Envelhecimento Celular e Alimentos Antioxidantes

 

Em 1956, foi criada pelo doutor Denham Harman a teoria do envelhecimento, que diz que ele é causado pela toxicidade no organismo gerada pelo excesso de radicais livres.

Em um indivíduo saudável, em condições normais, existe um equilíbrio entre a produção dos radicais livres e sua neutralização pelos sistemas antioxidantes. No entanto, tem sido cada vez mais comum na dieta cotidiana a ingestão excessiva de alimentos pró inflamatórios – que aumentam a produção desses radicais livres, além da exposição a fatores externos como poluição ambiental, estresse e tabagismo. Associado a isso, temos ainda uma baixa ingestão de alimentos antioxidantes – os campeões no combate ao envelhecimento celular.
Alguns estudos mostram também que o excesso de radicais livres e a deficiência de antioxidantes, além do envelhecimento celular, pode levar ao aparecimento de alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares.

Por isso, se você deseja retardar o processo de envelhecimento, inclua na sua alimentação os alimentos antioxidantes:

  • Frutas cítricas
  • Castanhas
  • Peixes
  • Frutas vermelhas
  • Açaí
  • Açafrão
  • Aveia
  • Abacate
  • Linhaça
  • Óleo de coco

Evite:

  • Cigarro
  • Bebidas alcoólicas
  • Açúcar
  • Farinha branca
  • Gorduras hidrogenada
  • Embutidos
  • Carne vermelha em excesso

E não se esqueça de associar isso a hábitos de vida saudáveis, como a prática de atividade física.

Karoline Martins

Nutricionista – Clinlife Brasília

CRN 5616

Porque emagrecer é tão difícil?

 

Emagrecer é um desafio, mas se na primeira dificuldade você já desiste, você nunca chegará ao seu objetivo e ficará cada vez mais frustrado e com a autoestima mais baixa. Nossos sentidos como o olfato, a visão percebem estímulos que agem de forma significativa influenciando na saciedade que é sentida por nosso cérebro. Sendo assim é responsável pela fome e bem estar quando estamos perto de algum alimento.

Estamos entrando no outono, a temperatura esta mais fria, automaticamente nosso corpo pede mais comida em resposta à fome que sentimos pelo corpo precisar de mais energia para manter sua temperatura.

Intencionalmente justificamos nossas condutas “erradas” da seguinte forma: “Só hoje!”, “Começo a dieta na segunda feira”. E aí vamos incluindo em nossa rotina diária frituras, doces, bebidas alcoólicas. Alimentos calóricos que não estavam previstos e que acabam prejudicando a dieta; surgindo aí o desânimo e a sensação de “eu não consigo”.

Sendo assim, não existe uma fórmula mágica ou uma fórmula para todos. Não adianta dietas malucas, já que você não vai fazê-la para sempre. É preciso mudar o percurso dessa história! É mudança de hábitos. É ter disciplina, equilíbrio emocional e largar de vez aqueles hábitos alimentares ruins que te acompanham desde a infância. É abrir as portas do seu coração e da sua vida para um novo estilo de vida!

Incorporando uma reeducação alimentar e um novo estilo de vida, além de um corpo mais magro, a saúde melhora e o bem estar é muito maior. Assim, diminuindo o quanto comemos caloricamente retardamos o envelhecimento, aumentando a longevidade, prevenindo doenças e vivendo muito melhor!

E então, vamos comer menos e viver mais? Vamos procurar outra fonte de prazer, não apenas nos alimentos! Você só tem a ganhar!

Adrielle Ferreira

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/38423.

Analgésico Natural

Ultimamente, com a correria do dia-a-dia, com o estresse causado devido a vários fatores, é comum ouvirmos pessoas reclamarem fortes dores devido à tensão, cansaço extremo e até mesmo falta de energia para realização de tarefas simples, como fazer compras de supermercado.

Muitas dessas pessoas acabam tomando analgésicos por conta própria, na intenção de aliviar dores, ou indo em busca de vitaminas, ou algo que alivie o cansaço e que traga mais energia.

Mas, você sabia que no nosso corpo existe  um hormônio que tem uma potente ação analgésica e que ainda estimula a sensação de bem-estar e melhora o estado do humor?

O nome desse hormônio é endorfina. Ele é um neuro-transmissor produzido no organismo pela glândula hipófise, e  se origina das palavras endo(interno) e morfina(analgésico). A endorfina é um analgésico natural produzido pelo cérebro, conhecido como o hormônio do prazer,  que além de aliviar dores, ainda ajuda a memória, melhora o humor, aumenta a disposição física e mental  e retarda o envelhecimento.

Ele é produzido no corpo através da prática de atividades físicas. Bastam alguns minutos de atividade física para nosso corpo sentir os benefícios da liberação desse hormônio.

Sendo assim, a prática de  exercícios físicos faz bem não só ao corpo, como também a mente.

Se você é daqueles que não gostam de praticar exercícios, vá pelo prazer de saber que irá liberar endorfina, tendo assim não somente um corpo saudável, mas principalmente uma vida saudável!!!

Então, que tal uma boa dose de endorfina no dia de hoje?

Cristiane Froes

Psicologa Clinlife

CRP:35.330

QUAL A MELHOR ATIVIDADE FÍSICA PARA MIM?

Muitas pessoas perguntam qual a melhor atividade para alcançar seus objetivos. A resposta será diferente dependendo do seu objetivo.

Caso seu objetivo seja mais específico como o aumento de massa muscular em determinada parte do seu corpo, com certeza você precisará de exercícios de resistência muscular que solicitem aquela musculatura específica. Caso o seu objetivo seja mais amplo como emagrecimento, saúde, condicionamento físico ou qualidade de vida, a melhor atividade é aquela que você sente prazer em realizar e te faz se sentir bem.

Um estudo feito pela Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, mostrou que mulheres que avaliam sua rotina de exercícios como sofrida, somaram mais quilos em um período de um ano, quando comparadas as que não consideravam o treino um sofrimento.

Portanto, não há melhor satisfação do que fazer o que gostamos, o resultado será evidente.

Procure um Educador Físico para adequar suas atividades de forma a atingir seus objetivos.

Rodrigo Menezes – Profissional de Educação Física

CREF 09991-G/DF

Noz da India

Semente com o nome botânico Aleurites moluccana, e que tem a promessa de emagrecer até 12kg em um mês. A Noz da Índia,  é uma semente que tem sido muito falada por ter uma ação laxativa e diurética levando as pessoas a acreditarem em um “milagre do emagrecimento. Na busca desenfreada por um corpo perfeito sem muito esforço, muitas pessoas procuram medicamentos e alimentos milagrosos que façam esse papel.

Entretanto deve-se alertar para essas promessas e levar em consideração que não existem estudos científicos comprovando os fatores benéficos  e/ou a toxicidade da Noz-da-Índia  e por isso  não é aconselhado seu uso e sim uma pratica alimentar saudável e com acompanhamento de profissionais habilitados a lhe ajudar a conquistar um corpo sadio e desejado.

Alimentos ricos em fibras ajudam no funcionamento adequado do intestino, diminuem a absorção de gorduras e aumentam a absorção de alguns nutrientes essenciais auxiliando no processo de emagrecimento.

Nara Cristina Purificação

CRN – 6952

A expressão corporal na dança

Vivenciamos pouco nosso corpo em movimento de uma forma consciente sobre os significados que cada gesto cotidiano pode carregar.

 Mas se observássemos atentamente, diríamos que cada movimento é carregado de valor, de sentido, algo que vem cheio de afetividade, que nos liga a um estado mais profundo do que a consciência cotidiana poderia observar.

 A surpresa é que o corpo, mesmo em estado cotidiano, não deixa nunca de estar carregado de sentido.

 O movimento é a expressão particular de cada pessoa, revelando involuntariamente, suas mais íntimas características psíquicas.

 Ele traz consigo, invariavelmente, aspectos conscientes e inconscientes, culturais, sociais, afetivos, simbólicos e assimila informações.

 O corpo, ao contrário do clichê, nome de livro, não só fala. O corpo também tem memória, escuta e elabora, pensa, simboliza, identifica sentidos, aquilo que de alguma forma tem valor para o indivíduo.

 Considerando a experiência sensível do movimento uma oportunidade para a elaboração interna e dessa elaboração o desenvolvimento do conhecimento das próprias habilidades, de seu repertório expressivo e, simultaneamente, integração dos processos psíquicos ainda não conscientes; pode-se destacar que o corpo compreende à sua maneira como integrar e expressar esses processos.

 Ele tem uma linguagem própria que foge de códigos pré-estabelecidos ou racionais.

 Carl Gustav Jung vai nos falar das Terapias Expressivas e dentre elas da dança que tem como princípio essencial a autonomia do indivíduo em investigar-se em movimento de tal forma que identifique a si mesmo, ou seja: descubra seu corpo e seus aspectos sensíveis e simbólicos.

 No trabalho com a dança pode-se identificar que, articular o corpo, às emoções, às imagens simbólicas, ao mesmo tempo em que o movimento é buscado em sua forma mais crua, ele, o corpo, transborda elementos que se alimentam mutuamente.

 Pois o enlace entre a terapia e a dança oportuniza a utilização  dos movimentos corporais como um processo de integração psíquica.

 Busca reverter a situação dicotômica entre mente e corpo, trabalhando a imagem corpórea do indivíduo em sua totalidade, considerando o sentimento como motivador, a mente como organizadora e o corpo como reflexo de diferentes emoções e sensações.

 Sendo então a arte, uma forma de tornar mais acessível e consciente esse processo de percepção de elementos não facilmente verbalizáveis e não cognitivos; forma de conhecimento mais complexo e total por ser vivencial.

 Os conteúdos simbólicos podem, pela vivência poética da dança, ser requisitados para um diálogo sincero de aproximação, de acolhimento e de transformação. O resultado é: equilíbrio emocional, equilíbrio corporal.

 Uma vivência sensível permite acessar um universo mítico e arcaico no movimento que se torna expressivo e integrativo em si mesmo.

 Dá sentido e integra no indivíduo aqueles aspectos sombrios escondidos às sete chaves, mas que, por ser vivencial, só a pessoa em processo descobre, não é necessário verbalizar, aqui, na maioria das vezes, as palavras são dispensáveis, mas a escuta deve fazer parte para um ambiente acolhedor.

 A expressão corporal tem efeito terapêutico provocando sensibilização, reações questionamentos nos praticantes, pois os movimentos autênticos do praticante são a comunicação entre o terapeuta e o paciente.

 A observação destes movimentos e sua significação são o objeto principal do processo terapêutico.

 Todos nós temos nossas identificações simbólicas com algum aspecto comum à humanidade, esses momentos de identificação não são mensuráveis. A arte possibilita esses momentos de encontro.

 Ainda rara como terapia no Brasil, a dança está apresentando resultados surpreendentes na área de saúde mental, sua expansão está tardia, já que desde os primórdios da humanidade é através do movimento (corpo expressivo) que o ser humano percebe, identifica, explora e relaciona-se com o mundo, com o cosmos, com o outro e consigo mesmo.

 O trabalho conjunto da terapia com a dança não deve ser visto apenas como uma forma de tratamento para pessoas doentes, mas também tem se revelado como uma terapia de prevenção para todas as idades e aplicável em diferentes processos de intervenção que busquem o crescimento pessoal, autoestima e melhora de qualidade de vida.

Thais Martins Santos

Psicologa da Clinlife  

CRP 04 24 638

Verdade ou mito: exercícios abdominais diminuem a barriga?

A musculatura abdominal não é diferente das outras como muita gente acredita e deve ser trabalhada como as demais. Ela é conhecida como “casa de força” e o controle destes músculos não só proporciona uma cintura e um abdome mais definidos como diminui a incidência de dores lombares e lesões, melhora consideravelmente o funcionamento dos órgãos internos, melhora o equilibro, a postura e a estabilização corporal durante as atividades diárias e durante a prática de exercícios físicos – no geral, melhora a qualidade de vida.

Os exercícios abdominais ainda que realizados com ajuda das “máquinas milagrosas”, mobilizam, no momento do exercício, a musculatura do abdome e não a gordura localizada. Não adianta sonhar em perder a barriga e conquistar o desejado “efeito tanquinho” apenas com abdominais. Se sua luta é contra os pneuzinhos da cintura, não conte com os abdominais como aliados. Eles fortalecem os músculos que estão embaixo da gordura, mas não a eliminam. A barriga continua do mesmo tamanho, só que mais dura. Não passa de mito a história de que os abdominais fazem os pneuzinhos desaparecerem.

O problema é que a prática incorreta pode gerar dores lombares e cervicais. Portanto, para iniciantes à prática correta e que não tem treinamento nenhum ou para quem gostaria de corrigir o que possa estar fazendo de errado indico “sentir” a existência da musculatura. Comece caminhando e contraindo o abdome ao mesmo tempo. Alterne 5 minutos de caminhada com os músculos contraídos com 5 minutos de caminhada com os músculos relaxados. Só não se esqueça de que contrair abdome não significa prender a respiração! Gradativamente, aumente o tempo de caminhada com os músculos contraídos até chegar em 15 minutos. Quando você estiver nesse ponto perceberá que os exercícios repetitivos que executava no solo não eram conscientes e sentirá a necessidade de fazer essa contração durante todo o tempo do exercício.

Se você espera ter uma barriga chapada faça exercícios gerais de musculação (abdominais também) e não esqueça os aeróbios, como corrida e caminhada.

Bom treino!

Viviane Souto Modesto

Profissional de Educação Física 

CREF 024803-G/MG

Clinlife

Intolerância a Lactose

A intolerância a lactose é a dificuldade ou incapacidade do organismo “quebrar” a lactose, que é um açúcar encontrado no leite e alguns produtos lácteos. Isso se dá pela deficiência da enzima chamada Lactase.

Existem três tipos de intolerância à lactose:

- Primária = resultado do envelhecimento. É comum em pessoas de idade mais avançada. O corpo diminui a quantidade de lactase produzida conforme a pessoa vai envelhecendo e sua dieta variando, com o acréscimo de novos tipos de alimentos.

- Secundária = resultado de alguma doença ou ferimento. O intestino delgado deixa de produzir a quantidade normal de lactase por causa de alguma doença, cirurgia ou injúria.

- Congênita = quando a pessoa já nasce com o problema. Como se fosse uma herança autossômica recessiva e é passada de geração em geração.

Nós não produzimos a lactose e sim a ingerimos.

Os sintomas da intolerância à lactose se dão nos sistema digestório e melhoram quando a pessoa cessa o consumo de produtos lácteos.  Normalmente esses sintomas podem ser instantâneos ou até mesmo levar horas para aparecer após a ingestão de produtos lácteos ou preparações que contém esses produtos. Os sintomas mais comuns são distensão abdominal, cólicas, diarréia, flatulência (excesso de gases), náuseas, ardor anal e assaduras, esses dois últimos provocados pela presença de fezes mais ácidas. Crianças pequenas e bebês portadores do distúrbio, em geral, perdem peso e crescem mais lentamente.

O tratamento para intolerância a lactose é feito através de dieta e medicamentos. O ideal é suspender a ingestão dos produtos lácteos para melhorar os sintomas. Aos poucos é possível ir reintroduzindo aos poucos esses alimentos desde que os sintomas não apareçam novamente, para que a oferta de cálcio não fique prejudicada.

As pessoas que desenvolveram intolerância à lactose podem levar a vida normal desde que siga a dieta adequada e evite o consumo de leite e derivados além da quantidade tolerada pelo organismo.

O importante é que as pessoas com intolerância a lactose saibam que, não se deve abolir por completo os produtos lácteos na medida do possível por causa do cálcio.

Ler não só a composição nutricional do alimentos mas sim os ingredientes, para saber se a lactose está inclusa no produto. Leite de soja, de arroz e de aveia não contém a lactose e nem o pão francês e pão de ló.

Verduras de folhas verde escuras funcionam como fonte de cálcio, então abusem deles. Outros alimentos que também são fontes de cálcio são o feijão, ervilhas, tofu, salmão, sardinha, mariscos, amêndoas, nozes, gergelim, manjericão, orégano, alecrim, salsa e ovos.

 

Juliana Castilho

Nutricionista Clinlife

CRN 4524

O que seu apetite diz sobre você?

Antes de qualquer coisa é preciso fazer uma distinção entre fome e apetite.

Fome é uma necessidade fisiológica do corpo, em que este “pede” pela ingestão de energia para pode funcionar normalmente. Enquanto que o apetite está ligado à vontade de comer além do que se precisa, ou seja, mesmo o corpo estando nutrido, sente-se vontade de ingerir algum alimento a mais.

Portanto podemos dizer que a fome seria uma necessidade nutricional, e o apetite uma necessidade emocional.

Diversas vezes conseguimos identificar que nossa vontade de comer está além de uma necessidade do corpo, uma vez saciados, sentimos desejo de continuar comendo ou de ingerir um determinado alimento. Quem já não cometeu o pecado da “gula”?

Comer um pouco a mais em determinadas situações não faz mal a ninguém, afinal temos certos alimentos de nossa preferência com os quais queremos apreciar o sabor mais vezes.

Entretanto, se esse comportamento se torna costume, rotineiro, pode ser que esteja ligado a uma questão emocional.

Em casos mais sérios, o desejo de ingerir alimento é tão intenso, que não precisa ser aquele que mais se gosta, passa a acontecer a ingestão de qualquer coisa comestível.

É importante identificarmos com que freqüência sentimos mais anseio por comida, e, mais especificamente, em que contextos ou momentos essa vontade fica mais intensa.

Discriminar esses momentos é importante para descobrirmos o que está influenciando o aumento de apetite, ou seja, com qual situação temos mais dificuldade de enfrentamento a ponto de acharmos na comida uma fonte de prazer, compensação, etc.

O autoconhecimento pode levar à resolução de problemas emocionais que talvez nunca nos demos conta e com isso, alcançarmos o autocontrole diante do desejo de comer em excesso.

Portanto, pode-se dizer que o apetite exagerado diz muito sobre nós mesmos, ele é o reflexo de nossos conflitos internos.

Agora que você já sabe disso, procure se observar e identificar o que está errado em sua vida, se precisar de ajuda, procure um profissional de sua confiança para auxiliá-lo.

O autoconhecimento é o melhor caminho para a mudança.

 

Iana Pechir

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/35355

Páscoa: corpo e saúde em forma?

Chegou a Páscoa uma verdadeira tentação, principalmente para quem está em busca do emagrecimento.  

Isso porque para alguns este pode ser um momento de alegria indescritível, e para outros o chocolate representa a companhia perfeita quando se sentem cansados. Algumas pessoas não sabem viver sem ele. Muitas se dizem até viciadas.

Mas se você souber escolher o chocolate certo e consumir moderadamente (pequena quantidade), não terá prejuízos. O problema só ocorre se você ingerir em excesso e produtos de má qualidade.

 

O Consumo excessivo de chocolate ao leite pode causar sobrepeso, pois esse tipo contém calorias e gorduras, além de açúcar, o que estimula a fome e o desejo de consumir mais e mais.

Mas quando escolhemos um chocolate à base de cacau, que está presente no chocolate preto, ai sim beneficiamos nosso organismo com substâncias antioxidantes (polifenóis, flavonóides etc) que protegem contra os radicais livres, ou seja, previnem doenças (cardiovasculares, câncer etc) e o envelhecimento precoce.

Na hora de fazer a escolha saiba o tipo mais indicado, mais saudável de todos. O ideal para quem já consegue ter autocontrole é o amargo com 85% de cacau. O de 70% de cacau também é interessante. Esses tipos apresentam o dobro de capacidade antioxidante, com redução de gorduras e açúcar.

Essas variações não estimulam a fome e o desejo de comer mais e mais, ocasionado pelo consumo de açúcar refinado.

O amargo é o tipo menos calórico. O menos indicado é o branco, que não utiliza massa de cacau na composição, mas manteiga de cacau, açúcar e leite. O branco é o mais calórico e gorduroso de todos.

Ranking do mais saudável ao menos saudável:

 Lugar: chocolate amargo

 Lugar: chocolate meio amargo

 Lugar: chocolate ao leite

 Lugar: chocolate branco

Agora para aqueles que ainda não conseguem se comportar diante de um chocolate em relação à quantidade a opção com alfarroba é a melhor. Pois, tem cara de chocolate, gosto de chocolate, mas não é chocolate.

Além de nutritivos, os produtos feitos com alfarroba são isentos de lactose, glúten e açúcar, podendo ser consumidos inclusive por quem tem alergia ao leite.

De certa maneira, não devemos nos enganar quanto ao valor nutritivo deste alimento, não se pode confundir saúde com dieta. A alfarroba sai na frente do cacau por não conter glúten, cafeína e lactose. Já em termos calóricos, os dois produtos não apresentam quase nenhuma diferença.

Embora ofereça muitos benefícios para o organismo, a farinha de alfarroba deve ser consumida também com moderação, devido ao seu alto conteúdo de taninos.

Mas não vamos esquecer que o foco da Páscoa é a união da família e dos amigos, e não a comilança. Congelar os chocolates em pequenas porções dificultará o acesso, facilitando o consumo moderado. Boa páscoa com saúde e emagrecimento.

Alcimara Macieira

Nutricionista – Clinlife

CRN: 4284