O Cliente Compulsivo e a Reeducação Alimentar

Temos observado que, ao engordarmos, estamos iniciando o nosso adoecer e desenvolvendo uma forma especial de ser, de relacionar-se consigo mesmo e com o mundo.

 Como a gordura é apenas o sintoma físico aparente de um distúrbio também psicológico, a doença confere ao Comedor Compulsivo traços que o identificam, traços que são criados por ele como mecanismos de defesa neuróticos.

Será que os compulsivo são FRACOS?

Parecemos fracos e até acreditamos que somos fracos. Nós nos sentimos assim porque pensamos que o controle da compulsão para comer depende de força de vontade.  Não é uma questão de fraqueza, mas de não saber como e aonde ir, uma vez que os caminhos, até então percorridos, nos apontam apenas para o fracasso.

Pecadores, culpados?

Estamos praticando um dos “Sete Pecados Capitais”, a gula; o que nos enche de vergonha e culpa. Mas, se estamos praticando um crime, este é exclusivamente contra nós por tanto sofrimento que causamos a nós mesmos.

Não desejamos esta situação, por isso é necessário parar e questionar onde está a falha também no acompanhamento afinal apontar insucesso do Comedor Compulsivo, não é  em absoluto encontrar a resolução para a dificuldade.

Então é preciso repensar na forma como lidamos não simplesmente com a compulsão alimentar, mas sim com o indivíduo compulsivo em sua singularidade. Pois do contrário  acabamos nos sentindo pior, uma vez que se tem o tratamento para a compulsão e não para o compulsivo.

Desleixados?

É o reflexo de uma autoestima muito baixa! A imagem que fazemos de nós mesmos é sempre desvalorizada, negativa, feia, inferior. Tudo o mais é muito difícil, cansativo. Não sabemos como cuidar de nós, da nossa doença; e muitos de nós, nem sabemos que estamos  doentes.

Preguiçosos?

É mais uma conseqüência da doença. Cansados, excessivamente pesados, não acreditamos mais em nós mesmos. Sentindo-nos incapazes de qualquer ação transformadora; estamos fracos, derrotados, incompetentes, não tão bons, feios, prejudicados na inteligência, atenção e concentração, assexuados, humilhados e com vergonha. Além de uma desconfiança paranóica, cremos (e muitas vezes é verdade) estar sendo motivo de fofocas e falatórios, deboche e divertimento para outras pessoas.

Simpático?

Para nós essa simpatia está bem mais próxima de um distúrbio psiquiátrico que é a “obnubilação da consciência”, uma relação nublada com a realidade. A realidade fica engordurada, embaçada, não havendo clareza suficiente para ver e compreender o que se passa à nossa volta. Essa simpatia confunde-se ainda com uma ingenuidade patética, fazendo-nos bem mais servis; e não possuidores de carisma e autoestima, que se faça respeitar e admirar.

Bonzinho?

Essa característica se confunde com “câmera lenta”: está sempre naquela de “Ah, é…E?!!!” Está sempre atrasado e nem percebe que está sendo magoado, agredido ou ofendido.

E se o percebe ainda é ele quem pede desculpas! O bonzinho é aquele; que não pode dizer “NAO”, pois tem que agradar a gregos e a troianos, caso contrário morre de culpa.

Ficar com raiva? Nunca! Seria quase um sacrilégio! A maioria de nós não sabe nem identificar a raiva entre os seus sentimentos. A raiva é um sentimento de quem tem autoestima bastante adequada.

Sultão?

Odeia esportes, por isso fica ainda mais gordo e, uma vez mais gordo, acaba se afastando dos exercícios físicos.

Como um sultão prefere ficar deitado no sofá ou em almofadas, abanado por odaliscas, recebendo uvas na boca e dando ordens a todos que estiverem por perto: “Atenda ao telefone, atenda à campainha, pega água pra mim, descasca uma laranja pra mim? Ligue para o tele-pizza, cadê o meu sapato?, cadê as chaves?”

Falastrão?

Sem medidas pra tudo, faltam-lhe referências do que será necessário, quanto, quando, para quê e por quê. E um falar sem reflexão, sem conteúdo, sem ponto e vírgula, sem destino. A maioria fala compulsivamente. O “falastrão” tem imensa dificuldade em ouvir o que o outro está falando – sua maior tortura é conversar com alguém que fale tanto ou mais que ele.

Colecionador, bagunceiro?

Temos uma grande dificuldade em nos organizar em todos os aspectos, no tempo e no espaço. No escritório, a mesa é o caos. E o armário? É genial, não dá pra entender como cabe tanta coisa, é simplesmente entupido! É tão empanturrado quanto o próprio comedor compulsivo.

O que é importante é ir acumulando coisas sem nem ao menos saber se vai ou não usar. O que importa é engolir muito de tudo, numa tentativa simbólica de conseguir a saciedade.

Acabamos tendo muito de tudo e se desfazer ou “emagrecer” dos excessos de roupas, sapatos, caixinhas, saquinhos, embondos é uma enorme dificuldade.

Nossos armários são bocas e estômagos complementares. A casa é toda entulhada, como se fosse de um colecionador. E o quintal? É aquela bagunça! Entulhado de coisas que “quem sabe pode vir a precisar algum dia”. Enfim, onde existe um comedor compulsivo existe exagero, ou a perda de todas as medidas e referências de quantidade!

E no supermercado?

Alguns, em virtude das facilidades atuais, compram tudo por telefone sem ver a qualidade do que estão comprando. Confiam no vendedor.

No supermercado, atrás deles existe uma fila de carrinhos. Os produtos escolhidos são típicos: bacon, presunto, lingüiça, maionese, manteiga de leite… Todo tipo de guloseimas que vêm em pacotes (que além de gordura, sal e corante não têm, mais nada), doces, sorvetes, bolachas… Aos montes!

Sua voracidade não é apenas pela comida. É por tudo o que se possa imaginar. Para ele tudo é pouco. Fica sempre com muito medo das coisas não serem suficientes. Lidar com a falta, frustração, adiamento é simplesmente insuportável. É a morte. Sua carência é tão descomunal que o “um” não existe, nunca é o bastante!

Imediatista? .

Esperar nunca, jamais, é insuportável! O comedor compulsivo usa a sua carinha de bonzinho para fugir das filas. Ele está sempre comendo cru por não saber aguardar o tempo das pessoas ou o amadurecimento das idéias, sentimentos ou situações.

Antecipa-se a tudo e a todos impulsivamente, como traço de personalidade infantil. Em alguns, isso é tão forte que chega a ser um sério obstáculo à sua recuperação, pois ele quer pra ontem, hoje já não serve.

Ele quer mágica, daí o fato de estar sempre procurando um milagre que o faça deitar gordo e acordar magro. Está sempre só, pois afugenta, assusta os possíveis parceiros com a sua voracidade e tirania e, por outro lado, tem pavor de solidão!

Desonesto?

Talvez seja a nossa característica mais complicada, mais difícil de trabalhar. Somos desonestos e dissimulados, como mecanismo de defesa.

No que diz respeito à dieta, é aquela carinha de gordinho simpático que fala ao nutricionista: “Não sei como não emagreci o esperado (ou por que engordei), fiz tudo tão certinho…” e tenta torcer os fatos para que o nutricionista perca bastante tempo pesquisando o que há de errado com o seu metabolismo; com isso ele vai engordando, engordando. Ele está recaído e não admite. Não há nada de errado com o seu metabolismo.

Idéia fixa?

Se você convidar um comedor compulsivo para um passeio, a primeira coisa que ele quer saber é sobre a comida: “Como vai ser? O que vai ser feito? Quem vai fazer?” Ele até se oferece para comprar e cozinhar (em geral são bons gourmets ou excelentes cozinheiros), assim ele garante a sua comilança e o direito de comer mais que todo mundo.

Dependente?

Ele torna-se um especialista em dar ordens, fazer com que os outros façam por ele e para ele: “Pega um copo d” água pra mim, busca o meu casaco, onde estão as minhas chaves? “Leva-me, me busca…”

Vai se desenvolvendo uma doença familiar que, além do envolvimento emocional neurótico – a co-dependência, todos passam a viver apenas para servi-lo ele perde toda a autonomia na vida, abre mão de um dos nossos direitos mais sagrados: O direito de ir e vir.

O comedor compulsivo não vai e volta, ele é levado e trazido. Se ficar sem carro, o mundo vem abaixo. Ele não sai do lugar. Fica mal humorado, briga e chantageia.

Carente?

Carente, vai com qualquer um e acaba aceitando qualquer coisa! Pra ele tudo serve tudo está bom, gruda nas pessoas como carrapatos. Alguns parecem vampiros, sugam tudo que podem do outro: amor, proteção, segurança, ajuda, energia, compreensão, saber.

Tenta daqui e dali se fazer amar e nunca está satisfeito ou feliz com o amor que recebe. Para ele é sempre pouco. Sua insaciabilidade e voracidade acabam por deixá-lo mais só, por que é muito sufocante para as pessoas relacionar-se com ele.

Egocêntrico?

É comum justificar que sua dificuldade em fazer dieta é por que… Quando… Se…; enfim, é necessário que o mundo mude o seu curso, para que se trate. É o mundo que tem de se adaptar a ele, e não ele com a sua doença no mundo.

 No desenvolvimento da doença, aprendemos a buscar alívio para todos os nossos conflitos na Comilança Compulsiva.

 Comer compulsivamente é ser impulsionado por uma vontade incontrolável, sem crítica; e, à medida que temos o corpo deformado pelo acúmulo de banha, enfrentamos um enorme conflito, que não sabemos como resolver efetivamente, porque a experiência própria ou alheia aponta sempre para o fracasso.

 Por tudo isso é por nos sentirmos incapazes, impotentes para resolvermos efetivamente o problema (e somos sozinhos), seguimos nosso caminho, nos atolando cada vez mais na comilança. Nessa altura de nossas vidas, somos muito infelizes; e todos que convivem conosco, companheiros, pais, filhos, amigos, sentem-se envergonhados da nossa companhia.

  Você pode estar se perguntando novamente: como é possível uma pessoa viver tudo isso sem se dar conta do que está lhe acontecendo? É simples: nós usamos mecanismos de defesa que não nos permitem sozinhos, ver e identificar o que precisamos mudar. São mecanismos neuróticos que servem para nos proteger de sofrermos toda a dor que esse quadro nos proporciona; permitindo, assim, que fiquemos como estamos.

O que não se deve fazer quando quer emagrecer!

Com a chegada do verão aumenta a preocupação com o corpo e começa a correria para entrar em forma.

Muitas matérias já foram publicadas sobre o que fazer para eliminar peso, mas dessa vez vamos pontuar atitudes que podem prejudicar seu emagrecimento e fazer com que não alcance o objetivo desejado.

Deixar a balança de lado

Deixar a balança de lado é motivo para não perceber o ganho de peso.

Pese-se constantemente, verifique sempre na mesma balança, com o mesmo tipo de roupa e por volta do mesmo horário.

Caso esteja próximo ou no período menstrual, não verifique o peso, espere passar este período. Fazendo assim você saberá exatamente se eliminou peso.

Comer o mínimo possível

“Para emagrecer basta fechar a boca”, quem já não ouviu ou falou esta frase? Porém, é preciso ter muito cuidado! Para emagrecer é preciso diminuir o consumo de alimentos de forma adequada, ou seja, não seja nada radical. Restringir muito as calorias pode ser prejudicial, pois você pode entrar no efeito platô, que é quando a pessoa faz uma restrição calórica excessiva e “estaciona”, não consegue mais eliminar peso e não tem como diminuir ainda mais o peso.

Por isso é importante consultar um nutricionista, esse profissional vai indicar a quantidade ideal para que elimine peso com saúde.

Malhar sem comer para “queimar” mais

Nem pense em fazer isso, você pode passar muito mal, além de “queimar” menos calorias. Antes de praticar exercícios consuma pelo menos um alimento fonte de carboidrato (pão, arroz, batata, aveia, fruta, etc.), assim você terá energia suficiente para malhar direitinho e assim “queimar” bastante calorias, certo?

Só salada

A salada é uma preparação com muita vitamina, minerais e poucas calorias, por isso deve estar presente todos os dias na alimentação de todas as pessoas, inclusive de quem deseja emagrecer, mas ela é parte de uma alimentação saudável e não o todo, portanto os outros grupos alimentares não podem ser esquecidos por quem quer emagrecer.

Se você quiser substituir uma refeição por salada, então capriche e faça uma salada bem equilibrada, com folhas, legumes, uma fonte de carne (frango, ovos, carne, etc.) e não esqueça do carboidrato (croutons, batata, torrada, etc.).

Cortar carboidratos

Não é a toa que devemos consumir este nutriente diariamente, ele exerce funções essenciais, importantíssimas ao nosso corpo, para que ele funcione bem. Pense bem, você acha que exclui-lo de sua alimentação será uma atitude saudável? A perda de peso pode até acontecer, mas não será uma conquista por muito tempo, além dos sintomas desagradáveis que sentirá durante a dieta. Não é preciso passar sacrifícios para emagrecer, é só comer a quantidade certa. Consulte sempre a sua nutricionista! 

Fonte: Texto adaptado Cyber Diet

Estrias: Como prevenir

Estrias são lesões longas, lineares e geralmente paralelas, decorrentes da ruptura das fibras de colágeno e elastina da pele.

A pele na área afetada tem consistência frouxa (maior tendência a flacidez).

A hereditariedade é um dos principais fatores para o desenvolvimento de estrias. Há outras condições que favorecem o seu aparecimento como: o estiramento durante a gravidez, alterações hormonais, uso prolongado e em altas doses de corticosteróides, aumento de peso com o chamado efeito sanfona (engorda e emagrece), crescimento acelerado na puberdade e o ressecamento excessivo da pele.

Inicialmente as lesões (estrias) são avermelhadas ou arroxeadas evoluindo para uma tonalidade esbranquiçada. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia.

As estrias podem surgir em ambos os sexos, sendo mais freqüentes no sexo feminino.

Quando ocorre um crescimento muito rápido (adolescência), estas aparecem na face lateral do abdômen, glúteo, e coxas. Na gravidez, elas se localizam na face lateral e anterior do abdômen, coxas e mamas. Em doenças endócrinas, como a obesidade, ocorrem no abdômen, nas nádegas, coxas e nas pregas axilares, e nos homens, no dorso do tronco.

A melhor forma de tratamento é a prevenção; hidratando e nutrindo a pele com cremes que contenham ativos que ajudam a segurar as moléculas de água nas camadas mais profundas da pele, como a uréia, o  D-Pantenol, entre outros. Também precisam ter óleos (como o de amêndoas, rosa mosqueta, bétula e o de uva)em seu composto, que formam uma barreira sobre o corpo, evitando a saída da água e, conseqüentemente, o ressecamento da pele, para garantir sua elasticidade e impedir a ruptura de suas camadas internas.

Uma pele bem hidratada não apresenta estria com tanta facilidade. Outros cuidados também são importantes:

- Evite perda ou ganho de peso rápido e excessivo. O efeito sanfona é a causa número um do rompimento das fibras;

- Evite roupas apertadas e o cigarro (que prejudica a circulação e a oxigenação);
- Pratique exercícios físicos regularmente;

- Observe se a sua pele está predisposta ao aparecimento de estrias por estresse, gravidez, hereditariedade ou alterações hormonais;

- Prefira alimentos saudáveis, com vitaminas C, E e A, pois eles ajudam na formação do colágeno. Se ele estiver em falta, as fibras elásticas tendem a se romper com maior facilidade;

- Ingerir bastante água (cerca de 2 litros diários, no mínimo).

O tratamento visa melhorar a aparência da pele e o aspecto estético estimulando a formação de colágeno, a proteína que preenche (e disfarça) as lesões. Para isso várias técnicas podem ser empregadas, entre elas temos: peelings, subcisão, dermoabrasão, intradermoterapia, carboxiterapia, galvanopuntura e o laser. Eles reduzem o aspecto enrugado, e a espessura da estria.

O sucesso do tratamento depende do tipo de estria e de pele. As estrias respondem melhor ao tratamento quando no início. Estrias vermelhas indicam que o rompimento da fibra elástica, que resulta na cicatriz, é recente, nesse caso, as chances de uma reversão aumentam. A pele ressecada, mais sujeita ao esgarçamento, costuma ser mais difícil de tratar. Daí a importância de mantê-la bem hidratada.

Mantenha sua pele sempre bem cuidada!

Semente de Chia

A semente de chia é a nova “comprovação” da ciência em termos de alimento saudável.

Os estudos de composição demonstraram que a semente parece ser uma boa fonte de ômega 3, antioxidantes, fibras e aminoácidos. A composição varia de acordo com a origem da semente. Por exemplo, o teor protéico e a concentração de ômega 3 são maiores nas sementes que crescem em regiões mais secas.

O perfil de aminoácidos (Isoleucina, Leucina, Valina, Lisina, Metionina, Fenilalanina, Treonina, Triptofano) da semente de chia permite que ela seja uma boa opção como fonte protéica.

Outra vantagem da semente é sua atuação no estômago, parecida com as mucilagens, que promovem uma conversão mais lenta de carboidratos em açúcar, podendo ser, dessa forma, utilizada no auxílio do controle da glicemia sanguínea.

Por apresentar uma boa concentração de ácido linolênico, consiste em uma ótima fonte vegetal de ômega 3. Apresenta ainda os seguintes ácidos graxos: alfa-linoleico, oleico, esteárico, palmítico.

Por ser uma das principais fontes vegetais de ômega 3, torna-se um alimento auxiliar no tratamento de pacientes portadores de alergias, dislipidemias, insuficiência coronariana, risco cardiovascular elevado, diabetes tipo 2, situações em que há presença de resistência insulínica e/ou distúrbios endócrinos. Não há estudos científicos mostrando resultados em obesidade.

A presença de alguns antioxidantes (ácido clorogênico, ácido cafeico, miricetina, quercetina e flavonoides) torna a semente de chia um alimento com potencial antiinflamatório, podendo ser utilizado em situações caracterizadas pela inflamação crônica.

Além do perfil de ácidos graxos, a Chia possui boa concentração de minerais (potássio, cálcio, ferro, magnésio e fósforo), além de vitaminas (vitamina A, tiamina, riboflavina, nianica, cobalamina, ácido ascórbico e alfa-tocoferol).

Diante de todas essas vantagens, esse alimento é mais uma opção para ser introduzindo na alimentação diária!

Largue o sedentarismo e se proteja de 9 doenças

Veja por que os exercícios contribuem para um coração forte e emoções equilibradas

Pouco tempo, preguiça, vergonha de encarar a academia ou falta de dinheiro são motivos comuns para correr dos exercícios. Mas nenhum deles ganha – ou deveria ganhar! – da lista de benefícios que você usufrui quando começa um treino regular. “O sedentarismo favorece uma série de doenças, além de agravar muitos problemas de saúde. Combatê-lo é uma forma de viver mais e melhor”, afirma o endocrinologista Paulo Rosenbaum, do Hospital Albert Einstein. Diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e até problemas emocionais são controlados com um treino bem elaborado.

Não à toa, para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado uma doença e seus males podem ser comparados aos do tabagismo. Abaixo apresentamos uma lista de inimigos que você deixa para trás quando começa a mexer o corpo – nem precisa correr muito, basta manter o pique com intensidade moderada e frequente e nenhuma deles vai conseguir te alcançar.

Ansiedade

Tensão constante, preocupação, medo e até falta de controle sobre as próprias ações são alguns dos sintomas dos transtornos de ansiedade. Todas essas condições são intensificadas pelo sedentarismo, pois há inibição da produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam uma sensação relaxante e de bem-estar, explica o médico do esporte Ricardo Nahas, do Hospital 9 de Julho. Assim, quem pratica exercícios consegue lidar melhor com a ansiedade e até tem uma noite de sono mais tranquila e ganhando produtividade durante o dia.

Diabetes

Segundo o endocrinologista Paulo, o aumento da gordura localizada, principalmente na região abdominal, é um dos principais fatores que levam ao quadro de resistência à insulina. “O hormônio sintetizado no pâncreas não consegue mais agir no organismo, fazendo com que o nível de açúcar no sangue fique muito elevado”, explica. A melhor forma de se prevenir contra o diabetes é aliando uma boa alimentação à prática regular de exercícios físicos.

Câncer

Alguns tipos de câncer, como o de mama e o de próstata, estão diretamente associados à obesidade, uma das principais doenças decorrentes do sedentarismo. Isso porque o excesso de peso aumenta a produção de radicais livres pelo corpo, fazendo com que o organismo não dê conta de combatê-los. Isso origina pequenas inflamações que podem se tornar um câncer. Além disso, pessoas que praticam exercícios também costumam ter hábitos de vida mais saudáveis, como se alimentar de maneira equilibrada e fazer exames médicos rotineiramente.

Pressão alta

“Indivíduos sedentários obrigam o coração a trabalhar mais: o músculo cardíaco precisa fazer mais pressão para que o sangue consiga correr por todo o corpo, aumentando a pressão arterial, explica o cardiologista Rui Ramos, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, quem realiza atividades físicas não só reduz a pressão como ainda previne contra o aparecimento da doença, pois aumenta a capacidade e a resistência cardiovascular.

Obesidade

Se o organismo consegue aproveitar tudo o que você come, seu peso permanece estável. Mas se, por outro lado, há excesso no consumo ou falta de estímulos para a queima de energia, o resultado será o ganho de peso. “Cultivar uma alimentação saudável e praticar exercícios, que aceleram o metabolismo, é a receita Ideal contra a obesidade”, afirma Paulo Rosenbaum.

Osteoporose

“Os exercícios ajudam na formação de massa óssea e, por isso, previnem o desenvolvimento da osteoporose, afirma Ricardo Nahas. Segundo ele, a atividade física também ajuda a fixar o cálcio nos ossos, o que é fundamental para evitar a doença, uma vez que ela é causada pela progressiva descalcificação.

Doenças cardiovasculares

“Durante a prática de exercícios, o coração aumenta a produtividade, tornando-se capaz de suprir demandas maiores de oxigênio e nutrientes pelas células”, afirma o clínico da Unifesp Paulo Olzon. O sedentário, por sua vez, não estimula o coração, ficando sujeito ao aparecimento de doenças cardiovasculares ocasionadas pelo endurecimento das artérias e pela formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos.

Trombose

O sedentarismo favorece a formação de trombos (coágulos sanguíneos) nas pernas. A prática de exercícios estimula a circulação e previne o problema de forma natural. “Se você passa muito tempo sentado, organize a rotina para se levantar e fazer breves caminhadas algumas vezes ao dia. Essa é uma maneira simples de estimular a circulação e evitar a trombose”, afirma o cardiologista Rui Ramos. A tática torna-se ainda mais eficiente combinada à prática de exercícios físicos regulares.

Depressão

‘O sedentário não tem disposição para executar as tarefas do trabalho, realizar programas de lazer e ainda se entrega mais facilmente a vícios, como o alcoolismo”, afirma o médico do esporte Ricardo. Se você já tem predisposição à depressão, a ausência de atividades físicas acentua ainda mais esta tendência. Por outro lado, aderir a um treino regular pode funcionar como coadjuvante no tratamento da doença.

Fonte: www.minhavida.com.br (Adaptado)

A alimentação no combate ao câncer

Para todo organismo, é sempre importante obter todos os nutrientes necessários à manutenção da saúde. Mas quando o corpo não está saudável, a alimentação se torna ainda mais crucial para o bem-estar.

É o caso de pessoas em tratamento contra o câncer ou que já passaram por ele. Se antigamente o nome da doença nem era falado, hoje o tabu não existe mais. O câncer pode acometer qualquer um e é importante que saibamos a melhor maneira de lidar com ele.

De acordo com a American Cancer Society, para começar o paciente de câncer deve procurar controlar a ansiedade e evitar seguir todos os artigos que apresentam dietas milagrosas.

Em termos de alimentação, a condição de quem está passando por  quimioterapia ou radioterapia, ou usando outras formas de medicação específicas, diferem bastante daquelas das pessoas com saúde ou portadores de outras doenças.

“Devido aos efeitos colaterais freqüentes nos tratamentos contra o câncer, muitas vezes não é de alimentos de qualidade nutricional elevada que os pacientes precisam, mas sim de alimentos mais gordurosos, ou, dependendo do tipo de câncer, alimentos de fácil deglutição”, explica a nutricionista oncológica Maria da Graça Herculano.

Independentemente dessas particularidades, ela recomenda às pessoas em tratamento, de maneira geral, procurar reforçar a ingestão de alimentos ricos em antioxidantes, como por exemplo, a vitamina C.

E também carotenóides, que ajudam a prevenir danos às células do corpo. Laranja, acerola, tomate, cenoura, mamão, beterraba, manga, brócolis, espinafre e pimentão são alguns exemplos que atendem à recomendação da nutricionista. “É importante cuidar da alimentação também após o tratamento, pois quem já passou por isso corre o risco de apresentar a doença mais uma vez”.

Fibras solúveis como a aveia também são benéficas para o organismo em fase de tratamento, pois além de reduzir o risco de doenças cardíacas (reduz níveis de colesterol no sangue) também são benéficas para a função intestinal, uma das áreas mais comumente afetada pela quimioterapia, por exemplo.

Boas fontes de fibras são os feijões, legumes, cereais integrais e frutas.

Os que realmente desejarem conhecer mais sobre a alimentação indicada durante e pós-tratamento oncológico devem procurar conselho junto ao Hospital do Câncer, que orienta e distribui publicações especializadas aos seus pacientes.

Fonte: Terra

Resiliência: a arte de superar as adversidades



Ao longo da vida, caímos, levantamos e sofremos ferimentos profundos. Nesses momentos, o importante é saber lidar com a dor e acreditar que tudo vai melhorar. Saiba como conseguir renascer.

O termo resiliência migrou do mundo da Física para o comportamental. Originalmente, traduz a capacidade que um “corpo” tem de ao se deformar por obra de agentes externos,  recuperar a forma natural.

Nos momentos adversos, vemos desabrochar em algumas pessoas um impulso vital que permite a elas sobreviver a todo tipo de dor: luto, abandono, negligência, violência. Essa força, chamada de resiliência, faz com que não desistamos da luta, até o milagroso momento em que somos transformados por ela.

“O papel da resiliência é desenvolver a capacidade humana de enfrentar, vencer e sair fortalecido de situações adversas”, atesta a psicóloga norte americana Edith Henderson Grotberg, pioneira nos estudos sobre o tema.

Débora Dalbosco Dell’Aglio, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Adolescência da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NEPA/UFRGS) e co-autora do livro Resiliência e Psicologia Positiva: Interfaces do Risco à Proteção (ed. Casa do Psicólogo), diz: “É como um barco atingido pela tempestade em alto-mar, mas que continua navegando, apesar das velas rasgadas e do casco deteriorado”.

Ser resiliente é unir forças

Mais do que uma capacidade individual, a resiliência é um processo que se ativa dentro de nós de acordo com as necessidades impostas pela vida. Todos dispõem dessa ferramenta. No entanto, ela costuma ser favorecida ou não pelas características pessoais e ambientais de cada um.

“Se o indivíduo possui tendência a ser otimista, boa autoestima e conta com uma rede de apoio, o processo de recuperação será mais fácil. Já para os mais fechados e desprovidos de amigos e familiares, a caminhada será mais penosa”, ela destaca.

Segundo Daniel H. Rodriguez, psiquiatra argentino, colaborador da mesma obra, “É importante reservar um espaço para a criatividade e a surpresa”. Ele se refere àquela chama interior que nos surpreende com soluções e respostas nunca antes cogitadas.

Todas essas influências irão determinar o ângulo através do qual enxergamos uma situação ruim, bem como o tipo de reação esboçada após o choque. “Muitos daqueles que perderam suas casas em enchentes conseguiram, apesar de tudo, se sensibilizar com os desdobramentos positivos da desgraça, como, por exemplo, a manifestação da solidariedade alheia, a formação de novos amigos”, revela Débora. De fato, sem afeto, ninguém chega longe.

Para virar o jogo, lembre-se das coisas positivas que já fez e una-se a familiares e amigos.

Dê adeus aos traumas

Cercar-se de ombros amigos ajuda e muito a aliviar a dor. Da mesma forma, falar sobre o que passou e, de preferência, para um terapeuta, é crucial se quisermos elaborar o ocorrido e seguir adiante.

Por mais difícil que seja, temos de acionar a coragem e recontar em detalhes a história que tanto nos machucou. “O objetivo da terapia é, inicialmente, ajudá-lo a estruturar sua narrativa”, explica Julio Peres, psicólogo clínico e doutor em neurociências e comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), autor do livro Trauma e Superação (ed. Roca).

Com as ideias em ordem, o paciente racionaliza o episódio doloroso e consegue se reencontrar. Eventualmente, há uma colheita de aspectos proveitosos de uma situação inicialmente negativa.

Um dado surpreendente. Não só os acontecimentos avassaladores são capazes de nos lançar numa fase sombria. De acordo com Julio, ocorrências menos graves, porém, igualmente destrutivas, também são consideradas traumáticas. Por isso, são chamadas de micro traumas.

“Esses eventos deixam resíduos que vão se acumulando com o passar do tempo, prejudicando a qualidade de vida”, afirma o especialista. Portanto, cuidado ao minimizar o potencial desastroso de certos hábitos e padrões de comportamento, tais como ansiedade fora de controle, sensação de solidão, compulsão por comida, compras ou jogo.

Renascendo das cinzas

Uma maneira de se fortalecer é resgatar a memória de auto eficácia. “Quando alguém está fragilizado, tende a desprezar uma série de eventos do passado em que venceu adversidades. Ao lembrar-se dessas vitórias, passa a acreditar que também será capaz de superar o que o aflige hoje”, atesta Julio.

Acionar as antenas e captar influências benéficas de pessoas, livros e filmes, também ajuda a impulsionar a virada. Portanto, da próxima vez que se sentir desarmado diante de um baque inesperado, lembre-se de que o fortalecimento interior é um aprendizado constante.

Viva de peito aberto. De preferência, sem jamais perder de vista o horizonte à sua frente.

Associe nutrição, malhação e qualidade de vida!!!

O magnésio (Mg) é um mineral importante em várias reações celulares, participando de quase todas as ações metabólicas em nosso organismo. Uma destas atividades inclui o metabolismo da proteína.

Durante todo o dia para nos movimentarmos utilizamos nossa musculatura, contraindo-a e relaxando-a, tanto a musculatura lisa como a esquelética.

Para quem pratica atividade física e quer um bom resultado no ganho de massa magra ou hipertrofia, é importante ter uma alimentação equilibrada incluindo alimentos que tenham um aporte adequado do mineral magnésio (Mg).

Como o magnésio é o mineral responsável pelo relaxamento muscular, a sua falta pode ocasionar em um desequilíbrio no processo contração-relaxamento muscular e provocar câimbras, contração involuntária, tremores, arritmias cardíacas e também inibição da síntese de RNA e DNA, alterações de humor, confusão mental e desorientação, fadiga, insônia e taquicardia.

Este mineral é encontrado em abundância em folhosos verde escuro. Outras fontes são: soja, tofu, legumes e sementes, castanha do Pará, de caju, arroz integral e painço, damasco seco e abacate. O magnésio é perdido durante o refinamento de cereais de trigo e não é geralmente reposto como parte do enriquecimento de cereais; mais um motivo para optar por alimentos integrais.

Entretanto a absorção do magnésio pode ser prejudicada na presença de lipídeos, fósforo, fitatos e oxalato. Dietas pobres em proteína (< 30g/dia) também retardam a absorção deste mineral.

Tabela 1. Quantidade de magnésio em 100g de alimentos:

Alimentos (g) Magnésio (mg)
Acelga cozida 85
Tofu 103
Pistache 121
Avelã 163
Caju 241
Melado 242
Amêndoas 275
Semente de abóbora 535

Fonte: Tabela da UNIFESP, 2009.

Fonte: Texto adaptado do site RGnutri.

Carrinho de compras saudável

É muito comum as pessoas circularem pelos corredores do supermercado, em dúvida, sem saber o que deve ou não entrar no seu carrinho. Algumas dicas são  essenciais para quem quer manter uma alimentação saudável e equilibrada.

- Leguminosas: Feijão, ervilha, grão-de-bico e lentilha são fontes de proteína de origem vegetal e ricas em vitaminas do complexo B, potássio, fósforo e magnésio.
Dica: A parceria feijão com arroz é perfeita em termos nutricionais. Mas para variar o cardápio, substitua por outras leguminosas, como a lentilha ou grão-de-bico cozidos.

- Ovos: Fornecem proteínas, ferro, fósforo e vitaminas.
Dica: Podem substituir a carne em algumas refeições.

- Verduras e legumes: Ricos em vitaminas, minerais e fibras, devem estar sempre presentes, seja no almoço ou no jantar.
Dica: Dê preferência a verduras e legumes da época, que, além do menor preço, apresentam maiores quantidades de nutrientes.  Além disso, sempre que possível, consuma-os crus para o melhor aproveitamento das vitaminas, minerais e fibras.

- Massas e pães: Fornecem grande parte da energia que o corpo precisa, pois são fontes de carboidratos.
Dica: Prefira os produtos feitos com farinha integral, ricos em fibras.

- Carne: As de boi, de frango e de peixe fornecem proteínas, ferro, fósforo, potássio e vitaminas.
Dica: Prefira as carnes bovinas magras e intercale seu consumo com peixe e carnes de frango e de porco.

- Frutas: Devem fazer parte de todas as refeições, pois são fontes de vitaminas, minerais e fibras. Recomenda-se o consumo de ao menos três porções de frutas todos os dias.
Dica: Consuma, diariamente, pelo menos uma fruta fonte de vitamina C. Opções não faltam: laranja, goiaba, acerola, morango, manga e mamão.

- Azeite: Além de ser fonte de vitamina E, ajuda na redução do mau colesterol (LDL), por conter ômega 3.
Dica: Escolha o azeite extra virgem, menos refinado e com maior riqueza nos compostos antioxidantes.

- Leite e derivados: Iogurte, queijos e coalhadas são fontes de cálcio, importantes para o tecido ósseo, além de ricos em proteínas.
Dica: Prefira os queijos brancos aos amarelos, porque eles contêm menos gordura.

- Cereais: Arroz, aveia, trigo, centeio e cevada são fontes de carboidratos e energia, potássio e fósforo.
Dica: Sempre que possível, dê preferência aos cereais integrais, que contêm grande quantidade de vitaminas e fibras e atuam no bom funcionamento do intestino.

- Raízes e tubérculos: Batatas, mandioca, mandioquinha e inhame fornecem energia ao organismo.
Dica: Para variar o cardápio, esses tubérculos podem substituir o arroz ou o pão.

Texto adaptado: sadia

Hidratação da pele: o que precisamos saber

A pele comporta-se como uma eficiente barreira, impedindo o ressecamento do organismo e protegendo-o das agressões externas, tanto mecânicas quanto físicas, químicas e microbianas.

Uma pele hidratada é caracterizada pela maciez, elasticidade e suavidade, sendo que estas características estão diretamente relacionadas ao teor de umidade do extrato córneo (a camada mais superficial da pele).

A lubrificação natural da pele é estimulada pelas glândulas sebáceas em conjunto com o suor, um cosmético natural que nos hidrata ao reter água na camada mais externa da pele. Assim, sempre que tivermos alteração da lubrificação natural e ingerirmos pouca água, a pele ficará desidratada.

A pele normal possui um percentual de hidratação necessário para que ela possa exercer suas funções adequadamente. Vários fatores podem influenciar neste percentual, deixando-a ressecada. Entre eles podemos citar:

  • Fatores climáticos, como o vento, o sol, frio intenso e o ar seco, favorecem a evaporação da água através da pele diminuindo o seu grau de hidratação.
  • Substâncias químicas, como sabão e detergente eliminam a gordura da pele afetando o manto lipídico que ajuda a reter a umidade natural da pele, deixando-a desprotegida e favorecendo a desidratação.
  • Com o processo de envelhecimento o teor de água da pele diminui. Por isso é comum que pessoas idosas apresentem a pele mais seca.
  • Algumas doenças como dermatite atópica e psoríase provocam alterações na pele que modificam sua hidratação natural.
  • As alterações provocadas pelo excesso de sol na pele, o fotoenvelhecimento, também favorece a sua desidratação.

A pele desidratada pode ter sua função de proteção comprometida, além de ganhar aspecto opaco, áspero, sem elasticidade e com tendência à descamação. A pele ressecada é mais frágil e sujeita a irritações.

Para evitar o ressecamento, é importante:

  • Beber bastante líquidos, aproximadamente 2 litros por dia.
  • Proteger a pele das agressões externas, evitando o sol sem proteção solar.
  • Nas áreas de pouca oleosidade, não se deve utilizar sabonete em demasia, bucha e água muito quente para não diminuir ainda mais o manto lipídico.
  • Caso sejam tomados mais de um banho por dia, os sabonetes devem ser usados no corpo todo apenas em um dos banhos. Nos outros, usar apenas nos locais de dobras de pele (virilha, axilas, etc.) ou de maior oleosidade.
  • Evitar produtos que contenham álcool em sua fórmula, pois também podem ressecar a pele.
  • Utilizar hidratantes em todo o corpo logo após o banho, principalmente nas áreas que apresentem sinais de ressecamento.

Em dias frios e secos há uma diminuição da transpiração e uma menor umidade do ar, causando ressecamento por uma menor hidratação natural da pele. Além disso, nesses dias é comum se tomar banhos mais quentes, que retiram a oleosidade natural de forma mais intensa, diminuindo o manto lipídico que retém a umidade da pele.

O hidratante adequado vai depender das características da pele de cada pessoa. Porém dê preferência a cremes e loções que contenham na sua composição ativos como: uréia, óleo de macadâmia, alantoína, ácido hialurônico e vitamina E.

A hidratação se faz basicamente com o uso de hidratantes e emolientes, além das hidratações profundas realizadas nos centros de estética.

O objetivo da hidratação em centros de estética é corrigir ou minimizar a desidratação, o engorduramento e a eventual hiperqueratinização. Duas dicas são importantes para manter a pele hidratada: Esfoliação e máscara facial. Realizando este procedimento 1 vez na semana conseguimos afastar o risco de ressecamento.

ESFOLIAÇÃO
A esfoliação visa  auxiliar na absorção dos ativos hidratantes aplicados a seguir. Em algumas peles mais sensíveis e desidratadas devemos evitar esfoliações com agentes muito  abrasivos, impedindo assim o aumento do ressecamento e reações de sensibilização.

MÁSCARA FACIAL
Uma máscara facial que contenha princípios ativos hidratantes e oclusivos em sua formulação é recomendada para indivíduos de pele seca, devido à capacidade de impedir temporariamente a perda de água através da pele. Logo a seguir à sua retirada, devemos aplicar um hidratante oclusivo para perpetuar os efeitos da máscara.

É importante que um profissional especializado diagnostique qual é a causa da descamação ou ressecamento da pele para indicar o tratamento mais adequado.

Fonte: dermatologia.net