Entenda um pouco a nutrição celular

Para promover saúde, prevenir doenças e auxiliar na qualidade de vida precisamos nutrir nosso organismo adequadamente, isso é, ter uma correta ingestão de alimentos, principalmente, em qualidade, a fim de  garantir que nosso organismo receba todos os nutrientes necessários (carboidratos, proteínas, lipídeos, vitaminas, minerais, água e fibras).

 

A falta da correta proporção entre os nutrientes essenciais promove o desenvolvimento de problemas crônicos que, se não forem tratados adequadamente a partir da causa dos mesmos, resultarão não só em obesidade com também em outros desequilíbrios que não estão diretamente relacionados à alimentação, como distúrbios no equilíbrio físico, mental e emocional.

 

Hoje em dia se sabe que a partir de uma nutrição correta, podemos alterar nossas características genéticas, através do fenótipo (que é determinado pelo meio), ou seja, a expressão de um gene depende 70% a 75% da influência do meio ambiente e dos hábitos alimentares.

 

Nosso organismo é formado por 100.000.000.000.000 (cem trilhões) de células e dessas, 50.000.000 (cinqüenta milhões) são substituídas diariamente, consequentemente a matéria prima que fornecemos para esta formação celular é determinante para o resultado que teremos.

Pense nisso!

 

Juliana Castilho

Nutricionista Clinlife

CRN 4524

Atenção e Memória

Estas duas funções cognitivas estão intimamente relacionadas e são responsáveis por várias tarefas que realizamos todos os dias.

Mas a grande maioria das pessoas acaba por atribuir todas as suas queixas a função de memória, sem considerar que a memória é resultado de um aprendizado e assim sendo, necessita de funcionamento adequado de outras funções.

ATENÇÃO

A atenção é a função cognitiva básica para que diversos comportamentos possam ser realizados. Um nível de atenção adequado pode representar o sucesso ou não de diversas atividades tais como: assistir um filme e compreendê-lo; manter o foco de conversação em um ambiente ruidoso. Sem mencionar que a atenção é um pré-requisito fundamental para o processo de aprendizagem e conseqüentemente de memorização.

Por atenção deve-se entender que é a seleção e manutenção de um foco, seja de um estímulo ou informação, entre as infinitas que se está exposto através dos sentidos, memórias armazenadas e outros processos cognitivos.
Podemos de forma didática separar para estudar e avaliar os diferentes aspectos da atenção da seguinte forma:

  • Atenção seletiva: quando o indivíduo escolhe um estímulo ao qual prestará atenção, por exemplo, ler um livro ao invés de assistir tv, mesmo que esta esteja ligada e faça ruídos ao fundo;
  • Atenção dividida: caracteriza-se pela capacidade do indivíduo em prestar atenção em mais de um estímulo ao mesmo tempo, por exemplo, conversar enquanto dirige um veículo, trabalhar no computador enquanto atende ao telefone;

A atenção depende de inúmeros fatores, desde a o interesse ou ânimo por algum assunto, até as dificuldades específicas, como quadros de ansiedade e medo.

MEMÓRIA

A memória é uma das funções cognitivas mais presentes no cotidiano de uma pessoa. Através da função de memória pode-se armazenar informações, lembrar delas e utilizá-las em momentos que se fizerem necessárias. O bom funcionamento da memória depende inicialmente do nível de atenção, mas também da capacidade de percepção e associação que são  importantes para que as informações possam ser armazenadas com sucesso.
Mas apesar do conceito de memória ser único, tem-se várias formas de classificá-la inclusive, de acordo com a duração e os tipos de informação envolvidos:

  • Memória de curto prazo: ou memória de trabalho, armazena (numa quantidade limitada) informações por alguns minutos. A memória de trabalho possibilita, por exemplo, uma pessoa discar um número de telefone que alguém acabou de lhe dizer ou repetir algumas frases de um texto lido naquele exato momento.
  • Memória de longo prazo: tem uma capacidade maior para o armazenamento de informações, que permanecem com o indivíduo durante longos períodos, podendo até ficar guardadas indefinidamente. Um dos exemplos mais comuns desse tipo de memória são as lembranças de fatos ocorridos na infância, o aprendizado de conteúdos escolares.

A memória de longo prazo pode ser dividida nos seguintes tipos:

- Memória episódica: fazem parte desse conjunto os eventos vivenciados pela pessoa que os recorda, em um determinado tempo e lugar. A memória episódica é constituída por lembranças autobiográficas que representam um significado importante para o indivíduo.

- Memória semântica: corresponde ao conhecimento de fatos da vida em geral, como o idioma falado, o significado das palavras, o nome de objetos e que não têm qualquer ligação com as experiências dotadas de algum tipo de emoção.

- Memória procedural: esse tipo de memória é ligado ao conhecimento de procedimentos corriqueiros e automáticos, por exemplo, lembrar como se toca um instrumento musical, andar de bicicleta, vestir-se, etc.

Os prejuízos que aparecem no funcionamento da memória podem ser decorrentes de fatores tais como idade, o estresse emocional, a depressão e problemas de ordem física.

Thais Martins Santos

Psicóloga da Clinlife

CRP 04 24 638

Não perca tempo !! Comece agora seu Projeto Verão !!

A estação do Verão é bem convidativa para diversas atividades ao ar livre, curtir passeios, viajar com pessoas que você gosta e muito mais. Por isso, seguem abaixo algumas dicas para você curtir essa estação do ano com mais qualidade de vida, saúde e com um corpo bem torneado.

Se você ainda não esta fazendo exercícios físicos ou começou, mas esta infrequente. Mude de atitude!!! Comece imediatamente a fazer exercícios físicos orientados por um profissional de Educação Física. Com isso, você vai conseguir fazer muito menos esforço com muito mais resultado.

Peça para o profissional que lhe orienta para prescrever atividades aeróbicas, conjugadas com atividades anaeróbicas. Seu corpo precisa ter estímulos tanto para ganhar massa magra, melhorar a ‘qualidade’ do seu organismo e queimar gordura. Quando você combina os dois tipos de atividades, seu corpo consegue perder muito mais gordura, tonificar sua musculatura com muito mais rapidez e eficácia.

Beba bastante água. A hidratação, além de fazer a diferença no seu organismo quando você faz exercícios, ela é eficaz no funcionamento do intestino e ajuda a defesa imunológica. Beba de 2 a 3 litros por dia.

Durma bem. Seu corpo precisa de descanso. O repouso adequado do seu corpo faz com que seu organismo se recupere melhor dos estímulos dos exercícios. Além disso, dormir mal pode prejudica o metabolismo da glicose.

Faça atividades de gasto energético no seu dia a dia. Atividades como, subir escadas, deixar o carro mais longe do serviço para caminhar esse percurso, ir e voltar até a padaria andando, arrumar a casa, dar banhos em animais de estimação, lavar o carro, são algumas das diversas atividades que você pode fazer para gastar mais energia em seu dia. Todas as atividades que você acrescenta, colaboram para o seu balanço calórico (energia ‘gasta’ X energia consumida).

Faça atividades físicas nos finais de semana. Aproveite os finais de semana para curtir com a família atividades com gasto energético. Caminhar em parques, passear com os seus animais de estimação, brincar com as crianças em uma área aberta são apenas algumas das diversas atividades que você pode praticar em família.

Não pule refeições no seu cotidiano. Faça uma alimentação equilibrada e elaborada por um nutricionista e não deixe de fazer todas as refeições determinadas. Quando você recebe alimentos fracionados em seu cotidiano, seu organismo não vai precisar estocar energia através de gordura.

Relaxe. O estresse pode prejudicar o seu organismo. Diversos estudos mostram que o estresse pode prejudicar os níveis de cortisol e assim seu metabolismo fica prejudicado. Tire momentos no seu cotidiano para relaxar.

 

Richardson Siqueira

CREF 1838-7

Profissional de Educação física Clinlife

O Cérebro e o Comportamento Humano

O relato sobre a relação entre o cérebro e o comportamento humano, tem suas origens na Antiguidade, época em que as lesões cerebrais dos feridos de guerra foram tema de interesse do povo grego que se tornou pioneiro neste tipo de investigação.

A neurociência é uma área composta por conhecimento de disciplinas tais como: neuroanatomia, neurofisiologia, neuroquímica, neuroimagem, genética, farmacologia, neurologia, psicologia, psiquiatria. As neurociências têm por objetivo tentar integrar os pontos de convergência destas áreas e assim investigar as várias relações entre o comportamento humano e a atividade cerebral.Nos dias atuais graças ao avanço do aparato tecnológico e médico-científico tem-se acesso a formas de  investigação mais complexa da atividade cerebral e sua correlação como comportamento humano.

O nosso cotidiano só é possível por causa da atividade cerebral. Atividades como  ler e compreender um  texto, anotar um recado,  reconhecer alguém e lembrar seu nome, calcular o orçamento doméstico, conversar com uma pessoa, saber que amarelo é uma cor e que carro é um meio de transporte, lembrar o caminho de casa, são apenas alguns dos exemplo  das  funções que nosso cérebro desempenha todos os dias, e por ser comum  para a grande maioria das pessoas, não tem-se a dimensão da complexidade de cada uma dessas tarefas.
As principais funções cognitivas são: percepção, atenção, memória, linguagem e funções executivas.

A relação entre estas funções é uma das variáveis que organiza o ritmo dos comportamentos humanos, deste as mais simples até a mais complexa.

Thais Martins Santos

Psicóloga da Clinlife

CRP 04 24 638

O que realmente te motiva?

Quase todas as especialidades médicas indicam o exercício como prática saudável, no sentido de prevenir ou melhorar alguma patologia. A mídia nos enche de informações sobre as diversas modalidades disponíveis que podemos experimentar e as redes sociais, nunca estiveram tão agitadas com blogueiros postando fotos, vídeos, dando dicas de exercícios, lançando tendências e até mesmo, falando muitas coisas que não são verdade no que se refere à prática adequada e segura dos exercícios. Além de termos academias e espaços de saúde que contemplam todos os nichos de mercado, o governo também vem disponibilizando programas e viabilizando o acesso das pessoas mais carentes.

Porém sabe-se que grande parte da população ainda está sedentária. E o que leva a essa realidade já que temos tanto acesso às informações? Seria simplesmente preguiça? Cansaço? Falta de tempo? Falta de dinheiro?

Na maioria das vezes não… Infelizmente…

O que acontece na maior parte das vezes é que nos propomos a fazer modalidades que não gostamos e que não temos habilidade. Porque queremos ter um resultado que vimos em outras pessoas, ou porque nunca paramos para pensar no que realmente gostamos quando pensamos em exercício.

Então, se você já tem a consciência da importância do exercício para sua saúde e auto-estima, pense em algo que você realmente gostou de praticar ou algo que você realmente gostaria de experimentar. Talvez você nem saiba qual a modalidade ideal para o seu perfil…

Fazer as coisas porque precisamos é inevitável, mas o ideal é conciliar aquilo que precisamos fazer e o realmente gostamos.  

 

Isabel Cristina

Personal Treinner e Profissional de Educação Física Clinlife

CREF 19.464 G/MG

DIFERENTES MODOS DE PREPARAÇÃO DOS ALIMENTOS

O modo de preparação dos alimentos influi diretamente no seu teor de gorduras e na quantidade de calorias. Na hora de preparar um alimento deve-se escolher o modo que menos precise de gordura ou óleo. Veja, abaixo, alguns métodos mais utilizados:

 

PASSAR NA CHAPA

Chapa é um utensílio parecido com uma frigideira, porém plano. Se for antiaderente não é necessário o uso de óleo para preparar os alimentos. Dessa forma, reduz-se o valor calórico do alimento.

GRELHAR

Para grelhar o alimento é necessária a grelha (utensílio parecido com uma chapa, porém com sulcos por onde escorre a gordura). Não precisa usar óleo. Por isso é o melhor método de se preparar os alimentos, pois não há o acréscimo de calorias do óleo. Um alimento grelhado, além de gostoso e crocante é uma preparação saudável. Antes de iniciar o preparo, aqueça muito bem a grelha em fogo alto; assim, as proteínas do alimento formam rapidamente uma camada protetora (uma crosta) que retém os sucos nutritivos em seu interior. Dessa forma as maiores partes dos nutrientes permanecem no alimento. Quem não tem grelha pode utilizar uma frigideira para grelhar a carne, o peixe ou mesmo legumes. As frigideiras com teflon são ótimas, pois despensam o uso de óleo. Mas esteja atento, assim que a camada de teflon começar a desprender ou arranhar, está na hora de trocar a frigideira!

REFOGADO

Essa preparação altera pouco o valor nutricional dos alimentos e torna-os mais saborosos.  Refogar é cozinhar em fogo brando com um pouco de gordura, acrescentando-se água quando necessário até que o alimento adquira a consistência desejada. Prefira azeite de oliva ou óleo de canola ao invés de manteiga. O ideal é que o alimento fique al dente, ponto de cozimento que deixa os vegetais cozidos, porém firmes ao mordê-los. Assim, os nutrientes são preservados e o alimento adquire a consistência correta.

 

COZINHAR (COZER)

É um dos métodos mais utilizados. Trata-se de preparar o alimento imerso em água, utilizando-se panela comum ou de pressão. Normalmente o óleo é utilizado em grandes quantidades, porém não é necessário. Pode-se cozinhar uma carne, por exemplo, com pouco ou quase nenhum óleo.

Quando cozinhamos um alimento na água, as vitaminas C e do complexo B se perdem, pois são solúveis em água. Para reduzir essa perda, utilize pouca água no cozimento e adicione o alimento quando a água já estiver fervendo. Uma maneira de repor essa perda é não desprezar a água do cozimento! Reaproveite-a para cozinhar arroz, feijão, macarrão e sopas. Esta água é vitaminada e servirá como fonte alternativa de nutrientes!

Cozinhar no vapor pode ser mais demorado, mas é a melhor opção para quem quer manter a boa forma, a saúde, preservar a cor, o aroma e a textura natural dos alimentos. Você só vai precisar de uma panela própria de cozimento no vapor ou saber improvisar. Para isso basta uma panela (com água) e uma cesta (peneira ou escorredor de macarrão de alumínio ou inox) para ser colocada dentro da panela (bem encaixada) com os alimentos dentro e que tenha orifícios, para permitir a passagem e circulação do vapor da água. A tampa é importante e deve vedar com segurança para evitar a saída do vapor.

 

ASSAR

Para assar um alimento basta levá-lo ao forno. Vale lembrar que para mantê-lo molhado não se deve colocar gordura ou óleo, pois isso irá aumentar as calorias. Uma boa opção é cobrir com papel alumínio e colocar um copo com água dentro do forno enquanto o alimento é assado.

Mas nem tudo que é assado é saudável!

Vários alimentos, mesmo sendo assados, contêm muita gordura e óleos embutidos no alimento! Como exemplo as massas folhadas e as tortinhas que são feitas com grande quantidade de margarina, mas são assadas.

 

FRITAR

É o método em que mais o alimento mais aumenta as suas calorias. Isto ocorre porque ao colocar o alimento dentro da panela cheia de óleo, ele perde água e absorve o óleo. A água não possui calorias enquanto que cada grama de óleo ou gordura possui nove (9) calorias. Se fizer, nunca deixe o óleo queimar e substitua-o regularmente. Antes de servir, utilize papel de cozinha para absorver parte da gordura.

É importante não somente saber escolher o melhor alimento, mas também o melhor método para prepará-lo!

 

Juliana Castilho

Nutricionista Clinlife

CRN4524

 

Fórmula mágica X Hábitos de Vida

Atualmente a grande maioria da população, principalmente brasileira, se encontra acima no peso. Os reflexos dessa situação podem ser vistos nos problemas de saúde associados ao excesso de peso e a má alimentação que vem aparecendo cada vez mais cedo nas pessoas. Doenças que antes tinham maior incidência entre os adultos ou pessoas de mais idade agora também tem freqüência no público infanto juvenil.

A questão com o excesso de peso revela-se assim como uma epidemia tornando-se um problema de Saúde Pública.

Apesar de o momento contar com grande divulgação e propostas de incentivo aos hábitos saudáveis nunca a população mundial teve tanto peso.

E isso tem varias hipóteses, mas neste ensaio vamos nos ater ao pensamento mágico de acreditar que o processo de reeducação alimentar e perda de peso são coisas distintas.

Promessa de formulas mágica e até mesmo alguns procedimentos que visam esta redução de peso e até de medidas sem sendo usadas de forma indiscriminada na tentativa de uma resolução que não exija mexer na alimentação e no acréscimo de atividade física para se alcançar os resultados e no menor espaço de tempo possível, afinal em tempos de globalização tudo é para agora.

Esperar e respeitar limites muitas vezes são vistos, como barreira ou até mesmo sinal de fraqueza.  

Mas a grande verdade é uma só: “NÃO EXISTE MILAGRE NO PROCESSO DE QUALIDADE DE VIDA! SE VOCÊ DESEJA SER SAUDÁVEL PRECISA TER O ESTILO DE VIDA QUE SEJA COERENTE COM SUA ESCOLHA!”

Então se lembre o caminho é alimentação equilibrada e atividade física regular. Ser emagrecido se fosse possível, não teria o mesmo gostinho da vitória, de conseguir ser saudável por mérito próprio.

 Thais Martins Santos

Psicóloga da Clinlife

CRP 04 24 638

COMO DIMINUIR A TENSÃO MUSCULAR?

A modernidade trouxe suas doenças associadas: estresse, depressão que são causas para dor e tensão muscular frequente, especialmente nas regiões da coluna (cervical, torácica, lombar e sacro) e ombros.

A tensão muscular é uma das maiores reclamações ouvidas pelos profissionais da saúde no dia-a-dia, ela é usada como um indicador do estresse físico e emocional e tem como função primária preparar o corpo para uma situação de defesa e fuga. 

Devida à ligação extremamente próxima entre corpo e mente, tensão mental implica em tensão muscular e tensão muscular implica em tensão mental.

FATORES QUE PODEM ESTAR ASSOCIADOS AO AUMENTO DA TENSÃO MUSCULAR

  • Má postura: leva ao encurtamento muscular e estes quando forçados a um alongamento podem causar dor.
  • Bruxismo: ranger ou o apertar dos dentes que podem ocorrer pela contração muscular crônica.

Todos sabem que o exercício físico melhora a saúde, pois ele proporciona sensações de prazer (devido à liberação natural de hormônios que combatem a dor e promovem o relaxamento muscular), autocontrole e, quando praticado regularmente pode mesmo ajudar a controlar o estresse, a tensão muscular e tantas outras doenças crônicas e da pós-modernidade.

Se a alegação for a falta de tempo ou que tempo é dinheiro, praticar exercício físico é o maior investimento na sua saúde e quem não tem tempo para promover a saúde certamente será parado para recuperar a saúde.

Natália Francisca Louredo

Profissional de Educação Física

CREF 026778-G/MG

Hábitos e Atitudes para a Saúde Mental

Estamos na era em que mais se fala sobre a saúde mental, seja pelo aumento da expectativa de vida das pessoas pelos fatos históricos como a  resolução psiquiátrica, seja pelas  evoluções da ciência na área do cérebro. O que é de fato interessante é que a cada dia estamos mais interessados em formas de manter e promover a nossa saúde mental. Um dos requisitos para este estado tem haver com o controle das  emoções, atitudes e pensamentos.

Em função vamos relacionar abaixo alguns hábitos e atitudes que podem estar influenciando a sua saúde mental:

1. Delegar ao outro a responsabilidade por sua felicidade

As pessoas que delegam a responsabilidade de sua felicidade a outras pessoas acabam por criar e cair em uma armadilha. Ao se responsabilizar por sua própria vida a pessoa se torna mais completa e sente bem para conviver. As pessoas que cuida da sua própria realização aprendem  que são ótimas companias pois, elas   não se ressentem da solidão e adoram a própria companhia. Gostam tanto que querem dividir sua companhia com alguém especial.

2. A vitimização frente a vida

Pessoas que só reclamam da vida e acham que não consegue resolver suas questões estão sempre em posição desfavorável. A pessoa que desenvolve seu poder de resiliência , estão tão ocupadas construindo suas próprias vidas que não têm tempo para reclamar ou lamentar.

3. Bucha ou filtro

Pessoas que se envolvem em demasia  nos problemas dos outros acabam como que uma bucha já as que tem empatia mas sabe que é necessários filtrar as coisa que ouve tem uma maior assertividade na ajuda que se propõem a ofertar.  Porém, sabem que absorver o problema do outro não ajudará ao outro e será péssimo para si mesmo.

4. Atingir unanimidade com todos os que convive

Essa é uma missão que nem o mais fortes dos super-heróis seria capaz de cumprir. Tentar agradar a todos é atentar contra a própria sanidade mental se colocando em uma roda vida de ansiedade e frustração. Pessoas autoconfiantes buscam apenas serem justas e cuidadosas com os outros.

 5.  O ciclo de autosabotagem

Cometer erros faz parte de todo aprendizado. Ter consciência de que determinada atitude não foi uma boa escolha é o primeiro passo para se evoluir.  Agora responsabilizar-se  por seu comportamento e não culpar  os outros ou as circunstâncias pelo ocorrido realmente é o que fará você evitar os ciclos de autosabotagem.

 6. Respeite o tempo das coisas

Lembre-se quem tem muita pressa come cru ou queima a língua. Assim também são as situações da vida. Nem sempre o que resolvemos no impulso é a melhor resposta para dada situação. É necessário entender a relação causa/conseqüência e a lei da colheita.

 7. Qual a qualidade de seus relacionamentos

Pessoas equilibradas emocionalmente entendem que todo relacionamento é construído pelas pessoas envolvidas nele.  Sendo assim sabem que não basta um querer para dois ou mais estarem juntos.  A escolha de esta junto deve ser uma apostas de todas as partes envolvidas. Por isso a pessoa que quer  saúde mental investe nas relações que define como sendo importantes, porém quando percebe que não é recíproco, ela se afasta, mas não sente culpa por isso.

Há muitas atitudes e comportamentos que proporcionam leveza e tranqüilidade para a vida tanto de quem pratica como das pessoas que estão ao redor.   As pessoas mentalmente saudáveis não têm medo de ser o que são e se orgulham em sê-lo. Tomam suas próprias decisões, cuidam de suas próprias vidas e tornam o mundo um lugar melhor com sua presença.

Thais Martins Santos

Psicologa da Clinlife

CRP 04 24 638

Boazinha ou sem limite?

Uma pessoa que é bondosa sempre é admirada pelos que a rodeiam. O problema é que às vezes o que era para ser uma característica que facilite a convivência acaba por gerar um sentimento de injustiça, afinal na intenção de agradar a todos a pessoa tem dificuldade para colocar limites e acabam por se sentirem abusadas nas relações de convivência.

Neste tipo de convivência as dividas emocionais que são geradas adoecem as relações e por vezes até as inviabilizam.

Você já foi denominada como sendo  boazinha demais? Você concorda com essa denominação?

Observe algumas dicas que podem indicar que você é, de fato, uma pessoa boazinha em demasia.

1- Você nunca arrisca ser grosseiro, por isso jamais interrompe um tagarela, por mais atrasado que esteja.

2. O atendimento é péssimo, mas você opta sempre por não reclamar.

3. Você pediu o seu prato favorito no restaurante, mas ele veio errado, e você não fala nada para o garçom e come do jeito que veio.

4. Você costuma dar esmola sempre, caso contrário fica se sentindo mal.

5. “Pisam no seu pé”, mas é você que pede desculpa.

6. Você pega todos os folhetos na rua, ainda que não sejam do seu interesse, “pra ajudar o cara a ir pra casa mais cedo”.

7. Se você fica muito tempo numa loja, passa a sentir medo de que achem que você vai roubar algo.

8. Você tem uma extrema dificuldade em dizer “não”.

9. Você diz muito “pode ser”.

10. E “você que sabe”.

11. E “você que manda”.

12. Uma pessoa te pede um favor absurdo e abusivo, mas você diz que tudo bem. Ela ri de você e diz: “Tô brincando!!! rsrsrs”

13. Você confunde “ser sincero” com “ser agressivo”.

14. Nunca consegue dizer que não gostou. “E aí, o que você achou da minha banda?” “Nossa, muito boa!”

15. Você faz favores para os outros no trabalho ainda que isso vá atrapalhar o seu.

16. Você opta por evitar conflitos a qualquer custo.

17. Você gosta de ser assim, não tem problemas com a bondade.

Se você se encaixou em mais de 5 (cinco)  desses itens, está na hora de repensar a dose de sua bondade.
Tudo que é em excesso sobra e tudo que sobra não tem valor.

Saiba dar valor aos esforços e gestos que você faz.

Thais Martins Santos

Psicologa da Clinlife

CRP 04 24 638