Gorduras boas e ruins

 

Tem aumentado muito o interesse e preocupação das pessoas em relação à alimentação e as propriedades dos alimentos consumidos. Elas geralmente buscam as informações nos rótulos dos alimentos, mas será que sabem interpretar as diferenças?

Em se tratando de gorduras temos três classificações principais, são elas:

Gorduras trans: é obtida a partir de um processo de industrialização denominado hidrogenação, feito a partir da gordura hidrogenada. Esse processo foi desenvolvido com a intenção de deixar os alimentos mais saborosos, crocantes e ainda aumentar a validade dos produtos.  O problema é que o corpo não reconhece a gordura trans e acaba armazenando-a. Isso pode levar futuramente ao surgimento de doenças crônicas como dislipidemias, diabetes e cardiopatias.

Gordura saturada: em temperatura ambiente, encontra-se na forma sólida ou semi-sólida e geralmente é de origem animal (leite e derivados, por exemplo) e algumas fontes vegetais (óleo de palma e de coco). Deve ser consumida sim, porém, com moderação para não gerar desequilíbrio na relação entre o colesterol HDL e o LDL, respectivamente, o colesterol “bom” e o “ruim”.

Gordura insaturada: é mais saudável e benéfica. É classificada em monoinsaturada (MUFA), como o azeite de oliva e poli-insaturada (PUFA) como o óleo de peixe – ômega 3. Geralmente é encontrada na forma líquida em temperatura ambiente.

As gorduras insaturadas desenvolvem importante função de proteção cardiovascular e cerebral.

Alguns alimentos de origem vegetal como óleo de linhaça, chia e nozes são fontes vegetais de gordura poli-insaturadas.  Já os peixes de águas salgadas como salmão, sardinha e arenque são ótimas fontes animais de gorduras insaturadas, em especial o EPA e DHA (constituintes do ômega 3). Os alimentos fontes de gorduras monoinsaturadas são azeitonas, sementes oleaginosas (castanhas, nozes, abóbora, chia) e abacate.

O consumo regular das gorduras insaturadas é essencial ao bom funcionamento do organismo. O ideal é incluir diariamente alimentos fontes de gorduras insaturadas e evitar o consumo de alimentos que contenham gorduras trans. A suplementação com EPA e DHA também é muito importante, converse com seu nutricionista para saber qual é o mais indicado para você!

 

Fernanda R. Andrade

Nutricionista Clinlife

CRN 11.100

 

 

 

As competências necessárias para o emagrecimento

Efeito sanfona, boicote à dieta, assalto noturno à geladeira, preguiça de ir à academia.  Tudo isso pode ser culpa do inconsciente. “O corpo é o reflexo do que existe dentro da pessoa e essa imagem está atrelada às emoções. As pessoas são bombardeada diária com informações sobre  o que devem ou não comer para não engordar, mas o inconsciente grava emoções que levam a ingerir gordura, mesmo sem querer ou precisar.

Esse boicote acontece por conta de um efeito chamado sincronismo. Quando o inconsciente detecta que o corpo está diferente do registrado por ele, ou seja, com mais gordura, libera os impulsos que fazem abrir mão da dieta por qualquer motivo. Para se ter uma ideia, a velocidade de processamento do nosso racional é de 40 impulsos neurais por segundo. Já o nosso inconsciente processa 40 milhões de impulsos neurais por segundo. Ou seja, na hora que dá o play, a informação que chega primeiro é a de que o corpo precisa de gordura. Por isso que, por mais dietas que se faça, é sempre mais delicado  alcançar o objetivo final e acabar com o efeito sanfona.

O processo de reeducação alimentar vai além de uma boa orientação nutricional e atividades físicas, faz-se necessário desenvolver algumas competências que irão fortalecer as escolha por um estilo de vida mais saudável e equilibrado tais como:

• Força de Vontade
• Planejamento
• Disciplina
• Autocontrole
• Autoconfiança
• Autoestima elevada
• E outras que muda conforme a necessidade individual

O desenvolvimento de competências está relacionado a treinamento e inteligência emocional. Não é tão fácil quanto dizem seguir as regras da dieta, ter força de vontade pra treinar todos os dias e sem pular nenhum exercício, não quebrar na corrida… e por aí vai.

O grande problema é que a maioria das pessoas ainda pensa apenas na parte física e biológica do processo de emagrecimento e esquecem que existe toda uma parte interna e psíquica que interfere MUITO nos resultados.

Existem crenças em nossa cabeça que nos fazem agir como agimos. Por isso as pessoas falam tanto de hábitos alimentares, na verdade, eles contêm hábitos afetivo-emocionais por trás (inconsciente ou consciente), alguns exemplos são: você come chocolate porque isso te remete à sua infância na casa da vó, você come fritura porque sua mãe cozinhava para a família nos finais de semana, você não consegue abrir mão da carne vermelha porque te lembra de seu pai, você não tem autocontrole para recusar um sorvete após o almoço porque sempre ouviu que só um pouquinho pode e tantas regras mais que regem nossa vida sem que percebamos.

Por isso, se você está decidindo reeducar seu corpo para uma estética mais saudável, lembre-se de reeducar sua mente. Nosso corpo e comportamento são consequência do que pensamos e se você não ajustar a psiquê, o efeito sanfona vem com tudo e forma uma música bem triste na sua cabeça.

Eu sei que ninguém quer isso viver de vai e vem, mas a oportunidade de mudança está em suas mãos. Se previna da autossabotagem e procure um psicólogo que pode te auxiliar a desenvolver essas competências fundamentais para o seu processo de emagrecimento e muito, além disso, para uma vida mais harmônica e equilibrada.

Thais Martins Santos

Psicóloga Clinlife

CRP 04-24638

O que são alimentos funcionais e para que servem?

 

 

Alimentos funcionais são alimentos ou ingredientes que oferecem benefícios à saúde, além de suas funções nutricionais básicas. Eles podem, por exemplo, reduzir o risco de doenças crônicas degenerativas, como câncer e diabetes, entre outras.
Mas os alimentos funcionais não atuam como medicamentos. Então, para que seus benefícios sejam alcançados, é preciso consumi-los de maneira regular, incluindo principalmente vegetais, frutas cereais integrais na rotina alimentar. Afinal, grande parte dos componentes ativos estudados se encontra nesses alimentos.
Um detalhe fundamental para o consumo eficaz dos alimentos funcionais, eles só trazem benefícios quando combinados a uma dieta equilibrada e balanceada. Não adianta utilizar um alimento para controlar o colesterol, por exemplo, se o consumo não for combinado a uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol.

Conheça alguns compostos funcionais e para que servem e em quais alimentos são encontrados:

-Isoflavonas
Para que servem: Ação estrogênica (reduz sintomas da menopausa) e anti-câncer. Onde encontrar: Soja e derivados.

- Proteínas de soja

Para que servem: Redução dos níveis de colesterol. Onde encontrar: Soja e derivados.
- Ácidos graxos ômega-3

Para que servem: Redução do LDL – colesterol; ação antiinflamatória; indispensável para o desenvolvimento do cérebro e da retina de recém nascidos. Onde encontrar: Peixes marinhos como sardinha, salmão, atum, anchova, arenque, etc.
- Ácido a – linolênico

Para que serve: Estimula o sistema imunológico e tem ação antiinflamatória.
Onde encontrar: Óleos de linhaça, soja, nozes e amêndoas.
- Catequinas

Para que servem: Reduzem a incidência de certos tipos de câncer, reduzem o colesterol e estimulam o sistema imunológico. Onde encontrar: Chá verde, cerejas, amoras, framboesas, mirtilo, uva roxa, vinho tinto.

-Licopeno
Para que serve: Antioxidante, reduz níveis de colesterol e o risco de certos tipos de câncer, como de próstata. Onde encontrar: Tomate e derivados, goiaba vermelha, pimentão vermelho, melancia.

-Luteína e Zeaxantina

Para que servem: São Antioxidantes; protegem contra degeneração macular.
Onde encontrar: Folhas verdes (luteína). Pequi e milho (zeaxantina).

- Flavonóides

Para que servem: Atividade anti-câncer, vasodilatadora, antiinflamatória e antioxidante. Onde encontrar: Soja, frutas cítricas, tomate, pimentão, alcachofra, cereja.

- Fibras solúveis e insolúveis

Para que servem: Reduzem o risco de câncer de cólon; melhoram o funcionamento intestinal. As solúveis podem ajudar no controle da glicemia e no tratamento da obesidade, pois dão maior saciedade. Onde encontrar: Cereais integrais como aveia, centeio, cevada, farelo de trigo, etc; leguminosas como a soja, feijão, ervilha, etc;  hortaliças com talos e frutas com casca.

- Prebióticos – frutooligossacarídeos, inulina

Para que servem: Ativam a microflora intestinal, favorecendo o bom funcionamento do intestino. Onde encontrar: Extraídos de vegetais como raiz de chicória e batata yacon.

- Probióticos – Bífidobacterias e Lactobacilos

Para que servem: Favorecem as funções gastrointestinais, reduzindo o risco de constipação e câncer de cólon. Onde encontrar: Leites fermentados, Iogurtes e outros produtos lácteos fermentados.

                                                                                            Luana Gomes de Melo

Nutricionista Clinlife

CRN – 5963

Treinamento Intervalado Emagrece?

Muito se fala sobre os benefícios do exercício físico sobre a saúde. Sabe-se que o excesso de peso aumenta a probabilidade de se desenvolver doenças como: hipertensão, diabetes, problemas articulares e ósseos, etc. Entretanto, algumas pessoas têm dificuldade de aderir a um programa de treinamento ou até mesmo de continuar treinando de forma frequente.

O treinamento intervalado seja de leve, moderada ou alta intensidade é caracterizado pela alternância entre o tempo de estímulo e de recuperação, sendo que tanto o estímulo quanto a recuperação (passiva ou ativa) variam de acordo com o condicionamento físico de cada aluno. Ou seja, todas as pessoas podem realizar esse tipo de treinamento, pois quem vai determinar como ele será realizado é o treinador baseado em testes e avaliações que garantirão a segurança e a eficácia do treinamento.

Dentre os resultados principais do treinamento intervalado o que se observa é uma melhora do condicionamento físico, da composição corporal (redução do percentual de gordura), do peso na balança e a melhora da taxa metabólica de repouso (ou seja, essa pessoa vai utilizar mais “energia” para realizar as mesmas atividades cotidianas).

Por proporcionar períodos de recuperação, esse tipo de treinamento pode ser prescrito tanto para os indivíduos treinados quanto para os iniciantes, e tem apresentado excelente adesão por parte dos alunos iniciantes por causar menores níveis de fadiga após os treinos. O mais importante é o profissional identificar o nível de condicionamento físico do aluno e evoluir de forma progressiva, e o que se verifica é que o nível de fadiga ocasionado pelo treinamento intervalado é menor e atribui-se isso ao fato do aluno conseguir realizar de forma intermitente quantidades de trabalho e de intensidade semelhantes ao treinamento contínuo. Além disso, existe uma facilitação da musculatura para suportar exercícios de maior intensidade de forma gradativa.

Portanto, se você tem dificuldade de aderir a um programa de treinamento ou quer melhorar a performance, experimente o treinamento intervalado e surpreenda-se com os resultados. Treinamento intervalado contribui para auxiliar no processo de emagrecimento sim!!!

Isabel Cristina

Profissional de Educação Física Clinlife

CREF.: G/MG 19.364

O inverno e nosso estado emocional!

No inverno é comum algumas pessoas relatarem que ficam mais introspectivas, mais centradas em si e até um pouco mais tristes…  Isso pode acontecer porque com o frio tendemos a nos isolar mais sociamente.

Existe uma ligação também com a maior produção de melatonina no frio. A melatonina é um hormônio secretado pela glândula pineal. A glândula pineal é a responsável por secretar substâncias que controlem a regulação endócrina, o ciclo de sono e vigília, do sistema imunológico, entre outros.

Esse hormônio passa a ser liberado na ausência de luz. No inverno, existe menos luz, pois escurece mais rápido, assim sendo produzimos mais melatonina. Como a melatonina é o regulador natural do sono, automaticamente passamos a sentir mais sono, a ficar mais caseiros e um pouco mais isolados.

Precisamos prestar atenção para que continuemos a ter nossa vida social pois, devido a termos mais sono, não deixarmos que isso influencie de forma negativa em nossa vida. Ao acordarmos, ao invés de reclamar que queríamos ficar mais na cama, no quentinho dos cobertores, no soninho bom que ainda não se foi, pense que aquele será um grande dia e que você teve a oportunidade de acordar para vivenciá-lo. Salte da cama com pensamentos positivos, tome um banho bem quentinho, uma xícara de café e imagine que aquele será um dia de novas oportunidades. Os pensamentos positivos sempre nos ajudam há termos um dia melhor.

Lembre-se também que, no inverno, nosso corpo gasta mais energia para se manter aquecido, sendo assim, passamos a sentir mais fome.Abuse dos chás quentes, sopas leves de legumes e não se esqueça que continuar as atividades físicas é de suma importância. Não somente para evitar que engordemos (como sentimos mais fome, passamos há comer um pouco mais). Mas, sobretudo, para continuar liberando endorfina, que é o hormônio do bem estar liberado durante as práticas de atividades físicas. Considerada um analgésico natural, a endorfina ajuda na redução do estresse e ansiedade, aliviando as nossas tensões.

Precisamos usar o frio a nosso favor, não deixando que o desânimo tome conta, que a vontade de não sair da cama prevaleça. Redobrar ainda mais a atenção e cuidado conosco, para que fiquemos ainda mais elegantes, mais saudáveis e mais animados durante esta estação do ano.

Convide os amigos para uma boa sessão de cinema, em casa mesmo, com edredons, brincadeiras e diversão.

Lembremos sempre que a estação passa, virão outras, então saibamos aproveitar muito bem a beleza que cada estação do ano trás!

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP: 35.330

RISCOS DA ALIMENTAÇÃO MODERNA

Você já parou para ver como a maioria das pessoas come mal?

 

Muito trabalho, pouco tempo, alimentos excessivamente industrializados cheios de calorias vazias que não nutrem o corpo, mas entopem as artérias com colesterol e adicionam alguns milímetros a mais de gordura aos nossos quadris e cintura a cada dia. Some isso ao sedentarismo e então temos a fórmula perfeita para deteriorar o nosso corpo e o mais importante, nossa saúde.

Num mundo acelerado como o nosso, qualquer coisa que nos ofereça comodidade e conveniência a baixo custo, tem futuro garantido. É por ir ao encontro dessas nossas, chamemos-lhes necessidades, que a indústria do “fast food”, delivery, self-service e rodízios tem conseguido enraizar nas nossas vidas.

Existem restaurantes de fast-food e de entregas por todo o Brasil, até mesmo em universidades, livrarias e hospitais. Alguns críticos culpam a dependência cada vez maior desse tipo de alimentação, com alto teor de calorias e gorduras e as porções gigantescas como fator responsável por 40% dos brasileiros adultos estarem acima do peso.

A maior parte dos alimentos de fast-foods tem alta concentração de gordura saturada. Alimentos fritos – sobretudo batatas fritas – também costumam ter níveis significativos de gorduras trans, as gorduras artificiais que são criadas quando o hidrogênio é adicionado ao óleo vegetal para torná-lo mais sólido e estável. As gorduras trans são tão prejudiciais à saúde – ou mais – do que as gorduras saturadas. Os açúcares não ficam de fora como os sorvetes, milkshakes, tortas entre outros.

Para lutar contra a falta de tempo sem apelar para a facilidade dos fast food, os restaurantes self service podem tornar uma boa opção. O motivo é simples: aliam a variedade no menu à rapidez que você procura.
Mas uma das vantagens pode esconder um grande problema: como montar um prato que obedeça às necessidades nutricionais e não extrapole as calorias da dieta, diante de tantas opções?

Cara-a-cara com tantas bandejas apetitosas no buffet, que costuma ir de saladas até macarrão ao molho branco, a fome pode se transformar em isca para tentações que transbordam calorias.

Quem não tem tempo para preparar refeições incrementadas não precisa viver de fast food, pode optar por restaurantes self service com opções mais saudáveis. Já para quem tem esse tempo disponível, faça receitas mais leves e fáceis de preparar. Sua nutricionista pode te ajudar!

Juliana Castilho
Nutricionista Clinlife
CRN 4524

Estratégias comportamentais podem ajudar na Reeducação Alimentar


  • Organize o seu dia para dar tempo suficiente para comprar, preparar e comer alimentos saudáveis. Defina um alarme, se necessário, para que não fique a ver televisão ou a trabalhar no computador.
  • Escolha lanches saudáveis que tenham uma textura e sabor agradáveis. Você pode gostar da crocância de cenouras, o agro dos cubos de queijo, ou a suavidade do iogurte congelado. Beber uma xícara de chá quente a meio da manhã ou um lanche no meio da tarde podem fazer com que a saciedade dure mais tempo e sinta mais satisfação.
  • Fique “no momento presente”, enquanto come. Evite comer em frente ao computador, enquanto estiver dirigindo, ou a fazer um conjunto de tarefas enquanto você come. Sintonize-se com a experiência de comer, sinta o gosto e a textura daquilo que gosta, perceba o quanto a comida é satisfatória, e o que se sente ao ficar ou não saciado.
  • Relembre-se durante o dia como a  mudança de hábito  é importante para você. Você pode colar uma imagem na sua mente de uma versão mais saudável  de você, ou escrever os seus motivos para mudar de hábitos numa ficha de registro.
  • Não se deixe apanhar por armadilhas ao  pensar que não tem força suficiente para levar o plano até ao fim. Se você acha que merece algo mais porque se tem portado bem, recompense-se com uma atividade que não necessariamente envolva a comida.  Se você tem um dia ruim, não use isso como desculpa para abandonar o seu plano durante uma semana inteira. Lembre-se que você precisa voltar ao seu plano de reeducação de alimentar  o mais rápido possível para minimizar os danos.
  • Diga a si mesmo “Eu posso fazer isso.” A pesquisa mostra que a autoeficácia, ou a confiança que você irá ter sucesso e conseguir alcançar o seu objetivo, é um poderoso preditor do comportamento futuro. Se você percebe que está pensando negativamente, adote uma atitude mais positiva, relembre-se de outras situações em que você aprendeu com sucesso um novo comportamento. Visualize-se a resistir à tentação e a ser bem sucedido na sua perda de peso.

Thais Martins Santos

Psicóloga Clinlife

CRP 04-24638

Sem Glúten, será que emagrece?

 

Depois de muitos outros alimentos como o ovo, a carne vermelha e a frutose (carboidrato das frutas), agora está no momento do glúten. Proteína presente no trigo, no centeio e na cevada que passou a assumir o posto do vilão da saúde.

Abrir mão de determinados alimentos que se gosta para ver o ponteiro da balança despencar é uma medida muito radical que nem sempre conseguimos fazer por muito tempo. Há quem abra mão dos doces, das frituras e até da carne vermelha, mas na lista de restrições o glúten, o mais conhecido como farinha de trigo está na maioria dos alimentos.

Ele tem algumas particularidades que o desfavoreça sim, por estar presente em diversos alimentos ricos em carboidratos e com alto índice glicêmico (que elevam a taxa de açúcar no sangue), como pizza e biscoitos, que podem engordar e aumentar o risco de doenças.

Mas, essas conseqüências, porém, não são desencadeadas pela proteína do alimento, e sim pelo açúcar do carboidrato. Logo, não adianta eliminá-lo da n e continuar consumindo comidas como arroz branco, batatas e mandioca em grande quantidade.

Apesar da alegação de que as farinhas estimulem o apetite, provocando picos exagerados de açúcar no sangue, desgaste nas cartilagens e nos ossos e aumenta os riscos de diabetes, doenças cardíacas e obesidade. Ainda assim não existe nenhuma comprovação cientifica desta relação.

O que se pode constatar é que uma dieta sem pães, massas, bolos, bolachas e cereais, já que o trigo está presente em todos eles traz uma redução de forma significativa na ingesta alimentar, e assim resulta em menor consumo calórico, e conseqüentemente na perda de peso.

O mesmo resultado pode ser obtido com outras dietas que eliminem qualquer ingrediente ou alimento consumido regularmente.

Quem deseja eliminar o glúten da dieta apenas para emagrecer terá que mudar e muito o hábito alimentar, uma vez que ele está largamente presentes em muitos alimentos. Caso a substituição seja necessária, a forma mais adequada e com orientação profissional, para não ter nenhum prejuízo para a saúde.

 

Alcimara Macieira

CRN9 – 4284

Nutricionista – Clinlife

Sorrir é uma arte!

A música cantada por Maria Bethânia já diz tudo: “…a arte de sorrir cada vez que o mundo diz não…” Sorrir verdadeiramente deveria ser considerado uma arte, uma obra prima.

Você já reparou uma pessoa sorrindo? O rosto se ilumina, os olhos brilham! O sorriso mostra beleza e simpatia, torna as pessoas mais sedutoras e interessantes socialmente, facilita a comunicação e sobretudo a relação.

Outra coisa, o  riso é contagiante… Se ouvimos alguém dar uma boa gargalhada, nem precisamos saber do que se trata e um sorriso é aberto instantaneamente em nosso rosto. Ou o simples fato de alguém sorrir para a gente, já faz com que devolvemos um sorriso imediatamente de volta, mesmo que nesse dia estejamos tristes.

Dizem que, diante de algumas adversidades, sorrir é o melhor remédio. Essa afirmação é verdadeira, pois o riso é um poderoso antídoto para o estresse, a dor e o conflito. Nada funciona de modo mais rápido ou confiável para trazer o corpo e a mente de volta ao equilíbrio do que uma boa risada.

Uma boa risada alivia a tensão física e o estresse, deixando seus músculos relaxados por até 45 minutos depois.

humor é uma verdadeira academia para o cérebro e sorrir o ajuda muito a exercitar-se. O exercício mental de rir ajuda a manter o cérebro trabalhando e isso é bom seja para o humor que fisicamente, tanto quanto fazer qualquer atividade física. O humor é capaz de aumentar a nossa força para os desafios da vida e a nossa flexibilidade mental.

Além disso, o riso estimula o sistema imunológico. Ele reduz a liberação dos hormônios do estresse e aumenta o número de células imunes e anticorpos que combatem as infecções, melhorando assim sua resistência às doenças.

Claro que existem dias em que estaremos tristes, sem vontade de sorrir. Nesses dias, olhe-se no espelho. Veja como seu rosto se modifica quando fechamos nosso semblante em tristeza. Diante da tristeza, precisamos acreditar que será passageira e que aquela fase ruim passará. E é sempre mais leve passar por todas as fases com um sorriso no rosto.

Um sorriso transforma não transforma somente o rosto de quem o carrega, o sorriso consegue mudar o mundo à sua volta!

Sendo assim, que tal sorrir mais?

 

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP:35.330

 

 

Biomassa da banana verde: alimento funcional excelente para a saúde.

Você já ouviu falar em biomassa da banana verde? 

 

Ela nada mais é que a banana verde cozida em panela de pressão e que traz inúmeros benefícios para o nosso organismo.

 

  • Quais são os benefícios da biomassa de banana?

 

1.      Saúde do intestino

O amido resistente do alimento tem ação semelhante a das fibras, por isso a biomassa é eficaz para manter a saúde do intestino. Ajuda a nutrir a mucosa intestinal, regulando o funcionamento do intestino.

2.      Saúde do coração

Para quem tem o colesterol alto, a biomassa é uma boa aliada. Além de reduzir os níveis de LDL na corrente sanguínea, o alimento ajuda a diminuir os triglicerídeos e atua na redução da absorção de gordura.

 

 

3.      Fonte de vitaminas

Rica em vitaminas A, B1, B2 e minerais essenciais como fósforo, magnésio e potássio, a biomassa também é um dos alimentos antioxidantes que agem na prevenção de doenças como o câncer, além de ajudar a combater o envelhecimento precoce.

4.      Controla a Glicemia e Previne Diabetes

Este é certamente um dos maiores benefícios da banana verde, pois além de auxiliar na regulação dos níveis de glicose ao ser ingerida, a banana verde libera açúcar na corrente sanguínea de maneira bastante gradual; o que impede uma grande variação das taxas de glicose e consequentemente mantém estável a liberação de insulina.

 

5.      Alimento para quem tem restrições

Para quem tem restrições alimentares, como intolerâncias e alergias alimentares ou diabetes a biomassa é um alimento bem indicado. Além de diminuir a absorção de gordura e açúcar, ela é livre de traços de lactose e glúten, por exemplo.

6.      Emagrecimento

biomassa de banana verde ajuda a emagrecer porque, além de ser de baixo teor calórico, auxilia a inibir a absorção de glicose e gorduras. Enquanto isso, o amido promove sensação de saciedade prolongada, já que é digerido lentamente pelo organismo.

7.      Fornece energia

Para quem pratica atividade física regular a banana verde é uma ótima opção para ser consumida junto ao shake pré ou pós-treino, já que além de proteínas também contém carboidratos, que irão fornecer energia para os exercícios e para a recuperação muscular.

 

 

8.      Melhora o humor

A banana é uma ótima fonte de vitamina 6 e triptofano, dois nutrientes essenciais para a síntese de serotonina, um dos neurotransmissores associados à sensação de prazer e bem-estar. Além disso, o triptofano pode ajudar a melhorar o sono, diminuir a vontade de comer doces e até mesmo evitar a depressão.

9.      Alivia os sintomas da TPM

Podemos encontrar na banana verde uma boa quantidade de magnésio e de vitamina B6. Enquanto a vitamina estimula a produção de serotonina (que por sua vez gera sensação de bem-estar), o magnésio melhora os sintomas da cólica e dor de cabeça. O mineral ainda ajuda a controlar a compulsão por doces, situação tão comum no período menstrual.

 

  •        Como podemos consumir a banana verde

Como contém muito tanino (substância que confere à fruta aquele gosto “marrento”), a banana verde deve ser consumida cozida ou na forma de farinha. Enquanto a banana cozida também conhecida como biomassa de banana verde costuma ser feita em casa, a farinha de banana verde pode ser encontrada à venda em supermercados e casas de produtos naturais.

Você pode utilizar a biomassa de banana verde no preparo de suco natural, pão integral, vitamina, tortas, sopas, maionese, mousses, muffins, etc.

 

Luana Gomes de Melo

Nutricionista Clinlife

CRN 5963