Sem Glúten, será que emagrece?

 

Depois de muitos outros alimentos como o ovo, a carne vermelha e a frutose (carboidrato das frutas), agora está no momento do glúten. Proteína presente no trigo, no centeio e na cevada que passou a assumir o posto do vilão da saúde.

Abrir mão de determinados alimentos que se gosta para ver o ponteiro da balança despencar é uma medida muito radical que nem sempre conseguimos fazer por muito tempo. Há quem abra mão dos doces, das frituras e até da carne vermelha, mas na lista de restrições o glúten, o mais conhecido como farinha de trigo está na maioria dos alimentos.

Ele tem algumas particularidades que o desfavoreça sim, por estar presente em diversos alimentos ricos em carboidratos e com alto índice glicêmico (que elevam a taxa de açúcar no sangue), como pizza e biscoitos, que podem engordar e aumentar o risco de doenças.

Mas, essas conseqüências, porém, não são desencadeadas pela proteína do alimento, e sim pelo açúcar do carboidrato. Logo, não adianta eliminá-lo da n e continuar consumindo comidas como arroz branco, batatas e mandioca em grande quantidade.

Apesar da alegação de que as farinhas estimulem o apetite, provocando picos exagerados de açúcar no sangue, desgaste nas cartilagens e nos ossos e aumenta os riscos de diabetes, doenças cardíacas e obesidade. Ainda assim não existe nenhuma comprovação cientifica desta relação.

O que se pode constatar é que uma dieta sem pães, massas, bolos, bolachas e cereais, já que o trigo está presente em todos eles traz uma redução de forma significativa na ingesta alimentar, e assim resulta em menor consumo calórico, e conseqüentemente na perda de peso.

O mesmo resultado pode ser obtido com outras dietas que eliminem qualquer ingrediente ou alimento consumido regularmente.

Quem deseja eliminar o glúten da dieta apenas para emagrecer terá que mudar e muito o hábito alimentar, uma vez que ele está largamente presentes em muitos alimentos. Caso a substituição seja necessária, a forma mais adequada e com orientação profissional, para não ter nenhum prejuízo para a saúde.

 

Alcimara Macieira

CRN9 – 4284

Nutricionista – Clinlife

Sorrir é uma arte!

A música cantada por Maria Bethânia já diz tudo: “…a arte de sorrir cada vez que o mundo diz não…” Sorrir verdadeiramente deveria ser considerado uma arte, uma obra prima.

Você já reparou uma pessoa sorrindo? O rosto se ilumina, os olhos brilham! O sorriso mostra beleza e simpatia, torna as pessoas mais sedutoras e interessantes socialmente, facilita a comunicação e sobretudo a relação.

Outra coisa, o  riso é contagiante… Se ouvimos alguém dar uma boa gargalhada, nem precisamos saber do que se trata e um sorriso é aberto instantaneamente em nosso rosto. Ou o simples fato de alguém sorrir para a gente, já faz com que devolvemos um sorriso imediatamente de volta, mesmo que nesse dia estejamos tristes.

Dizem que, diante de algumas adversidades, sorrir é o melhor remédio. Essa afirmação é verdadeira, pois o riso é um poderoso antídoto para o estresse, a dor e o conflito. Nada funciona de modo mais rápido ou confiável para trazer o corpo e a mente de volta ao equilíbrio do que uma boa risada.

Uma boa risada alivia a tensão física e o estresse, deixando seus músculos relaxados por até 45 minutos depois.

humor é uma verdadeira academia para o cérebro e sorrir o ajuda muito a exercitar-se. O exercício mental de rir ajuda a manter o cérebro trabalhando e isso é bom seja para o humor que fisicamente, tanto quanto fazer qualquer atividade física. O humor é capaz de aumentar a nossa força para os desafios da vida e a nossa flexibilidade mental.

Além disso, o riso estimula o sistema imunológico. Ele reduz a liberação dos hormônios do estresse e aumenta o número de células imunes e anticorpos que combatem as infecções, melhorando assim sua resistência às doenças.

Claro que existem dias em que estaremos tristes, sem vontade de sorrir. Nesses dias, olhe-se no espelho. Veja como seu rosto se modifica quando fechamos nosso semblante em tristeza. Diante da tristeza, precisamos acreditar que será passageira e que aquela fase ruim passará. E é sempre mais leve passar por todas as fases com um sorriso no rosto.

Um sorriso transforma não transforma somente o rosto de quem o carrega, o sorriso consegue mudar o mundo à sua volta!

Sendo assim, que tal sorrir mais?

 

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP:35.330

 

 

Biomassa da banana verde: alimento funcional excelente para a saúde.

Você já ouviu falar em biomassa da banana verde? 

 

Ela nada mais é que a banana verde cozida em panela de pressão e que traz inúmeros benefícios para o nosso organismo.

 

  • Quais são os benefícios da biomassa de banana?

 

1.      Saúde do intestino

O amido resistente do alimento tem ação semelhante a das fibras, por isso a biomassa é eficaz para manter a saúde do intestino. Ajuda a nutrir a mucosa intestinal, regulando o funcionamento do intestino.

2.      Saúde do coração

Para quem tem o colesterol alto, a biomassa é uma boa aliada. Além de reduzir os níveis de LDL na corrente sanguínea, o alimento ajuda a diminuir os triglicerídeos e atua na redução da absorção de gordura.

 

 

3.      Fonte de vitaminas

Rica em vitaminas A, B1, B2 e minerais essenciais como fósforo, magnésio e potássio, a biomassa também é um dos alimentos antioxidantes que agem na prevenção de doenças como o câncer, além de ajudar a combater o envelhecimento precoce.

4.      Controla a Glicemia e Previne Diabetes

Este é certamente um dos maiores benefícios da banana verde, pois além de auxiliar na regulação dos níveis de glicose ao ser ingerida, a banana verde libera açúcar na corrente sanguínea de maneira bastante gradual; o que impede uma grande variação das taxas de glicose e consequentemente mantém estável a liberação de insulina.

 

5.      Alimento para quem tem restrições

Para quem tem restrições alimentares, como intolerâncias e alergias alimentares ou diabetes a biomassa é um alimento bem indicado. Além de diminuir a absorção de gordura e açúcar, ela é livre de traços de lactose e glúten, por exemplo.

6.      Emagrecimento

biomassa de banana verde ajuda a emagrecer porque, além de ser de baixo teor calórico, auxilia a inibir a absorção de glicose e gorduras. Enquanto isso, o amido promove sensação de saciedade prolongada, já que é digerido lentamente pelo organismo.

7.      Fornece energia

Para quem pratica atividade física regular a banana verde é uma ótima opção para ser consumida junto ao shake pré ou pós-treino, já que além de proteínas também contém carboidratos, que irão fornecer energia para os exercícios e para a recuperação muscular.

 

 

8.      Melhora o humor

A banana é uma ótima fonte de vitamina 6 e triptofano, dois nutrientes essenciais para a síntese de serotonina, um dos neurotransmissores associados à sensação de prazer e bem-estar. Além disso, o triptofano pode ajudar a melhorar o sono, diminuir a vontade de comer doces e até mesmo evitar a depressão.

9.      Alivia os sintomas da TPM

Podemos encontrar na banana verde uma boa quantidade de magnésio e de vitamina B6. Enquanto a vitamina estimula a produção de serotonina (que por sua vez gera sensação de bem-estar), o magnésio melhora os sintomas da cólica e dor de cabeça. O mineral ainda ajuda a controlar a compulsão por doces, situação tão comum no período menstrual.

 

  •        Como podemos consumir a banana verde

Como contém muito tanino (substância que confere à fruta aquele gosto “marrento”), a banana verde deve ser consumida cozida ou na forma de farinha. Enquanto a banana cozida também conhecida como biomassa de banana verde costuma ser feita em casa, a farinha de banana verde pode ser encontrada à venda em supermercados e casas de produtos naturais.

Você pode utilizar a biomassa de banana verde no preparo de suco natural, pão integral, vitamina, tortas, sopas, maionese, mousses, muffins, etc.

 

Luana Gomes de Melo

Nutricionista Clinlife

CRN 5963

Relaxar pode ser terapêutico

Nos últimos tempos vários autores, tem validado a utilidade da indicação do relaxamento na terapêutica de uma série de doenças psicológicas e somáticas. Entende-se que por  “resposta de relaxamento” o que está nomeando  um estado  psicofisiológico de hipoexcitação que pode ser produzido por uma série de técnicas tais como meditação, hipnose, respiração profunda, biofeedback, relaxamento muscular, música etc.

 Por anos tem se utilizado com bastante sucesso o relaxamento, físico e mental, como um procedimento coadjuvante no tratamento do stress excessivo e de suas consequências.   Uma das razões do sucesso se deve provavelmente ao fato de que o stress propicia o aparecimento de   distúrbios de excitação e o relaxamento produz uma condição antagônica, o que, consequentemente, faz com que o organismo  experiencie um estado de maior quietude. Durante o processo de relaxamento o organismo vivencia  temporariamente um estado de hipoexcitação que  oportuniza ao organismos  readquirir a homeostase necessária à vida.

A literatura aponta que muitas doenças tem por base comum uma hipersensibilidade neurológica do sistema límbico, ou seja, um limiar de excitação baixo.  Esta hipersensibilidade é capaz de dar origem a uma série de doenças relacionadas ao stress, tais como distúrbios de ansiedade e de adaptação, hipertensão arterial essencial,  úlceras, psoríase etc.

 Gelhorn(1965)  sugere que a estimulação que é muito intensa ou que é repetida cronicamente  pode levar a um hiperfuncionamento do  sistema  nervoso simpático, responsável  pela quebra da homeostase interna do organismo, devido a liberação das catecolaminas. Deste modo, as doenças relacionadas ao stress teriam em sua etiologia os seguintes fatores patogênicos:(1) aumento na atividade adrenérgica, 2) aumento na excitação neuromuscular, e (3) excitação repetitiva de origem cognitiva.

 Partindo-se deste pressuposto, torna-se razoável  deduzir que qualquer intervenção terapêutica direcionada para o stress, deve objetivar,  dessensibilizar neurologicamente e reduzir a atividade global dentro do circuito límbico. Intervenções estas que precisam visar as seguintes estratégias:  (1) redução da responsividade adrenérgica, (2) redução na excitação neuromuscular e (3) redução da excitação cognitiva. A resposta de relaxamento preenche tais necessidades, pois se constitui em um esforço geral para diminuir a excitabilidade do organismo. Gelhorn afirma que o relaxamento produz uma redução da descarga hipotalâmica-cortical e produz um estado de hipo-excitabilidade. Taylor (1978) sugere que o relaxamento diminui a excitabilidade do sistema nervoso central e Everly(1980) afirma que o relaxamento produz  uma dessensibilizarão do sistema límbico.

 Não só na área física, mas também na mental, o relaxamento produz mudanças, tais como a sensação de calma mental, de estar em controle da situação e de auto-eficácia.

 Assim sendo, as pesquisas indicam que o relaxamento não se constitui em uma técnica simples. Ele deve ser bem entendido a fim de ser utilizado adequadamente, considerando–se as diferenças individuais  ao se programar a utilização do relaxamento para fins terapêuticos.

O stress é hoje reconhecido no Brasil e no mundo como sendo um fator presente na origem  de uma série de doenças, porém quando ele é gerenciado de modo adequado, seus efeitos podem ser benéficos ao organismo.

NEM TODA ATIVIDADE FÍSICA É EXERCÍCIO FÍSICO

Hoje em dia muito tem se falado de atividade física, tanto para saúde quanto para qualidade de vida, mas você realmente compreende o que é atividade física?

O movimento é natural ao homem. No dia a dia andamos, subimos escadas, sentamos, agachamos, movimentamos braços e pernas…

Todo e qualquer movimento humano é chamado de atividade física, portanto somos totalmente dependentes dela e devemos entendê-la para avaliar sua necessidade.

Portanto, ao praticar muitas das suas atividades cotidianas como ir a pé até a padaria, participar de um passeio ciclístico, subir escadas, fazer faxina, dançar, brincar de pega-pega, subir em árvore, cavalgar, jogar uma pelada, praticar natação etc., você está praticando atividade física.

Agora para se obter reais benefícios e resultados dela devemos praticá-la na forma de exercício físico. É isso mesmo! O exercício físico é uma forma de atividade física que tem como objetivo melhorar a aptidão física.

É o exercício, e não qualquer atividade, que melhora a saúde e protege o organismo das doenças.

A definição de exercício físico  pelo Conselho Federal de Educação Física é:

   “Seqüência sistematizada de movimentos de diferentes segmentos corporais, executados de forma planejada, segundo um determinado objetivo a atingir. Uma das formas de atividade física planejada, estruturada, repetitiva, que objetiva o desenvolvimento da aptidão física, do condicionamento físico, de habilidades motoras ou reabilitação orgânico-funcional, definido de acordo com diagnóstico de necessidade ou carências específicas de seus praticantes, em contextos sociais diferenciados.”

 

Natália Francisca Louredo

Profissional de Educação Física

CREF 026778-G/MG

 

Índice Glicêmico! O que é e qual a vantagem de alimentos de baixo índice glicêmico

O índice glicêmico (IG) é a capacidade que um alimento tem em aumentar a quantidade de açúcar no sangue (glicemia), após sua ingestão, medido pela quantidade fixa da ingestão de 50g de carboidrato deste alimento.

Sempre que ingerimos carboidratos, esses entram na corrente sanguínea com diferentes velocidades, aqueles que entram mais rápido são classificados como os de maior índice glicêmico, e os que demoram mais tempo são os que chamamos de menor índice glicêmico.

Um dos fatores que interferem no valor do índice glicêmico de um alimento é o teor de fibras que ele apresenta. Levando isso em consideração percebe-se que um mesmo grupo de alimentos pode apresentar índices glicêmicos diversos. O processamento do alimento também irá interferir no seu IG. Por exemplo, alimentos cozidos apresentam IG maior que quando crus.

A elevação da glicose provoca um aumento da insulina, que é responsável por jogar glicose para o interior da célula e gerar energia. Insulina em excesso baixa rapidamente a taxa de glicemia, provocando hipoglicemia e fome.

O índice glicêmico usa uma escala que vai de 0 a 100. Sendo que alimentos que apresentam baixo IG são aqueles com valores menores que 55; médios entre 55 e 70 e acima desse valor, alto IG.

Um outro indicador recente (1997) que possibilita um melhor controle sobre o aumento da glicemia sanguínea é a Carga Glicêmica (CG). Enquanto o IG mede a velocidade com que o alimento eleva a glicose sanguínea, a CG nos dá a quantidade de carboidrato disponível em uma porção do alimento. O cálculo para determinar a CG é feito utilizando o índice glicêmico (CG = IG x Teor CHO disponível na porção do alimento/ 100).

Se o número final for menor ou igual a 10, o alimento tem baixa CG; de 11 a 19, ela é moderada; acima de 20, alta.

Para entender melhor a relação entre IG e CG veja um exemplo concreto. A melancia tem alto IG (igual a 72). Mas para se obter 50g de carboidratos disponíveis na melancia, fruta rica em água e fibras é necessária mais de quatro porções normais. Em ½ copo, sua porção normal, encontra-se apenas 5,75g de carboidratos. Ao fazer a equação (5,75 x 72 / 100), o resultado de 4,14 mostra uma CG baixa. Algo que pode perfeitamente ser consumido sem afetar uma dieta que visa o equilíbrio do açúcar no sangue. A CG mostra que é possível incluir alimentos com IG alto nas refeições. Inclusive porque eliminar alimentos como frutas, cereais, verduras e legumes com IG alto podem levar à carência de vitaminas, sais minerais e outros nutrientes importantes para o organismo.

Juliana Castilho

Nutricionista Clinlife

CRN 4524

 

Pra que, porque e o que comer: ESCOLHAS ALIMENTARES

 

 Atualmente as preocupações acerca das escolhas alimentares vêm se tornando um dos efeitos adversos para a saúde, pois é através dela que somos não somente o que comemos, mas também como comemos e por que comemos

Sendo considerado um processo complexo que envolve o meio-ambiente, a história individual e a personalidade de cada individuo refletida em valores pessoais. Faz com que o homem crie uma expectativa em relação à alimentação como supressor de suas emoções e sentimentos.

O ato da escolha alimentar, como qualquer outro comportamento humano, é influenciado por muitos fatores que estão inter-relacionados, mas o que nos leva a comer é logicamente a fome e a saciedade.

Agora a escolha do que comemos não é apenas determinado por necessidades fisiológicas e nutricionais, o comportamento alimentar de um indivíduo corresponde além dos chamados hábitos alimentares como também a todas as práticas emocionais à escolha do alimento determinada por três fatores:

O cognitivo que se refere àquilo que o indivíduo sabe sobre os alimentos e a sua necessidade podendo influenciar em maior ou menor grau no seu comportamento alimentar.

O afetivo que aponta às atitudes frente aos alimentos e às práticas alimentares, que muitas vezes podem não ser positivas dependendo do estado emocional/ psíquico.

E o situacional que são os fatores socioeconômicos que interferem sobre a alimentação, isto é, as normas sociais e os padrões culturais.

Consciente de que o ser humano é altamente adaptável e estamos sempre pronto para constantes modificações, precisamos então nos permitir, querer mudar e experimentar novas escolhas com sabores e prazeres valorizando mais as necessidades fisiológicas do nosso corpo.

 

Pois se depender do nosso paladar, podemos aprender a gostar dos alimentos modificando a preparação e experimentando várias vezes, pois o nosso paladar não é estático. O que precisamos é nos acostumar com novos padrões e liberar nossa mente para novas aceitações.

Mas para se ter uma escolha alimentar correta é necessária que haja mudança no comportamento individual atual, que está além da percepção da necessidade de alterar os hábitos alimentares. Pois ficar acreditando que a alimentação que pratica já está adequada e equilibrada só confirma que não percepcionamos as nossas escolhas como fundamentais para termos uma qualidade de vida saudável.

O que comemos não pode ser baseado apenas nas nossas preferências e desejos, mas também pelas circunstâncias que são essencial a nossa saúde e a nossa vida.

Alcimara Macieira

Nutricionista – Clinlife

CRN9 – 4284

 

Você sofre de “complexo de inferioridade”?

Você  é o tipo de pessoa que vive se comparando com outras?

Nem sempre a comparação é algo ruim. Ela pode nos incentivar a buscar, nos motivar a querer sermos melhores. O patológico é quando isso se torna obsessão e nunca estamos satisfeitos. Sempre alguém terá mais que a gente ou, por qualquer motivo, sempre consideramos as pessoas no geral mais felizes que nós, mais bonitos, mais capacitados… Assim entramos no perigoso “complexo de inferioridade”.

Essa denominação foi criada pelo médico psiquiatra Alfred Adler, para designar sentimentos de insuficiência e incapacidades de resolver problemas, fazendo com que a pessoa se sinta sempre inferior ao outro. Isso leva à baixa autoestima, na qual a pessoa passa a não ter consciência do seu valor pessoal.

O complexo de inferioridade é um sentimento de que se é inferior ao outro. Esse sentimento  pode emergir de uma inferioridade imaginada, nem sempre real.

Diferentemente de um sentimento normal de inferioridade, que pode atuar como um incentivo para o progresso pessoal, um complexo de inferioridade é um estágio avançado de desalento, freqüentemente resultando numa fuga das dificuldades. A pessoa tende a se sentir “menor” ou mais “incapacitado” que outros.

Para se livrar desse sentimento, existem algumas dicas que podem ajudar:

- Tente entender esse sentimento: busque dentro de si a causa de se sentir inferior ou diminuído perante os outros. Verifique o que em sua vida o levou a isso. A causa pode estar lá na infância, quando alguma experiência ruim o levou a se sentir pequeno. Ao descobrir a causa, avalie a situação e busque outras formas positivas de “enxergar” aquele mesmo acontecimento.

-Pense positivo: o pensamento positivo pode ajudar a melhorar a sua confiança e auto-estima, que por sua vez vai ajudar a superar os desafios de forma mais eficiente.

-Reconheça seus  pontos fortes: todos nós temos nossas fraquezas, entretanto, não devemos colocar toda  nossa atenção  sobre elas. Precisamos também nos concentrar nos nossos pontos positivos. Sim, eles existem!

- Não fique se comparando com os outros: no desejo de ser como outra pessoa. Você acaba desejando ser alguém que não é. Como resultado, você fica usando uma máscara e vivendo uma mentira. É claro que não há mal nenhum em experimentar coisas novas e tentar ampliar os seus horizontes. Mas não tente ser outra pessoa; seja você mesmo.

O mais importante é sabermos que nenhum de nós nasce perfeito. No entanto, nós, como seres humanos , temos nossa capacidade de nos melhorarmos todos os dias.

Precisamos rever as áreas de nossas vidas que precisam de algumas mudanças e começarmos daquilo que já damos conta .

Faça as pazes com você, seja feliz com aquilo que você é! 

Com certeza, você tem já muito mais a agradecer do que a pedir, valorize isso!

 

Cristiane Froes

Psicóloga Clinlife

CRP:35.330

Dicas para ir as compras e não exagerar

Muitas vezes as pessoas não dão importância para esse momento fundamental para manter o foco na alimentação saudável. A regra é simples: só armazene na dispensa do armário alimentos que você possa consumir sem prejudicar sua saúde e isso começa lá na hora das compras!

Vamos às dicas:

Faça uma lista daquilo que realmente necessita, deixando o “supérfluo” de lado. Escolha um dia e horário mais tranqüilo para ir às compras, o ideal é ir às compras sem pressão com horários;

Não vá às compras com fome! Com fome você acaba comprando mais do que o necessário e consequentemente acaba comendo mais;

Evite o corredor de doces e salgadinhos, pois com as guloseimas a vista fica mais difícil resistir às tentações;

Compare os produtos lendo os rótulos e escolha os melhores alimentos que tenham menos gorduras saturadas, mais fibras, menos sódio. Existem muitas opções no mercado de produtos mais saudáveis e ao mesmo tempo muito saborosos;

Fique atento aos lançamentos, pesquisando novos produtos saudáveis nas prateleiras. A cada dia mais produtos saudáveis vão surgindo. Mas leia atentamente os rótulos para saber fazer as melhores escolhas;

Cuidado com as ofertas do tipo: “leve mais e pague menos”, pvocê pode acabar levando quantidades desnecessárias de alimentos, podendo haver desperdícios ou ainda aumentar as suas calorias diárias;

Evite parar em “pontos de degustação” dentro dos supermercados, pois, as porções servidas são pequenas, mas no final somam várias calorias;

Na hora de escolher os cereais matinais, evite aqueles que possuem açúcar refinado na sua composição; Existem várias opções com mel, açúcar mascavo ou até mesmo não adoçadas. Dê preferência aos cereais integrais como aveia, linhaça, chia ou granola light sem açúcar;

Evite comprar alimentos que você costuma utilizar como aperitivos, pois na hora daquela “fominha” são estes que você vai atacar;

Não compre temperos e molhos industrializados, pois são ricos em sódio. Adquira ervas e temperos naturais que acentuam o sabor dos pratos, tais como orégano, curry, coentro, manjericão, cebolinha, salsa.

preferência para hortifrutis orgânicos sempre que possível;

Lembre- se sempre do bom senso! Educação nutricional depende de várias pequenas mudanças no estilo de vida!

Fernanda R. Andrade

Nutricionista Clinlife

CRN 11.100

Níveis de Ansiedade

A ansiedade está presente em nós, é útil, ela é a resposta ao stress diário, dependendo do que sentimos podemos dizer que existem vários níveis de ansiedade. E como qualquer outra coisa na vida tudo que tende a extremos não faz bem a saúde.

Aqui vamos marcar algumas caracteristicas que podem lhe ajudar a identificar como anda o nivel da sua ansiedade.

 Nivel Normal

A ansiedade é uma reação normal, dita bioadaptativa, ou seja, é uma resposta do corpo a algum tipo de estressor externo, por exemplo, diante de uma ameaça (um predador), o organismo deve reagir aumentando seu ritmo para que este possa se preparar para a luta ou fuga. O ritmo cardíaco aumenta, há contração de vasos periféricos para que se concentre sangue em áreas vitais, a respiração aumenta sua frequência. Portanto, todas estas reações são normais e preparam o indivíduo para enfrentar o estressor externo. É uma sensação difusa, desagradável de apreensão acompanhadas por várias sensações físicas.

Nivel Patológico

A ansiedade se torna patológica em dois momentos:

1. Quando o corpo reage excessivamente a um estímulo, ou seja, quando a ansiedade é desproporcional ao estímulo e transforma uma reação adaptativa em reação desadaptativa, ou mesmo quando ela aparece relacionada a estímulos que normalmente não gerariam ansiedade;

2. Quando ocorre ansiedade na ausência de estímulo deflagrador.

Os transtornos de ansiedade mais comuns são:

  • Sindrome do Pânico
  • Transtorno Obsessivo-compulsivo
  • Tanstorno de Ansiedade Generalizada
  • Transtorno de estresse pós-traumático

A ansiedade patológica caracteriza-se pela intensidade prolongada à situação precipitante, tornando difícil o controle dos sintomas físicos causando prejuízo na atividade social, dificultando e impossibilitando a adaptação. Ao contrário da ansiedade normal, a patológica paralisa o indivíduo, trazendo prejuízos ao seu bem estar.

 Thaís Martins Santos

Psicóloga

CRP -04 24 638