momentos que exigem maior praticidade, escolha os sucos integrais. Hoje no mercado encontramos com mais facilidade os de uva e laranja, mas as opções têm aumentado.
*Se optar pelos néctares, busque no rótulo aquele que tenha maior concentração de fruta e menor de açúcar.
*As águas saborizadas são ótimas opções para quem quer se hidratar e tem dificuldade para tomar água. Adicione a fruta de sua preferência e algumas folhas hortelã ou gotas de limão.

Mas se você deseja um baixo consumo de calorias sem perder nenhum nutriente o consumo da fruta em sua forma natural será sempre a melhor opção!

Karoline Martins

Nutricionista – Clinlife Brasília

CRN 5616

Como driblar o desânimo e começar a praticar Atividade Física

Mais do que um grande aliado para a perda de peso e para alcançar o corpo desejado, a prática de atividade física deve ser considerada fundamental para a saúde física e psicológica do ser humano.

Muito se fala da capacidade dos execícios físicos liberarem endorfina, dopamina e demais hormônios ligados a sensação de prazer e relaxamento. No entanto, é comum muitas pessoas terem dificuldade em sentir esses benefícios e abandonarem a prática de atividades físicas.

É importante conhecer bem seu corpo, suas restrições médicas e levar em consideração suas preferências, quanto ao tipo de atividade física. Quanto maior a sua afinidade com a atividade, ou quanto mais rápido o resultado dela (musculação, por exemplo), maiores as chances de que você persista nela.

O acompanhamento de um bom profissional de educação física é fundamental para que juntos, possam traçar suas metas (sempre de forma gradativa), seja ela emagrecimento, ganho de massa ou mesmo, melhor qualidade de vida. Buscar com o profissional, as alternativas de atividade física que mais se enquadram no seu perfil é uma forma de se identificar e aprender a gostar da mesma.

Veja algumas sugestões para começar (ou voltar) já, a praticar atividade física:

* Procure um médico capacitado para lhe orientar sobre seu estado de saúde. É fundamental estar com a saúde em dia e ter sim, um acompanhamento com um profissional capacitado.

* Conheça a academia que pretende frequentar. Faça uma aula experimental, converse com os alunos. Saiba sobre o profissional. Sinta-se segura (o).

* Procure fazer aulas experimentais. Cada pessoa possui um perfil psicológico diferente e suas preferências. Eu posso gostar de musculação e você não, eu posso gostar de aulas de aeróbica e você preferir aulas de Muay Thay. Conheça suas preferências e suas opções.

* Adapte suas preferências com a orientação do seu profissional. Eu posso gostar de correr, mas posso ter alguma restrição que me impeça. Portanto, é fundamental conhecer as opções, mas adaptá-las a sua realidade.

* Descubra o horário que é melhor para você. Cada pessoa tem um horário que se sente mais disposta e esse deve ser o horário para fazer atividade física. Ao menos no início, quando você ainda precisa habituar seu corpo ao novo estímulo.

* Da mesma forma que cada exercício age de uma determinada forma em seu corpo (área trabalhada) e que leva um determinado tempo para o resultado, entenda que cada organismo responde de forma diferente ao estímulo. Portanto, nada de comparar seus resultados com de outras pessoas;

* Utilize sempre roupas que lhe deixem confortáveis. Não se preocupe com tendências e modismos.

* Faça um compromisso com você mesma(o). A ideia é que se desafie a cumprir a rotina proposta pelo seu profissional de educação física. Estabeleça um prazo mínimo de 06 meses e comece já.

* Vá com preguiça, vá com sono, vá cansada, mas vá! Quando estiver calor, quando estiver chovendo. Simplesmente vá! Não crie desculpas.

* Programe o seu horário de atividade física como um horário obrigatório. Tire da sua mente que é uma atividade apenas de laser ou de pouca relevância. Temos a tendência de deixarmos para segundo plano o que não nos é obrigatório.

* Há pesquisas recentes, que dizem que um dos melhores lugares para conhecer novas pessoas e fazer novas amizades (ou iniciar relacionamentos afetivos) é na academia.

* Você pode até não perceber mas logo que começa a malhar, os hormônios ligados ao bem-estar permanecem circulando no seu organismo. Isso quer dizer que seu estresse no dia a dia será menor e com isso, a sensação de cansaço no final do dia também;

* Com menos estresse, você sorrirá mais e será mais agradável com todos ao seu redor. Um ambiente mais tranquilo e harmonioso. Você acaba se tornando uma pessoa mais receptiva…

* Quando você estimula os músculos, ele impulsiona a circulação de sangue no organismo (o que aumenta a circulação de oxigênio nas células). Literalmente, novo fôlego para o corpo e para a mente! Muito mais disposição!

* Quando estamos com dificuldade em encontrar solução para um problema, nos sentindo angustiados e com aquela sensação de opressão, a prática de atividade física consegue não apenas liberar os hormônios supressores do estresse e a oxigenação do cérebro, como também o relaxamento muscular. A descarga de adrenalina, consegue fazer com que o corpo se sinta descarregado de toda tensão pré-existente.
Depressão passa longe de quem pratica atividade física!

O mais importante é entender que a premissa de praticar atividade física, não deve ser apenas o emagrecimento ou o corpo ideal. Devemos ter em mente, que o corpo humano deve receber constante estímulo.

Qualidade de vida deve ser nossa busca constante e incluir atividade física em sua rotina deve ser visto com normalidade, como uma necessidade básica (como comer, ir ao supermercado, trabalhar).

Descubra qual atividade lhe dá mais prazer. Não acredite que apenas aeróbico e musculação fazem uma academia! Ainda há a rua e o parque, para caminhadas, corridas, para andar de bicicleta, patins e etc. Há muito mais a ser explorado! Vá dançar, fazer Ioga, Pilates, Natação…

O que você precisa é fazer alguma coisa hoje, por você amanhã!

 

Bruna Souza

Marketing e Relacionamento

Clinlife Brasília

 

“Eu não consigo emagrecer”

Qualquer semelhança é mera coincidência. Não venho aqui para falar de dietas revolucionárias, mas sim de pensamentos arbitrários que tendem a ser deterministas e podem ir de encontro ao nosso processo de mudança, no caso em questão cito um pensamento comum das pessoas que se propõem a entrar em um processo de emagrecimento e muitas vezes desistem no primeiro obstáculo.

Os chamados “pensamentos disfuncionais” são formulados através de falas que ouvimos de pessoas próximas ou mesmo de experiências isoladas que tivemos ao longo de nossa vida. São disfuncionais pois em algum momento específico aprendemos a nos comportar de determinada forma e generalizamos essa forma de agir para contextos diferentes. Um exemplo é quando nossos pais nos ensinam que ao atravessar a rua precisamos olhar para os dois lados para ver se vem carro e diante de uma rua de mão única, continuamos a olhar para os dois lados para então atravessar. Nesse exemplo, o olhar para os dois lados é disfuncional pois não se aplica a este contexto.

O mesmo ocorre quando tomamos como única uma experiência negativa que tivemos frente a uma tentativa de fazer uma dieta de emagrecimento. Baseados em experiências anteriores, tomamos como certo que “mão damos conta”, “isso não é pra mim”, “eu sempre paro no meio do caminho”, “eu não consigo emagrecer”, e, consequentemente, desistimos na primeira dificuldade.

Experiências anteriores são importantes pois nos proporcionam um aprendizado, fica mais fácil nos defender quando é preciso e a se comportar adequadamente diante de um estímulo que já é conhecido. Entretanto, precisamos aprender a discriminar os contextos e suas nuances e, principalmente, entender que cada situação é única. Ter fracassado em uma tentativa anterior, não quer dizer que tentar novamente vai dar em fracasso, quer dizer que naquela ocasião em particular, diante de estímulos particulares do momento, você não deu conta de executar a tarefa com êxito. É importante olharmos para as experiências anteriores e percebermos o que deu errado e como fazer diferente de agora em diante – eu disse “diferente” e não “igual”. Eventos passados são bons preditores no sentido de, que se deu certo, vamos tentar fazer parecido para obtermos resultados parecidos, mas, caso contrário, o que podemos fazer de diferente da primeira vez para que nesta, dê certo? Esse pensamento sim, é funcional.

Então, não deu certo fazer dieta na primeira vez? Procure identificar o contexto em que você se encontrava; a forma e os tipos de alimentos que ingeria; teve alguma orientação; o que emagrecer significava para você naquele momento; qual era sua maior motivação; enfim, tente perceber em que momento algo saiu dos eixos e, dessa vez mude sua forma de agir, pois não dá para fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes.

Iana Pechir

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/35355

 

Comida e afeto!

Um dos grandes causadores de comilança são as dificuldades afetivas. Rompimentos, perdas, luto podem precipitar, em pessoas vulneráveis, alteração no comportamento alimentar, levando-as a comer demais ou até compulsivamente. O alimento, nesse contexto, seria um substituto do afeto perdido.

A explicação encontra eco na precoce associação emoção-comida. Ao bebê, quando chora, é oferecido o seio ou a mamadeira. Pode chorar por fome, por frio, calor, sono, por estar molhado, entre outras causas. De qualquer maneira, a solução a ele oferecida para aplacar o sentimento desagradável é a comida. A comida se torna “o primeiro antidepressivo e ansiolítico”, a primeira estratégia para lidar com sensações desagradáveis, com as primeiras frustrações.

Mais tarde, quando as frustrações afetivas ocorrerem, algumas pessoas, diante da impossibilidade de “anestesiar” o mal estar interno, poderão reativar o antigo e primitivo esquema.

O alimento não é só nutrição. Possui enorme simbologia social e afetiva. Significa também amor, afeto, carinho. É poderoso redutor de ansiedade em curtíssimo prazo. Mas… seus efeitos podem ser desastrosos para a saúde e a estética, se ingerido em excesso, o que habitualmente ocorre, quando visa suprir outra área que não a nutrição.

Ocorre ainda que rompimentos afetivos, separações, abandonos, perdas e luto são eventos entre os mais estressantes. São mudanças vitais em nossas vidas e para enfrentá-las todo o nosso corpo se altera. São fatores de stress poderosíssimos. Freqüentemente ocorre ansiedade e depressão.

Muitas pessoas, para alívio do stress e dos sentimentos negativos decorrentes, utilizam mecanismos inadequados, como comer demais, beber ou utilizar drogas, entre outros.

Entre outros efeitos nefastos, ocorre o aumento de peso. Está comprovado que o stress e a ansiedade podem provocar a deposição de gordura na região abdominal.

Mantenha o equilibrio emocional! E o corporal sera uma consequência positiva! Fique atento!

Adrielle Ferreira

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/38423.

 

O poder do simples ato de se espreguiçar

Qual é a primeira ação que você faz depois de abrir os olhos ao despertar pela manhã? Simplesmente salta da cama? Ou se permite alguns minutos ainda nela para um breve alongamento muscular, que fazemos instintivamente desde bebês, ainda dentro do útero materno? Já percebeu que diminuímos essa ação tão natural ao longo dos anos, principalmente depois que nos tornamos adultos e vivemos numa eterna correria.

A palavra espreguiçar no dicionário significa tirar a preguiça, despertar, estirando os membros, bocejando por efeito do sono ou preguiça.

Especialistas relatam que essa simples ação logo pela manhã ativa a circulação sanguínea, melhora a postura e contribui para a flexibilidade do corpo, trazendo mais disposição para já levantarmos e enfrentarmos as tarefas do dia que nos espera.

Quem agradece também são as articulações, pois de manhã estão descançadas e o alongamento mantém os níveis ideais do líquido sinovial presente nas mesmas, ou seja, melhor lubrificação para um melhor funcionamento!

Quando acordamos a mente até começa a trabalhar rapidamente, mas o corpo possui outro “tempo” e não responde logo a esse “tranco”. Dar aquela espreguiçada libera endorfinas, hormônios neurotransmissores que são responsáveis pela sensação de bem-estar. Outro hormônio, a serotonina, também é liberada nesse processo, o que ajuda a ativar a memória e a dar mais disposição ao corpo.

Mas, com tantos benefícios, devemos espreguiçar apenas ao acordarmos? Não! Aquelas dores musculares e cefaleias tensionais que sentimos ao longo do dia podem ser aliviadas com o ato de espreguiçar sempre, várias vezes ao dia, como fazem os gatos, mestres nessa ação!

A partir da adolescência, começamos a perder a flexibilidade por falta de alongamento problemas de coluna e joelhos começam, cada vez mais, a aparecer nos jovens. Espreguiçar-se também é uma forma de alongar e preservar a flexibilidade.

Então, quantas vezes você já se espreguiçou hoje?

Boas espreguiçadas!

Bom dia!

Boa saúde para você!

Por Viviane Souto

Profissional de Educação Física

CREF 024803-G/MG

Dicas para aproveitar seu carnaval com saúde e sem excessos alimentares!

O Carnaval está chegando. É tempo de alegria e brincadeira tanto para quem vai sambar na avenida quanto para aqueles que preferem se divertir nos salões ou em casa. Apesar de ser um momento de descontração, um descuido principalmente com a alimentação pode acabar com a festa.

Como os foliões perdem bastante líquido e gastam energia por causa da alta temperatura, deve-se manter o corpo sempre hidratado com água, sucos ou água de coco, evitando os refrigerantes.  Para quem gosta de beber cerveja, é importante intercalar com a água mineral. Lembre-se que oito latinhas significam 980 calorias, ou seja, cuidado com os excessos cometidos durante as festas!

Para matar a sede, nada melhor que água.  Beba o tempo todo, em torno de 2 a 3 litros no mínimo. Caso se exercite muito (desfiles de escolas, esportes radicais, surfe), pode ser mais (4 litros).

O ideal são as águas minerais que têm sódio, potássio e magnésio. Assim evitamos também a famosa ressaca no dia seguinte! Para a reposição de eletrólitos, as bebidas isotônicas também são bem-vindas e repõem os minerais perdidos, mas lembre-se 1 garrafa de gatorade tem 120 calorias e 30 gramas de carboidrato! Por isso avalie o uso excessivo!

E se for beber, não esqueça de se alimentar. Nada de ingerir bebidas alcoólicas de estômago vazio.

Porém, se não seguiu nenhuma das dicas acima e acordou achando que o mundo está pesando sob sua cabeça, nunca é tarde para reparar os danos. Cuide para ter uma alimentação leve no dia seguinte e HIDRATE-SE! Se nesse mesmo dia você for retornar à folia, evite as bebidas alcoólicas, assim você evita sobrecarregar o seu fígado.

A desidratação é muito comum de se acontecer no carnaval e os sintomas são: câimbras, moleza no corpo, tonturas, vômitos, pouca urina, enjoos, vista turva, luzes piscando, boca e pele secas. Desmaios, com a queda de temperatura e pressão também indicam a desidratação. Nestes casos, recomenda-se tomar um suco de fruta como laranja, limonada ou água de coco, que possuem absorção rápida e eficaz.

Se o ideal em nosso dia a dia é se alimentar de 3 em 3 horas, no carnaval não é diferente.

Para quem vai viajar, na hora de escolher o restaurante, opte por locais que ofereçam uma alimentação leve e balanceada. No almoço e no jantar é sempre bom dar preferência aos grelhados, verduras e legumes. Os vegetais também são ricos em fibras, importante para a reposição de minerais que são eliminados pelo suor. A reposição de minerais é necessária, pois hidrata e mantém o pique na hora da folia.

Mas, se o seu destino é a praia, evite comer alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas. Para se refrescar nestes dias quentes, picolé de fruta é sempre uma boa alternativa, pois são mais hidratantes e menos calóricos. Mate, limonadas, água de coco e chás são úteis na reposição de líquidos.

Agora, se você está pensando em acompanhar os blocos de carnaval ou já está com o seu abadá comprado, o ideal é que antes ou durante o percurso você ingira pelo menos um lanche leve ou uma fruta. As barras de cereais também são uma boa opção, pois são práticas, gostosas e possuem em sua composição carboidratos e fibras.

Nem sempre os lanches naturais são uma boa opção, pois se for mantido fora de refrigeração, a maionese e os frios estragarão. Outro cuidado é com os petiscos preparados em ‘barraquinhas’ sem acondicionamento térmico visto que pode levar a uma intoxicação alimentar.

Bom Carnaval!!!

Juliana Castilho

Nutricionista Clinlife

CRN 4524

 

Para que servem os testes neuropsicológicos?

 

A Neuropsicologia Clínica é uma ciência aplicada que lida com as cognições e comportamentos decorrentes da disfunção cerebral. É um campo da Psicologia que engloba os conhecimentos em Psicometria, Psicolinguística, Psicomotricidade, Psicobiologia, Psicofísica e a própria prática clínica. Cada vez mais, estudos sobre cérebro e comportamento vêm sendo abordados por neurocientistas relacionando as técnicas psicológicas e os constructos cognitivos. Em suma, segundo Luria (1981), é a ciência que estuda a relação entre o cérebro e o comportamento humano.

Tais constructos contam com a diversidade cerebral que podem ser avaliadas, tais como: memória, atenção, percepção, funções executivas, flexibilidade mental, velocidade de processamento, entre outros.

A avaliação neuropsicológica é um instrumento utilizado para investigação dessas funções cognitivas para compreender o que está preservado e o que se encontra comprometido. É feita por meio de materiais específicos (testes, tarefas, escalas) e por observação comportamental. Os testes neuropsicológicos tem o intuito de compreender e avaliar os aspectos cognitivos através de medidas qualitativas e quantitativas para futuras análises.

Com uma análise sucinta e adequada da memória e atenção, por exemplo, podemos obter resultados que nos leve a prevenção de diversas doenças como a Doença de Alzheimer e outras demências. Podendo também, diferenciar dificuldades de atenção ou de memória. E, ainda, compreender possíveis déficits de atenção como o TDAH.

Qualidade de Vida é saúde, é bem-estar e é prevenção. Portanto, leia bastante, mude os caminhos do dia-a-dia, memorize tarefas diárias, exercite seu cérebro, conheça seu corpo e sua mente.

Cuide-se!

Mayara Baltar – CRP 01/16374

CLINLIFE – Brasília/DF