Óleo de coco e redução da gordura abdominal

O óleo de coco é um alimento com diversas propriedades funcionais e tem mostrado vários benefícios pra saúde cardiovascular, além de auxiliar no emagrecimento aumentado o metabolismo basal e a queima de gordura.
O óleo de coco é rico em TCM (triglicerídeos de cadeia média), enquanto os demais óleos possuem triglicerídeos de cadeia longa. Essa característica faz com que o óleo de coco seja absorvido mais rapidamente, sem necessidade de enzimas. Dessa maneira, a gordura se transforma de forma rápida em energia, não se acumulando no organismo.

Como apresenta uma fácil conversão energética, apresenta ainda outro importante benefício – Efeito termogênico – poupa a massa muscular, aumentando o gasto energético através da mobilização de gordura para ser queimada durante o exercício.

Um estudo de 2009 publicado no Journal of Lipids testou os efeitos do consumo diário de 2 colheres de sopa de óleo de coco extra-virgem e comparou aos efeitos do consumo diário de 2 colheres de sopa de óleo de soja em um grupo de 40 mulheres ao longo do período de 28 dias. Os resultados mostraram que o grupo que consumiu o óleo de coco extra-virgem teve uma diminuição na gordura abdominal, enquanto o grupo de óleo de soja, na verdade, mostrou um ligeiro aumento na gordura da barriga. Além disso, o grupo que comeu o óleo de coco extra-virgem apresentou aumento do colesterol bom (HDL), enquanto o grupo de óleo de soja sofreu diminuição do colesterol HDL e aumento do colesterol “ruim” (LDL).

As propriedades nutricionais do óleo de coco vão além:
Possui ainda propriedades antimicrobianas, melhora o sistema imunológico, melhora a função intestinal de pessoas constipadas por atuar como lubrificante pro intestino, além de aumentar a saciedade, ajudando no processo de emagrecimento.

Contra indicações: Pacientes com esteatose hepática (gordura no fígado) por poder aumentar o acúmulo de gordura e pacientes que sofreram infarto.
A melhor recomendação de uso é no pré treino. A quantidade ideal varia de pessoa para pessoa e deve ser avaliada com o nutricionista. Se utilizado em excesso, o principal efeito colateral é diarréia.

Karoline Martins

Nutricionista CRN 5616

Você tem medo de emagrecer?

 

Você já parou para pensar o que te impede de alcançar algum objetivo? Sim, propor-se entrar na caminhada do emagrecimento também é conseguir estabelecer uma meta, é superar desafios, é conhecer-se melhor, é conquistar um desejo. Sem esse conjunto de planejamentos, talvez não haja grandes sucessos.

Que os sentimentos estão aí para serem sentidos, todos nós sabemos. Mas e quando eles paralisam? E quando eles dominam? O medo é um desses sentimentos que todos nós temos receio de sentir. O legal é conseguirmos compreender que o medo pode tanto ser benéfico, quanto também pode ser maléfico. E, mais uma vez, a gente volta ao ponto: autoconhecimento é tudo! Precisamos, antes de qualquer coisa, saber identificar o quão esse sentimento torna-se desnecessário.

A dificuldade de mudança está muito interligada com o medo. A grande parte das pessoas repetem um conjunto de práticas comportamentais e emocionais  que provocam dependências tanto bioquímicas, quanto relacionais (mesmo não tendo consciência disso). Essas também são algumas das causas da dificuldade de mudanças, incluindo o sucesso de um desejo ou necessidade de emagrecer. Assim, as vezes nos tornamos viciados em uma infinidade de emoções e comportamentos, mesmo sem nos darmos conta.

Dentre os medos existentes, temos alguns exemplos como o medo do surgimento da flacidez, medo de mudanças significativas na vida, medo da aceitação de amigos e parentes com os novos hábitos alimentares, medo de enfrentar uma imagem corporal mais atraente (podendo causar ciúmes ou desavenças nas relações), medo de perder um grande auxílio prazeroso, afinal comer é visto como uma fonte de prazer. Dentre tantos outros.

“Perder peso implica em reestruturar a nova imagem corporal, reconstruir os vínculos sociais e interpessoais, buscar novos significados para as relações amorosas, reeducar o organismo em uma outra configuração bioquímica e buscar um sentido de prazer e satisfação de vida mais abrangente do que os obtidos pela ingestão de alimentos. Ou seja, em qualquer mudança de vida pretendida várias crises e síndromes de abstinência poderão surgir, provocando dor e sofrimento. Emagrecer não é tão fácil como se imagina e na maioria das vezes é necessário muita ajuda, principalmente a psicológica, e é um grande desacerto acusar quem não está obtendo sucesso de preguiçoso ou incapaz, porque existem uma infinidade de mecanismos físicos, bioquímicos e psíquicos que entram em estado de alarme e reagem prontamente a qualquer experiência de fome ou sentimento de perda, inevitáveis em qualquer dieta de emagrecimento”. (Filho, W.M., 2011).

Invista em conhecer seus sentimentos, eles podem te dizer muita coisa!

Mayara Baltar – Psicóloga Clinlife

CRP01/16374

Por que fazer uma Avaliação Física?

 

Hoje em dia todos já sabem das importâncias da prática regular de atividade física. Com isso, cada vez mais, vemos pessoas (muitas sedentárias) buscando novas atividades mas sem saber se aquela atividade é a mais recomendada pra ela nesse primeiro momento e muito menos sem saber os seus limites. Qual o próximo passo?

A Avaliação Física deve ser a primeira ferramenta de trabalho para um profissional de Educação Física conhecer um pouco mais seu aluno/cliente, de forma a direcionar a melhor atividade para que aquela pessoa consiga atingir seus objetivos.

Existem muitos testes e diversos protocolos a serem seguidos, abaixo alguns dos pontos mais importantes em uma Avaliação Física:

  • Anamnese: conhecer histórico de saúde e hábitos do seu aluno/cliente;
  • Dobras cutâneas e circunferências: através delas podemos avaliar seu percentual de gordura e medidas que serão utilizados para a definição da melhor atividade/exercício e consequentemente acompanhar a evolução em futuras avaliações;
  • Avaliação postural e testes de flexibilidade: avaliar determinadas limitações que podem ser corrigidas com atividades/exercícios personalizados;
  • Testes ergométricos: através deles podemos definir um zona alvo de frequência cardíaca a ser trabalhada para atingir determinados objetivos.

Portanto, procure um Educador Físico e faça sua Avaliação periodicamente, a Avaliação Física faz parte do seu treino.

*A Avaliação Física não substitui uma Avaliação Médica, procure seu médico antes de iniciar qualquer atividade.

Rodrigo Menezes – Profissional de Educação Física

CREF 09991-G/DF

Pare de Procrastinar!

De hora em hora se depara com angústias, desânimo e ate desconforto em relação a sua situação de vida? Que tal usar essa energia para alavancar novas possibilidades e rumos em sua vida!

Procrastinar pelo dicionário português brasileiro quer dizer; Adiar; deixar alguma coisa para depois; procrastinei o começo do trabalho; Transferir a realização de alguma coisa para um outro momento; prorrogar para outro dia.

Diante disso vamos a luta para sair desse círculo vicioso e se lançar de vez à uma vida nova ! Vamos sair dessa zona de conforto.

Vamos então a um exercício de 3 passos que vai te ajudar a encorpar esta vontade de sair da mesmice e se reinventar:

1º passo: faça uma lista do que você NÃO quer mais na sua vida;

2º passo: ao lado de cada item, escreva o porquê não quer mais;

3º passo: agora que já está claro o que você não quer, reflita e escreva: o que você pode fazer agora para começar a mudar cada uma destas coisas que anotou acima?

Importante ressaltar: qualquer passo, qualquer movimento é melhor que nenhum.

“Troque a Mesmice por Emoção!”

Paula Oliveira

CRP 04/34982

Psicóloga Clinlife

QUALIDADE DE VIDA PARA QUE?

Saúde é um direito humano fundamental, reconhecido por todos os foros mundiais e em todas as sociedades.

 Como tal, saúde se encontra em pé de igualdade com outros direitos garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948: liberdade, alimentação, educação, segurança, nacionalidade etc.

 Apesar de ser um direito básico desde 1948 nas últimas décadas a busca pela Qualidade de Vida, objetivando a prevenção ao adoecimento e a promoção de saúde, tem ocupado posição prioritária nos meios de comunicação e consequentemente no discurso das pessoas.

 Porém, pode-se observar que apesar de todo o esclarecimento e reconhecimento da importância dos hábitos para se ter Qualidade de Vida, os comportamentos da grande maioria da população apresentam-se na contra mão do que é demonstrado como desejável referente ao estilo de vida das pessoas que tem Qualidade de Vida.

 Mas afinal o que é Qualidade de Vida? O que isso engloba?

 A Qualidade de Vida refere-se às condições da vida de um indivíduo, engloba a saúde física, mental e espiritual, educação, além de equilíbrio entre o lado pessoal e profissional.

 E isso pressupõe muitos aspectos, entre os quais a adoção de hábitos saudáveis tais como: reservar tempo para cultura e lazer, obter satisfação profissional e cultivar relações sociais e familiares positivas e consistentes.

 Ter a mente saudável é essencial para o bem-estar e reflete positivamente em diversos outros aspectos do dia-a-dia e da vida, como família, trabalho e relações sociais.

As situações da sociedade moderna acabam gerando, com muita frequência, ansiedades e alterações mentais, transitórias ou permanentes, suficientes para retirar de algumas pessoas a serenidade mental e/ou a capacidade de decisão necessária nos atos da vida.

 Manter o equilíbrio exige muitas vezes esforço e força de vontade. É preciso aprender a conviver com as diferenças, respeitando-as.

 Isso é algo que alivia os conflitos principalmente os familiares, as explosões de irritação e desentendimentos que prejudicam em muito o estado de equilíbrio mental.

 Encarar situações de frustração, tendo em mente que nem sempre poderemos possuir tudo o que desejamos e nem mesmo ser como idealizamos. Além da elaboração de estratégias para tentar minimizar a ansiedade a tal ponto que ela não adoeça a pessoa, tornando-a sua refém e com altos prejuízos.

 Como podemos observar, essa tal de Qualidade de Vida é uma construção diária e exige repensarmos muitas de nossas prioridades frente ao cotidiano e nos posicionarmos.

 Ciente desses aspectos uma reflexão é eminente neste momento: PARA QUE QUERO TER QUALIDADE DE VIDA?

 Pois é a partir desta resposta que teremos a energia necessária para realizar as mudanças que se mostrarem pertinentes.

Thais Martins Santos

Psicologa da Clinlife  

CRP 04 24 638

Atenção para o equilíbrio! Alimentos Ácidos x Alcalinos

 

Os alimentos estão divididos em dois grupos:

Ácidos: comuns na rotina alimentar e que, como o nome indica, estimula a acidez no organismo.

Alcalinos: capazes de neutralizar o efeito ácido e criar o ambiente ideal para o funcionamento do nosso organismo.

 O que é ph?

O ph (potencial de hidrogênio), ou seja, a quantidade de íons de hidrogênio encontrada no sangue e em outros fluidos do corpo, é o que determina se há uma condição ácida ou alcalina. Para um bom funcionamento do corpo, o ideal é que esteja alcalino, ph entre 7,36 e 7,42.

Mas o que isso interfere na saúde?

O problema é que o desequilíbrio do ph, tendendo as condições ácidas, enfraquece o sistema imunológico, permitindo a proliferação de vírus, bactérias e fungos, que encontram no meio ácido o ambiente propício para se multiplicar. Além disso, a perda de massa muscular e o aumento na produção de radicais livres são outros problemas que podem acontecer por causa do desequilíbrio.

O importante é saber manter o equilíbrio!

Saiba que os alimentos dos dois grupos são muito bem-vindos na dieta, pois juntos fornecem os nutrientes que precisamos. O ideal, no entanto, é a cada 4 ácidos consumidos, seis porções de alimentos alcalinos devem ser ingeridos. O resultado dessa estratégica é a conquista de um ph equilibrado e de uma vida muito mais saudável!

Atenção para os alimentos e mãos a obra para uma dieta equilibrada!

Alimentos ácidos: refrigerante, café, bebida alcoólica, frituras, açúcar, farináceos refinados, carnes, ovos, leite, derivados e embutidos.

Alimentos básicos: chás, limão, verduras e legumes frescos, alho lentilha, frutas (maçã, pêra, melão, melancia, kiwi, uva, laranja, etc)

Juliana Castilho

Nutricionista Clinlife

CRN 4524

Ressignificando momentos!

O Início do Inverno 2015 começa no dia 21 de junho de 2015; e termina dia 23 de setembro de 2015É a estação que antecede a primavera e sucede o outono. O inverno é tempo de se abastecer do próprio calor, por isso é comum às pessoas ficarem mais introspectivas, mais voltadas para si.

Vamos então aproveitar o momento tão propício voltar para nosso mundo interno…

Aconchegue-se, recolha-se…Mas recolher não quer dizer parar, ao contrário. Volte para si e procure se conhecer ainda mais. Reconheça quais são suas vontades, suas capacidades, seus medos, anseios, o que o leva a agir de uma ou outra maneira.

Repense atitudes, decisões, situações e sentimentos. Busque dentro de si  as respostas que tanto almeja. Nem sempre é fácil, muita vezes nos deparamos com algo que queremos esconder até de nós mesmos. Lembrar e entrar em contato com lembranças e sentimentos  muitas vezes dói, mas quem disse que crescer não dói?  Podemos então querer apagar aquela lembrança ou simplesmente esquecer…

 Mas será que algo que nos marcou tanto dá pra ser esquecido ou simplesmente apagado?Não, não dá…mas a boa notícia é que podemos sim ressignificar.

Na Psicologia, ressignificação é o método utilizado em neurolinguistica para fazer com que pessoas possam atribuir novo significado a acontecimentos através da mudança de sua visão de mundo. Quando mudamos o filtro, mudamos o significado do acontecimento, e a isso se chama ressignificar. Quando o significado se modifica, as respostas e comportamentos da pessoa também se modificam.

Só quando entramos em contato com essa dor, conseguiremos ressignificar momentos e não mais temê-los .  Ressignificar é uma das habilidades mais brilhantes que temos. Ressignificar momentos nos dá a possibilidade de formar novas memórias sobre um mesmo acontecimento.

Nesse processo, precisamos antes de tudo reviver a situação. Mesmo que pareça difícil, faz-se necessário reviver o momento. Vai doer, mas precisamos conhecer essa dor, entrar em contato, senti-la. Posteriormente, devemos repensar em como agiríamos se fosse hoje, ou então o que no momento levou determinada pessoa a agir de determinada maneira. É necessário tirarmos algum aprendizado do acontecido.

Depois de pensarmos a respeito, é hora de ressignificarmos aquele momento, dando outra cor, outro significado aquela lembrança até então tão doída.

E assim, aos poucos, ela vai ganhando novo sentido, sendo transformada em algum aprendizado, sendo possível continuarmos seguindo a estrada da vida.

Quanto mais eu me conheço, quanto mais eu me acesso, mais eu me transformo… A vida só desperta quando começamos a nos aventurar dentro de nós mesmos!

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP:35.330

Como está o seu balanço energético?

 

O estado nutricional, no plano físico e biológico, resulta do equilíbrio entre consumo alimentar e gasto energético do organismo. O balanço energético então, nada mais é que o equilíbrio obtido a partir do total de energia ingerida e o total de energia gasta pelo organismo, em suas atividades diárias.

Quando a quantidade de energia (calorias) ingerida através dos alimentos é maior do que aquela que o organismo gasta com seu metabolismo basal somado às atividades físicas diárias diz-se que há um balanço energético positivo e a pessoa acumula gordura corpórea.

Calorias (kcal) é a unidade de medida da energia gasta pelo corpo humano, em suas atividades metabólicas e físicas, e do teor de energia encontrado nos alimentos. Se a alimentação fornecer mais energia do que é requerido pelo organismo, a parte excedente acumula-se na forma de gordura corporal.

As necessidades nutricionais de energia variam em função da idade, do sexo, do estado de saúde, do estado fisiológico, do nível de atividade física e do número de horas de trabalho.

Esses gastos referem-se à utilização dos alimentos pelo organismo, para suprir as necessidades nutricionais, relacionando-se ao estado de saúde e à capacidade de aproveitamento dos nutrientes fornecidos pela alimentação.

Para um adequado estado nutricional, o consumo alimentar deve estar em perfeito equilíbrio com o gasto da energia (usada para as funções vitais e as atividades físicas diárias).

Isso significa que, se a pessoa não ingerir menos alimentos ou não aumentar a atividade física, ganhará peso, principalmente pelo acúmulo de gordura, levando ao sobrepeso ou à obesidade, ao longo do tempo.

Portanto tudo é uma questão matemática para o controle de peso. O raciocínio básico para a equação do balanço energético deve ser levado em consideração antes de uma pessoa ter um plano alimentar para modificar favoravelmente o peso corporal e a sua composição de massa.

A manutenção do peso e da composição corporal segue a regra que a ingestão de energia e macronutrientes devem ser equivalentes ao gasto de energia e a oxidação de macronutrientes (carboidratos, lipídios e proteínas), como podemos verificar.

 O gasto energético diário pode ser dividido em 03 componentes principais: taxa metabólica basal (TMB), efeito térmico dos alimentos (ETA), atividade física (AF).

A taxa metabólica basal corresponde à quantidade de energia necessária para manter a funcionalidade dos órgãose sistemas do organismo, e a temperatura corporal constante.

A TMB está relacionada ao tamanho do indivíduo, portanto, a massa magra tem grande importância nesse componente do  gasto energético diário. Este conceito pode justificar as tentativas em explicar a redução da gordura corporal por meio do aumento da massa magra.

O efeito térmico dos alimentos (ETA) em indivíduos que consumem uma dieta balanceada, é cerca de 10% de sua necessidade calórica diária é gasta no processamento dos alimentos digeridos (ex. digestão e absorção).

Algumas vezes a composição da dieta é alterada para privilegiar nutrientes que demandem maior gasto calórico em seu processamento orgânico, como ocorre com a elevação da proporção na ingestão de proteínas em relação ao total calórico consumido.

A atividade física compreende todo o gasto calórico acima da TMB relacionado à movimentação voluntária dos músculos. Este é o componente do gasto calórico diário que mais varia entre os indivíduos.

Vamos ficar atentos para o equilíbrio do nosso balanço energético.

Alcimara Macieira

CRN: 4284

Nutricionista – Clinlife

 

Quer emagrecer? então relaxe!

 

O estresse afeta diretamente o indivíduo; estando ligado a compulsão alimentar. O fato de não conseguir relaxar faz toda diferença na hora de obter ou não sucesso na execução da dieta; fazendo com que muitos não emagreçam e assim se sentem desanimados e sem força para continuar seus objetivos.

No processo de emagrecimento é de suma importância estar também em acompanhamento psicológico para que este possa ser ajudado a lidar com seus pensamentos, atitudes e emoções e fazer com que o individuo perceba que a alimentação é uma atividade natural de sobrevivência e não uma “recompensa” ou uma forma de obter prazer.

Hoje em dia ouvimos muito que as pessoas não têm tempo pra nada, que não param nem para comer! A rotina corrida faz com que o estresse apareça e com que a saúde desapareça.

Não encontram tempo para curtir um almoço ao lado da família, relaxar, sair com os amigos e muito menos para praticar atividades físicas. Assim, acaba-se adquirindo peso! Devemos prestar atenção em como anda nossa qualidade vida, pois se queremos emagrecer, esta ligada ao controle de peso! Então: fique de olho!

Ter um plano alimentar equilibrado, praticar exercícios físicos e cuidar da mente por meio de algum tipo de relaxamento ou lazer que lhe dê prazer e que te mobilize a “sair do lugar”, são as melhores maneiras de se ter uma melhor qualidade de vida!

 

Adrielle Ferreira

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/38423.

A articulação do joelho na obesidade

A pessoa que possui Obesidade por muitos anos de sua vida pode acarretar vários malefícios para suas articulações. Uma articulação que pode ser muito prejudicada nas pessoas com o peso elevado é a articulação dos joelhos.

O Joelho é uma articulação complexa que é composta por vários ligamentos, tendões, cartilagens e músculos. Sendo que os músculos e os ligamentos são os principais responsáveis por estabilizar o joelho. Com a obesidade, o joelho fica sobrecarregado em diversos aspectos. O excesso de peso faz com que a sobrecarga no joelho seja maior devido a impacto que ocasiona.

O peso elevado acontece constantemente com sua composição corporal constituída de excesso de gordura e pouca massa magra (musculatura). Quando se possui pouca musculatura para estabilizar os joelhos você exige muito mais dos outros componentes que compõem a articulação.

Por isso, alem de manter um peso adequado, precisamos fazer com que a composição corporal seja constituída de muita massa magra e muito menos gordura corporal. E com isso,  seu joelho ficará muito mais estável. Além disso, você irá prevenir lesões no local, manter a saúde de seu joelho em dia e não ter dores em nessa articulação.

Richardson Siqueira

Educador Físico Clinlife

CREF 01838-7