Férias, Copa do Mundo, Festas Juninas!

 

Estamos em um período em que estão acontecendo várias festividades ao mesmo tempo. Queremos comemorar nossas férias, afinal de contas trabalhamos/estudamos durante todo o ano para termos esse merecido descanso.

E na maioria das vezes nos esquecemos de continuar seguindo uma rotina de boa alimentação e atividades físicas, pois acreditamos que merecemos nos dar de presente dias sem regras.

Comemorar as vitórias na copa do mundo com muita comida e bebida.

E porque não aproveitar as festas “juninas” e se deliciar com todas as iguarias comuns nas quermesses e quadrilhas?

Podemos e devemos sim descansar, experimentar novos sabores, relembrar sabores de outras épocas e ocasiões. Festejar durante a copa do mundo, afinal a copa do mundo é nossa.

E aproveitar as festas juninas, porém sem abrir mão da qualidade de vida e do emagrecimento.

Para isso segue algumas dicas:

- consumir pequenas porções,

- fracionar as refeições (fazer pelo menos 06 refeições diárias),

- escolher petiscos lights,

- preferir sucos de frutas naturais,

- escolher uma fruta como sobremesa e evite ficar “beliscando”,

-não se esquecer de praticar atividade física diariamente e se exagerar no consumo alimentar, tentar compensar com mais exercício físico e diminuído as porções das refeições seguintes.

Aproveitar a vida (férias, copa do mundo e festas), é muito melhor quando estamos bem com nosso corpo.

Nara Cristina Purificação

CRN- 6952

Nutricionista Clinlife

O benefício da prática de exercícios físicos na terceira idade

O aumento da população idosa no Brasil tem levado a muitos questionamentos e preocupações em relação a como envelhecer de forma saudável. Atualmente sabemos que adquirir bons hábitos, como uma alimentação adequada e a prática de exercícios físicos, traz inúmeros benefícios para envelhecer com qualidade de vida.

Os exercícios físicos vão ajudar o idoso a executar melhor suas atividades de vida diária a partir do aumento da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade, da resistência aeróbica e da melhora da composição corporal.

É importante saber que todos os indivíduos com idade avançada devem praticar alguma modalidade de exercício físico. A escolha dessa modalidade deve ter como principais características o prazer do idoso ao praticá-la e, além disso, a modalidade escolhida deve se adaptar a condição física do mesmo.

Mas o exercício físico não vai ajudar a melhorar apenas aspectos físicos do idoso.  A prática regular de alguma modalidade de exercícios pode ajudar no autoconhecimento, na melhora da autoestima, do humor e o aumento do relaxamento. Tudo isso ocorre devido à sensação de prazer e de bem-estar causada pela liberação de endorfina pelo organismo durante os exercícios. Essa condição ajuda a diminuir e prevenir a depressão.

O envolvimento do idoso com outros indivíduos da mesma idade durante a prática de exercícios físicos em grupo favorece a socialização fazendo com que o mesmo aumente seu contato social prevenindo do isolamento social e consequentemente do possível surgimento da  depressão.

A prática de exercícios pode ajudar na manutenção e na melhora da memória, visto que pela repetição e pela dificuldade na realização dos movimentos exigidos, trabalha-se a atenção, a concentração, o raciocínio e o aprendizado motor.

Com o organismo mais fortalecido através dos exercícios físicos e com o aumento do seu contato social promovido pelos exercícios em grupo, o idoso adoece menos fisicamente e psicologicamente melhorando sua qualidade de vida e recuperando sua autoconfiança.

Flávia Ferreira Simão

CREF: 015957-G/MG

Estresse engorda!

Uma queixa comum nos consultórios é o cansaço e algumas horas a mais de sono nem sempre são suficientes para eliminá-lo.

O problema ainda é maior quando associado ao estresse crônico, normal da vida corrida da maioria das pessoas, que pode levar as glândulas adrenais ao sofrimento.

Estas glândulas, localizadas acima dos rins (também são conhecidas como glândulas supra-renais), desempenham várias funções, além de uma comunicação intensa com o sistema nervoso por meio dos hormônios adrenalina, noradrenalina e cortisol.

O comprometimento da glândula não só diminui os níveis de energia como também aumenta o acúmulo de gordura abdominal, prejudica a imunidade e a capacidade de concentração, aumenta a irritabilidade e leva à exaustão.

A boa notícia é que a adrenal pode ser tratada com alimentos e suplementos nas quantidades e horários corretos. Importantíssimo é o fracionamento das refeições já que a queda da glicemia leva o organismo ao estresse.

Quando isto acontece as glândulas adrenais aumentam a produção do hormônio cortisol, que tem como uma das funções equilibrar a quantidade de glicose no sangue.

Para isto, quebra proteínas (diminuindo a massa muscular) tranformando-as em açúcar. Quando ficamos muito tempo sem comer as adrenais funcionam mais e mais.

O cortisol tem um ciclo natural que funciona junto ao nosso relógio biológico ou ritmo circadiano. De madrugada, os níveis de cortisol são baixíssimos, favorecendo a recuperação do corpo.

Se comemos demais à noite, liberamos mais cortisol e o corpo não se recupera tão bem. Este é um dos motivos para privilegiar refeições maiores pela manhã e menores à noite, quando precisamos relaxar para dormir.

O cortisol, hormônio relacionado ao estresse, também é secretado em maiores quantidades após exercícios intensos. Por isto, se quer dormir bem, evite este tipo de atividade à noite. Neste horário prefira caminhadas ou alongamentos.

Também é fundamental escolher bem os alimentos. Como o estresse adrenal leva ao cansaço muitos acabam optando por alimentos hipercalóricos como bolos, biscoitos, massas, chocolate, café com açúcar ou refrigerantes.

Porém, estes alimentos dão apenas um pouco de energia momentânea já que a hipoglicemia de rebote acontece e o cansaço passa a ser ainda maior.

A cafeína e o glúten são particularmente problemáticos, roubando energia do organismo e afetando o sono. Caso esteja louco por café ou por carboidratos pode ser que seu cortisol esteja baixo ou sua serotonina desequilibrada.

Para restaurar a adrenal dê preferências às bebidas com gengibre ou ginseng, chás de ervas como camomila ou valeriana e sucos verdes. Dê preferência aos cereais integrais (especialmente pela manhã) para estabilizar os efeitos do cortisol.

Para suporte adicional alguns suplementos também podem contribuir:

  • Extrato seco de alcaçuz: o princípio ativo é glicirrizina, que tem ação antiinflamatória. Porém, como o mesmo é metabolizado pelas bactérias intestinais, o tratamento da flora é muito importante. Atenção não recomendado para gestantes.
  • Extrato seco de Rhodiola Rosea: modula o estresse reduzindo a secreção do hormônio liberador de corticotropina.
  • L-theanina: aminoácido da planta camellia sinensis, aumenta a produção de serotonina no cérebro, promovendo relaxamento.
  • Alimentos ou suplementos vitamínico-minerais: as vitaminas C (acerola, kiwi e frutas cítricas em geral, brócolis, pimentão e pimenta malagueta), E (semente de girassol, nozes, germe de trigo), o complexo B (peru, atum, lentilha),  e o magnésio  desempenham funções cruciais nas reações que ocorrem na glândula adrenal. Cálcio (laticínios, peixes, brócolis), zinco (frango, peixes, castanhas) e selênio (frutos do mar, carnes, grãos e sementes) também atuam de forma sinérgica acalmando as funções do organismo.

Lembre-se que o tratamento é sempre individualizado. Apenas o médico e o nutricionista estão aptos a orientar sobre a necessidade de suplementos e alimentos.

Déborah Pessoa de Mendonça Camargos

CRN: 6854

Nutricionista Clinlife

Atividades Físicas esporádicas são boas opções?

Você é daquelas pessoas que fazem esportes esporadicamente nos finais de semana? A ‘correria’ do cotidiano não deixa você fazer nenhum exercício físico no dia a dia? Será que aquele futebolzinho com os amigos é uma boa opção de pratica de atividades físicas para as pessoas?

Qualquer exercício físico bem orientado e com uma prática regular é bom para saúde. O problema é quando esses exercícios são feitos sem nenhuma orientação e quando eles são feitos apenas eventualmente como única atividade física para esse indivíduo.  O risco de lesões que a pessoa possui em fazer essas atividades somente um dia por semana ou um dia a cada 15 dias é muito grande. A pessoa que pratica um esporte, por mais cuidadosa que seja, irá se arriscar em uma jogada perigosa, um deslocamento abrupto ou até mesmo uma dividida com o colega para ganhar vantagem. Todas essas tarefas exigem esforço do corpo, ou seja, fisiologicamente falando, esforço da articulação, do tendão, da musculatura e de todo o organismo do indivíduo.

Em relação ao organismo da pessoa, são vários fatores que podem influenciar uma prática de atividades físicas seguras ou não. Você sabia que um colesterol alterado pode influenciar uma doença do sistema circulatório ou doença cardíaca (doença do coração)?  Ou que, uma alteração no nível de coagulação do sangue pode significar um risco maior de ter trombose ou embolia?

A prática de atividades físicas e ou esportes são ótimas para o corpo, mas é preciso ter um preparo para o corpo agüentar certos esforços. Procure sempre um médico para fazer exames periódicos e assim saber se sua saúde esta em dia. Outra boa opção é procurar uma orientação de um educador físico sobre a prática de atividades físicas esporádicas. Esse profissional vai saber se o seu corpo esta preparado ou não para certos esforços. Por mais difícil que seja tirar um tempinho para cuidar do corpo, lembre-se, você esta investindo em sua saúde, melhorando sua vida e a vida das pessoas que convivem com você.

Richardson Siqueira

Educador Físico Clinlife

CREF 018387

O que é Equilíbrio?

Você já deve ter se perguntado se ele existe, e a resposta é sim. Nós nascemos com o equilíbrio e de acordo com a vida que levamos, tendemos a sair dele.

  Em outras palavras para retornarmos ao equilíbrio, simplesmente precisamos andar. Sair da posição em que estávamos. Caminhar é um exercício constante de perdas e recuperação do equilíbrio.

 Ou seja, quem quer estar permanentemente equilibrado, sentindo-se seguro, corre o risco de não sair do lugar e ficar para sempre na zona de conforto.

 A Zona de Conforto é uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. È um local onde nada pode incomodar o sujeito.

 No início de nossa vida, ainda bebê, temos que enfrentar o desafio de ficar de pé. Começamos a engatinhar e deste vamos fazendo as tentativas do pé no chão.

  Para isso acontecer é necessário o equilíbrio do corpo e o medo de não errar, pois se caio no chão continuarei tentando novamente, ou seja; em nossa infância não ficamos em zonas de conforto, experimentamos, tentamos, repetimos até conseguir o objetivo.

Ao chegar à adolescência e idade adulta, nos enchemos de medos; medo de tentar, de errar, de experimentar.

 Claro, que nesta etapa da vida, temos deveres a cumprir, satisfações a dar, e uma sociedade a enfrentar. Tudo isso nos faz querer sempre estar em um lugar calmo e estável e, estar neste lugar nos remete a não querer sair desta zona de conforto.

É preciso criar novos hábitos, tentar, errar, surpreender-se. Encontrar hábitos mais produtivos que tenham o poder de criar o novo. Como dizia Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. 

 

Paula Oliveira

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/34982

Continue emagrecendo no inverno.

De acordo com explicações na evolução, a chegada do inverno, antigamente, era sinônimo de comida menos farta. Precisava-se comer mais para estocar, mesmo, inclusive para criar uma capa de gordura que ajudasse a suportar o frio. Hoje em dia, com a oferta de alimentos mais estável ,as roupas e os ambientes climatizados que nos ajudam a manter a temperatura corporal, não precisamos desses recursos. Então, o negócio é ignorar a fome e continuar comendo a mesma coisa de sempre.

 No frio, nosso metabolismo fica mais acelerado, pois nosso organismo gasta mais energia (calorias) para nos manter aquecidos e é por isso que temos mais fome, já que ele precisa repor as calorias que estamos gastando a mais. No entanto, não é necessário mudar a alimentação, pois esse gasto não é tão alto assim! Basta manter uma alimentação saudável que iremos repor essa necessidade facilmente. Devemos tomar cuidado para não aumentar muito a quantidade de alimentos conforme o metabolismo acelera, ou seja, conforme a fome aumenta, ou você pode acumular vários quilinhos a mais no final do inverno.

             Seu corpo não precisa de nada. de diferente só porque começou o inverno! O plano alimentar continua o mesmo, independentemente da estação, pois suas necessidades de nutrientes não mudam. Podemos utilizar alguns artifícios para não nos faltar esse tipo de alimentos durante o inverno, como comer a salada junto com as refeições em vez de antes, misturando as folhas com os alimentos mais quentes.

É sempre melhor comer as folhas cruas, em sucos por exemplo, devido à quantidade maior de fibras, mas uma opção é fazê-las no vapor ou refogadas, além de colocá-las nas sopas”,

As sopas são ótimas opções para o inverno, ao permitir misturas saudáveis e ainda nos manter aquecidos. Mas não é todo tipo de sopa que é saudável, : “as sopas industrializadas (de saquinho) são ricas em sódio, conservantes e gordura, por isto, devemos fugir delas. Fora que uma sopinha caseira e feita na hora é muito mais gostosa, e nutritiva. As combinações podem serem  inúmeras, mas é interessante que sempre tenha:

  • 1 fonte de carboidrato, como arroz, macarrão, batata, fubá… (se estiver em dieta para perda de peso, pode excluir essa fonte)
  • Legumes diferentes (vagem, cenoura, abobrinha, chuchu, beterraba, berinjela, rabanete, etc);
  • 1 fonte de proteína de origem animal (carne moída, frango desfiado, ovo) e/ou 1 fonte de proteína de origem vegetal (feijão, lentilha, grão de bico, ervilha)
  • Folha a vontade (couve, espinafre, alface, rúcula, escarola, almeirão, chicória)

 

 Júnia Rodrigues

Nutricionista Clinlife

A família pode e deve ajudar no processo de reeducação alimentar!

Os fatores que favorecem o quadro de obesidade são sedentarismo, hábitos familiares inadequados e alimentação insatisfatória. Entram na lista também dietas com excesso de carboidratos, e o fato de comer rápido demais.Já está comprovado que a perda de peso deve ser a conseqüência de um processo que engloba mudanças internas e externas. Isso quer dizer que só o fato de restringir a alimentação pode em um primeiro momento levar a perda de peso, porém o sucesso da reeducação alimentar está na manutenção da vida saudável.

Assim sendo é necessário conciliar a alimentação, a atividade física e apoio emocional, individual e familiar.

A reeducação alimentar e a realização de exercícios físicos são essenciais em qualquer tratamento de obesidade. Porém, muitas vezes ambas as práticas são hábitos que pertencem não somente ao indivíduo, mas a toda a sua família. Isto porque, quando um ou mais membros procura ajuda médica para perder peso, é necessário adotar hábitos de vida saudáveis para todos os familiares, ou seja, a famosa “comidinha da mamãe” deve passar por alterações.

Nem sempre é fácil resistir às tentações que você tentou riscar do cardápio para emagrecer, como aquela deliciosa sobremesa que a família inteira saboreia todos os dias. Para adotar a reeducação alimentar, você precisa do apoio de todos, seja na hora das compras deixando algumas guloseimas de lado, afinal é muito difícil resistir a um armário cheio de guloseimas, por mais força de vontade que se tenha, e isso não é sinal de fraqueza, ou mesmo na preparação das receitas. É importante mencionar que a pessoa ansiosa belisca qualquer tipo de alimento a qualquer hora, principalmente se tiver guloseimas fáceis em casa.

A maior dificuldade para quem está sozinho no processo de reeducação é a hora de sentar-se à mesa com familiares que mantém os velhos hábitos alimentares e não sucumbir às tentações. Além disso, quando se consegue um amigo como aliado na reeducação, um está motivando o outro e os resultados são melhores. Os danos da obesidade ultrapassam a estética e a saúde. Afetam o desempenho intelectual, social e emocional.

 

Adrielle Ferreira

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/38423.

Quando o Comer deixa de ter uma função Nutricional e passa a ter função Emocional

Costumo dizer que o comer compulsivo é uma espécie de vício. Comer é prazeroso e, consequentemente, passível de se tornar um vício, já que qualquer fonte geradora de sensações agradáveis tem a possibilidade de gerar aumento em sua procura. Mas quando buscamos sensações agradáveis? A resposta é “sempre”. O ser humano age sobre o mundo produzindo efeitos positivos para si ou para o outro e evitando situações aversivas respectivamente para ambos. Basicamente é assim que nos comportamos; em busca de prazer ou evitando situações ruins.

As duas formas de se comportar são primordiais à nossa sobrevivência, promover situações agradáveis libera hormônios do prazer, o corpo fica relaxado, o sono é bom e nossas relações amenas. Da mesma forma, evitar uma situação adversa é fundamental para nossa existência como espécie; evitamos lugares perigosos, situações de risco, etc.

O problema está em como fazemos uso desses comportamentos e na definição pessoal do que é ser prazeroso e ser aversivo. Cada um tem sua forma de pensar e significar tais momentos, de acordo com suas experiências com os mesmos, sua história de aprendizado.

As pessoas que vêem na comida, por exemplo, uma fonte inerente de prazer, tiveram uma história e experiências em que esta foi tendo tamanha importância e estava sempre presente para fins de satisfação, e, muito provavelmente, uma das únicas e mais instantâneas formas de prazer. E daí se estabelece um vínculo disfuncional com a comida. Vínculos muito parecidos acontecem com dependentes químicos. É importante salientar que o vício em relação à comida às vezes é tão grave quanto uma dependência química, já que precisamos nos alimentar para sobreviver.

O objetivo da Psicologia, nesses casos, é “quebrar” esse vínculo ou “amenizá-lo” ou até mesmo “ressignificá-lo” junto com o cliente (ou seja, que a comida retome ao seu papel fisiológico de apenas nutrir o corpo) para que ele possa primeiramente, perceber a necessidade da mudança, depois, entender como tal vínculo se estabeleceu, e, por último, trabalhar na busca de soluções mais funcionais para seu problema; criar estratégias de enfrentamento e autocontrole; encontrar novas fontes de prazer; etc. Obviamente, os benefícios de um acompanhamento psicológico acabam abrangendo outras áreas da vida do cliente. Em casos de vínculos alimentares disfuncionais, este tipo de acompanhamento é primordial.

Se você já fez inúmeras dietas e procedimentos para emagreceu, todos eles com resultados momentâneos ou pouco eficazes, se já procurou um médico e descobriu que não há nada em seu organismo que te impeça de perder peso, então, pode ser que a sua dificuldade esteja em você mesmo (a). Procure um Psicólogo, ele te ajudará a entender esse processo. Fica a dica.

Iana Pechir

Psicóloga Clinlife

CRP: 04/35355

Vitaminas do complexo B x Emagrecimento

As vitaminas são substâncias orgânicas presentes em muitos alimentos em pequenas quantidades e são indispensáveis ao funcionamento do organismo. Cumprem papel importante no metabolismo celular, regulando e favorecendo as reações químicas que ocorrem nas células, permitindo a assimilação dos alimentos.

As vitaminas do complexo B exercem papel importante no processo de emagrecimento por estarem envolvidas no metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas regulando o sistema nervoso e controlando o apetite.

A vitamina B1 (Tiamina)
Atua regulando o metabolismo dos carboidratos, equilíbrio do sistema nervoso e normalizando o apetite.
Alimentos onde podemos encontrar esta vitamina: fígado, miúdos, carne de porco, gema de ovo, presunto, nozes, levedo de cerveja e gérmen de trigo.

B3 (Niacina, vit. PP)
A vitamina B3 é necessária para circulação sanguínea adequada, pele saudável, bom funcionamento do sistema nervoso, metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas e na produção de ácido clorídrico para o sistema digestivo além de reduz o colesterol.
Alimentos onde podemos encontrar esta vitamina: peixe, fígado, ovos, amendoim, leite, cereais integrais e tomate.

B5 (Ácido pantotênico)
Tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono (carboidratos), proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos.
Alimentos ricos em B5: ovos, rins, fígado, salmão e levedura.

B6 (Piridoxina)
Ela está envolvida no metabolismo dos aminoácidos, no funcionamento do sistema nervoso e também na saúde da pele, é essencial no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios.
Alimentos fonte: levedo de cerveja, farelo de trigo, gérmen de trigo, fígado, rim, coração, melão, repolho, leite, ovos e carnes.

Vitamina B8 (Biotina, vit H)
 Esta vitamina intervém  na  formação  da  glicose e das gorduras a  partir  dos carboidratos, ou seja, transforma carboidratos da alimentação em glicose para serem absorvidos pelo organismo. Participa de metabolismos vitais.
Podemos encontrar:  nas frutas, frutos secos, gema de ovo, amendoim e fígado.

B12 (Cianocobalamina)
Necessária para o metabolismo de carboidratos, gordura e proteínas, atua no metabolismo do sistema nervoso, promoção do crescimento, promoção da formação e maturação das células vermelhas sanguíneas, aumenta a energia.
Onde podemos encontrar:  fígado, rins, leite, queijos processados, ovos e carnes.

Jaqueline dos Anjos

Nutricionista – Clinlife

CRN – 4632

 

 

Fome na alma, comida nenhuma sacia!

Existe uma crença nas pessoas de  que só existe  fome de comida: que o que um indivíduo precisa para ser feliz é somente alimento, roupa e casa.

Como não é apenas disso que as pessoas necessitam para se sentirem satisfeitas é bem comum vermos pessoas insatisfeitas e reclamando.

Realmente, o ser humano tem outras fomes que são igualmente importantes tanto quanto a comida. Assim como precisamos de comida e descanso, necessitamos também de outros tipos de nutrientes para nos sentirmos saciados.

Sabe aquela hora que você está em casa depois do jantar e mesmo assim ainda sente falta de algo?

Certamente temos necessidades de algo mais que a comida e abrigo. Como já dizia a banda Titãs, em sua música Comida:

A gente não quer só comida,

A gente quer comida, diversão e arte.

A gente não quer só comida,

A gente quer saída para qualquer parte.

A gente não quer só comida,

A gente quer bebida, diversão, balé.

A gente não quer só comida,

A gente quer a vida como a vida quer

Temos outras fomes a serem saciadas. E o mais importante é que o poder de satisfazê-las está em nós mesmos.

Aqui estão alguns exemplos dessas outras formas de  fomes:

Fome de estímulos:

O ser humano necessita de sensações físicas, e de variadas sensações: enfim de estimular os sentidos. Afinal a vida não precisa só de sabor ela demanda também por cor, movimento, toque e cheiro.

Fome de contato:

È muito importante os seres humanos estarem em contato uns com os outros.

Muitas vezes as pessoas acabam reprimindo esta fome, e trocando o contato físico por reconhecimento verbal.

Fome de conhecimento:

O lado contrario do amor não é a raiva, mas sim a indiferença. Todos nós necessitamos ser reconhecidos, que as pessoas nos identifiquem,cumprimentem e nos valorizem.

Uns mais outros menos.

Sem dúvida, a pessoa que nos faz o reconhecimento também faz toda a diferença. Pois se eu valorizar positivamente a pessoa sua valorização de mim vai ser mais importante ainda.

Fome sexual:  

É natural o desejo e esta vontade de concretizar esse desejo que se manifesta.

É tanto amor que se tem desejo de estar dentro do outro, e ter o outro dentro de si, no mais profundo da entrega. Ter o sexo como alimento, sem conflitos, como encontro amoroso, que seja muito mais que uma simples ejaculação.

Fome de estruturas:

As estruturas são pontos de referência e os seres humanos necessitam ter suas referências, ver o mundo de uma maneira estruturada.

As estruturas levam as pessoas a terem suas referências.

Fome de acontecimentos:

Precisamos que algumas coisas aconteçam para que não nos enterremos num tédio total.

Precisamos de fatos que nos tragam surpresas, novidades e excitação. Necessitamos de beleza e do fascínio do inesperado.

Quando as nuvens da rotina e da repetição vendam nossos olhos perdemos o interesse pelo que estamos fazendo. Então precisamos de algo novo, que traga de volta o brilho para a nossa vida.

Cada pessoa tem apetite diferente em relação a cada uma das fomes, mas com certeza todas elas compõe o nosso intimo.

E você sabe diferenciar e reconhecer cada uma de suas fomes???

Thais Santos Martins

CRP – 04.24638

Psicóloga – Clinlife